Total de visualizações de página

Quer sua Biografia aqui = escreva a sua e envie pelo contato que se encontra em baixo. 

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

30/12/11 Renato Vilhena,

Renato Vilhena,
Nasceu em 07 de dezembro de 1.980, começou a carreira artística aos treze anos como ator, estudando teatro amador em Curitiba, tendo participado de produções teatrais, comerciais de tv e participações em novela! Aos dezessete anos a convite do irmão mais velho, também cantor, seguiu a carreira musical, tendo passado por bandas paranaenses e logo após realizando novo trabalho como dupla sertaneja "Rennan e Renato".
Em 2003, Renato Vilhena investe na carreira solo cantando ritmos variados e promovendo seu trabalho em Curitiba, em rádios e TV local, paralelo a música, investindo na carreira de ator!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

29/12/11 Maykel

Maykel –
O Cowboy Do Cerrado
Nada melhor do que falar do que agente entende não é mesmo, não é muito esforço falar da simplicidade e a força de um cerrado, essa é as mesmas características de Maykel “O Cowboy Do Cerrado”.
O amor pela a musica veio logo cedo, quando esperava seu pai, que vinha do trabalho, sabia que ele chegaria ouvindo musicas sertanejas, seu pai deixava o som do carro ligado, ele logo entrava dentro do carro e ficava ouvindo os artistas da época como Milionário & José Rico, DiPaullo & Paulino, Zezé Di Camargo & Luciano, Leandro & Leonardo, Trio Parada Dura, Tonico & Tinoco entre tantos outros que iriam o inspirar mais tarde, para levar sua carreira ao mesmo estilo que fala de paixões mal resolvidas, também a terra do semeador, do caipira nato ou urbano e em fim, das coisas de nosso Brasil . Musicas como “pé-de-cedro”, embalaram sua infância, pela canção em si fazia lembrar seu querido avô que foi um exemplo de vida e a toda sua família e amigos. 


quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

28/12/11 Léo Jr.

Léo Jr.

Um grande artista que traz em sua alma, um romantismo sublime, recheado de alegria e otimismo, que se espalha pelo universo na forma de uma voz marcante, firme, que surpreende pelo timbre seguro e encanta aos verdadeiros amantes da arte musical.
Vindo de Araranguá interior de Santa Catarina, onde suas raízes musicais tomaram forma desde sua infância, sendo incentivado por seus pais, familiares e amigos, também cantando em bailes desde seus 13 anos Léo Jr. tornou - se um cantor preparado para ir em busca de seu grande sonho, ter seu talento e suas músicas reconhecidas pelo publico brasileiro. Humilde, trabalhador e com muito carisma, o artista trilha o caminho do sucesso com calma e paciência, mas nunca deixando de valorizar todas as experiências que a carreira musical lhe impôs, ao longo de sua vida.
Com seu primeiro álbum gravado em 2003, e o grande sucesso obtido com as músicas, Porre de Paixão(Jefferson Farias) e Coração de Mulher(Jefferson Farias/Carlos Randall) que foi, uma das músicas mais executadas nas maiores rádios do sul dos pais.


terça-feira, 27 de dezembro de 2011

27/12/11 Anderson & Nando.

Anderson & Nando.
Dois irmãos nasceram num mesmo sonho e ideal, a vontade de cantar, vencer e conquistar seus objetivos. Porém, por obra do destino eles cresceram separados, separados apenas pela distância, pois o amor pela música unia-os em um propósito que um dia tomaria conta de suas vidas. 
Eles viveram vidas diferentes, em lugares diferentes, entretanto, durante toda vida houve uma certeza no intimo de cada um, a certeza de que o futuro reservava algo muito especial, algo pelo que realmente valia a pena esperar.
Dia 20 de outubro de 2006, foi neste dia que os irmãos, que poucas vezes encontraram-se durante a vida, foram presenteados pelo acaso. Um festival de música foi esta a maneira encontrada pelo destino para uni-los novamente. O reencontro foi emocionante, eles sentiram que o momento pelo qual tanto aguardavam havia chegado e no mesmo instante a felicidade estampou-se na face de ambos. Afeto, admiração e respeito foram sentimentos recíprocos nos irmãos, que ocuparam naquele festival os 1° e 2° lugares. 


segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Otávio augusto & Gabriel 26/12/11

Otávio augusto & Gabriel
Quem não conhece, agora vai conhecer!!

 Embora não sejam tão conhecidos junto ao público, essa dupla tem o respeito e a amizade de grandes nomes da música sertaneja. Esse privilégio foi conquistado durante vários anos de carreira e um grande  talento.

Otávio Augusto & Gabriel desde pequenos vivem em meio a mestres da música sertaneja, e sempre são citados como uma das melhores duplas jovens que merecem a consagração.

Uma  das músicas de maior sucesso da dupla é a consagrada "Mala Amarela" do quarto CD, a qual foi regravada por muitas outras duplas.

Em 2011 Otavio Augusto e Gabriel estão lançando o seu novo trabalho, o primeiro "AO VIVO" da carreira, o qual conta com as participações do Rick, do Eduardo Costa e da dupla Gino & Geno, todos declaram serem fãs da dupla.

Vale à pena conferir esse maravilhoso trabalho, e dificilmente não ser tornará um fã desta dupla.

 A DUPLA

Bonni e Belluco! 26/12/11


Bonni e Belluco!
Alessandro Oliveira (Bonni) nasceu em Brasília-DF e começou a cantar muito cedo. Aos10 (dez) anos de idade aprendeu a tocar violão, presente dado por uma amiga da mãe. Filho da Princesa da dupla sertaneja "Princesa e Paloma", Bonni seguiu os passos da mãe e da tia e ainda pequeno cantava nos intervalos dos shows da família. Dali em diante não parou mais, o talento e a vocação pela música falaram mais alto, dando a Bonni até aqui, dezesseis anos de carreira.
Rodrigo Belluco ( Belluco ) ,também nasceu em Brasília e desde pequeno influenciado por seu pai, começou a cantar as primeiras canções sertanejas. Cantor e compositor, Belluco tem várias de suas músicas gravadas por outros artistas. Em oito anos de estrada, cantou na noite de São Paulo e participou de vários outros projetos tendo como maior deles as eliminatórias do programa FAMA da TV globo, onde se destacou.
E quem foi que disse que não existe sertanejo na capital federal?
O destino uniu esses dois jovens amigos que hoje formam sem sombra de dúvidas a mais nova revelação da música sertaneja. 
Vale a pena conferir e apostar em Bonni e Belluco!

Cairon e Gustavo
Amigos de longa data se conheceram ainda crianças.
Tocavam em rodas de viola com os os amigos e em festas de família. Resolveram ouvir os pedidos e profissionalizaram o trabalho despretencioso que vinha sendo feito, mas que mesmo assim já chamava a atenção. Estava então formada a dupla sertaneja mais querida do Rio Grande do Sul.

O primeiro CD “Sertanejo Universitário Ao Vivo", foi lançado em janeiro de 2009. Com as músicas "Hino Nacional dos Cachaceiros do Brasil", "Sou Cowboy, Sou do Rodeio", "Mulher Carente" e "Peraí", os cantores despontaram nas paradas de sucesso. No mesmo ano, lançaram o single "Dona do Meu Coração", que se tornou um referencial da dupla e compõe seu novo álbum.

A dupla faz um som totalmente novo, moderno, com influências de ritmos brasileiros e latinos. Essa variedade de ritmos e inspirações enriquece a musicalidade da dupla, aliada a seus timbres de voz impecáveis, destacando a qualidade e comprometimento para com a música.
Cairon e Gustavo... Eles vão mexer com seu coração!

  Julio César & Aldair
escrito em segunda 09 novembro 2009 
Dupla Júlio César & Aldair Irmãos, nascidos norte de Minas Gerais, iniciaram a carreira aos oito anos de idade com incentivo musical do pai. São donos de uma voz e um talento indiscutível, sem falar do carisma e simpatia com o público que os acompanha desde o início da carreira, quando gravaram o seu primeiro CD – “Cão sem Dono” na Cidade de Belo Horizonte/MG, com várias faixas de sucesso, dentre as músicas:” Cão sem Dono” e “Aí que Saudade” que os projetou um excelente sucesso nas grandes casas de show de Minas Gerais. São marcados com nove anos de carreira, conquistaram à admiração do público e programas de TV e Rádio - TV Vitrine, Meu Space Show. A dupla irá lançar o seu segundo CD, com a maioria das músicas inéditas, cujo lançamento está previsto para julho/2010. Houve um crescimento e amadurecimento indiscutível da dupla. Veja e confira as fotos e agenda de shows.
Site:

Rocke & Erivaldo
Sabemos que o cenário artístico Brasileiro é muito rico em talento e a dupla ROCKE & ERIVALDO é mais uma prova disso. Um é original do RIO DE JANEIRO-RJ, o outro é de CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM-ES , juntos estão conquistando o Brasil com suas músicas e levando de cidade em cidade, um show que contagia emociona e diverte.
Através desse release queremos mostrar a você um pouco de ROCKE & ERIVALDO com o intuito de levar até ao seu evento um show de profissionais que trabalham com seriedade, sensibilidade e dedicação, jamais esquecendo que a humildade e o compromisso são fatores muito importantes nesse trabalho.

SERTANEJOS DO ASFALTO

A dupla Rocke & Erivaldo surgiu em 2001, formada por dois amigos, um capixaba e outro carioca, ambos músicos com um talento admirável e um dom de compor e cantar que dispensa comentários. Donos de um timbre de voz autêntico e único Rocke & Erivaldo com certeza estão fazendo a diferença no cenário artístico brasileiro, suas canções mostram a beleza rítmica e harmônica da musica brasileira .Com o toque "caipira "e uma pitadinha da cidade grande, os meninos formam uma dupla sertaneja "XIQUE NO ULTIMO." Os sertanejos do asfalto, Assim são chamados por alguns fãs, isso pelo fato de ser uma das poucas duplas sertanejas formada no Rio de Janeiro.
Ao longo de sua trajetória os meninos estão mostrando que merecem um lugar ao sol, trabalhando sempre com uma banda de profissionais competentes, já participaram de grandes shows, tais como:
Aniversários de cidades, festas de rodeios, vaquejadas, emancipações políticas, casas de espetáculos e etc, tem também no curriculum apresentações em programas de tv, rádios e em shows com artistas nomeados, tais como: Guilherme e Santiago, Frank aguiar, Gian e Giovane, Gino e Geno, Daniel e outros.
            O show de Rocke & Erivaldo é muito bem elaborado, o repertório inclui além de musicas inéditas, grandes sucessos do gênero sertanejo universitário e do forró ( BATIDÃO ) e é minuciosamente cuidado para agradar toda faixa etária.
A dupla tem galgado cada degrau de sua promissória carreira esbanjando talento e simpatia, quem conhece o trabalho dos meninos sabe que eles vieram para ficar,e que nasceram para deixar tatuado seus nomes no cenário de música brasileira,portanto vale a pena conferir este talento que surge!

Fhaby e, Franchi
Em 2003, num desses dias de grandes shows, apareceu no palco uma linda jovem por nome Fhaby e, Franchi a convidou para fazer uma canjinha (cantar uma música). Franchi se apresenta e convida-a para que cantassem juntos, onde nasceu a dupla.

ARY &  ALEXANDRE    
RELEASE  EM  27 -  04  -  2009
 ARY &  ALEXANDRE    É  UMA  DUPLA    SERTANEJA   QUE  NASCEU  NO        ESTADO    DO  PARÁ   E  COM  5  E   7  ANOS    VIERAM    MORAR    EM  SÃO  BENEDITO  DO  RIO  PRETO  MARANHÃO  POIS  OS  SEUS  PAIS    SÃO  DESTA   CIDADE ,  MORAM  EM  UMA  CASINHA  COBERTA   DE  PALHA     O  SEU  PAI   E  LAVRADOR    A  SUA  MÃE  E  DONA  DE     CASA,  SÃO  DE  UMA  FAMILHA   HUMILDE   A  DUPLA  COMEÇOU  A  CANTAR  LÁ  NO  ESTADO  DO  PARÁ   COM  SEUS  3  ANOS  DE  IDADE  ,  JÁ  EM  SÃO  BANEDITO  CONTINUARAM   CANTANDO  E  ENCANTANDO  COM  O  SEU  ESTILO    SERTANEJO. CANTANDO  EM  BENEFICIO   DA  IGREJA  CATOLICA  DA  CIDADE   FIZERAM  SHOWS  PARA     ARRECADAR  ALIMENTOS   PARA  SER  DESTRIBUIDO  AS  PESSOAS  CARENTES     CANTARAM   TAMBÉM  PARA  ALGUMAS  ASSOCIAÇÕES  EM  DEFESA  DO  MEIO  AMBIENTE .  EM  2003 GANHARAM  UM  CONCURSO  DE  CALOUROS  PROMOVIDO  PELO  FORROZÃO   RAIZES.   E  OUTRO  PELA  RADIO  FORMOSA  FM.   DAÍ  SURGIO  A  IDÉIA   DE  FAZER  UM  SHOW  EM  2004    QUE     FOI      O  MAIOR  SUCESSO,  ENTÃO  EM  2006  COM  AJUDA  DE  AMIGOS  ELES  VIAJARAM  PARA  BELEM  NO  ESTADO  DO  PARÁ  PARA  GRAVAR  O  PRIMEIRO  CD   COM   11  MUSICAS  SERTANEJAS.   VOLTARAM  A  S.  BENEDITO  E  FIZERAM UM  GRANDE  SHOW  PARA  O  LANÇAMENTO  DO  CD .  JÁ  NO  FINAL  DE  2007  GRAVARAM  O  SEGUNDO  CD   E  NO  FINAL  DE  2008   O  TERCEIRO  CD  NO  ESTADO  DO  CEARÁ , EM  SÃO  LUÍS  A  DUPLA  JÁ  FEZ  TODOS   OS  CANAIS  DE  TELEVISÃO   E  ALGUMAS  RADÍOS.  SEMPRE  COM  BASTANTE  ACEITAÇÃO   MAS  O  DESEJO  DA  DUPLA    E FAZER  TELEVISÃO  EM  REDE  NACIONAL  PARA  MOSTRAR  O  NOSSO  TRABALHO  COMO  CANTORES  E  COMPOSITORES  .

PAULO SÉRGIO E ADRIANO
No ano de 1997 o Sr. Ulisses atende ao pedido do filho mais velho Adriano e compra um violão para que ele pudesse formar uma banda com amigos, e começou a ensinar os primeiros acordes ao filho. Porém a banda acabou não dando certo, mas Adriano continuou a tocar. Vendo o interesse do irmão, Paulo Sérgio o caçula, começou a se interessar pela musica também e pediu ao pai que também o ensinasse. Vendo a dedicação e a facilidade que os filhos tinham em aprender musica o pai Ulisses logo percebeu que eles tinham um enorme talento e teve a brilhante idéia de formar uma dupla sertaneja e ensinou os dois a cantarem em duas vozes, surgia assim em 1998 a dupla sul-mato-grossense Paulo Sérgio & Adriano.
Nascidos e criados na cidade de Ivinhema, interior do estado de Mato Grosso do sul, os garotos incentivados pelos pais Ulisses e Neusa, logo estavam cantando em festas de Igreja e de escolas, bares e lanchonetes de sua cidade. Participaram de diversos festivais, dos quais venceram 1 na categoria musica raiz inédita, com a música Sertão Brasileiro de autoria da dupla. Desde o inicio Paulo Sérgio & Adriano sempre se preocuparam em compor e se aperfeiçoar como cantores fazendo curso de canto. Com muita luta e profissionalismo a dupla gravou o 1° CD independente inteiramente de canções inéditas de autoria própria, participando inclusive da produção musical, como arranjadores e músicos e da arte do CD. O CD intitulado Sonhos é muito diversificado, contendo uma mistura de ritmos como baladas românticas, arrasta-pés e uma bela homenagem ao Pantanal sul-mato-grossense, atingindo assim todos os gostos do publico que tem aprovado o trabalho da dupla que por onde passam, levam muita alegria e humildade, conquistando fãs em todos os lugares.
Desde então a dupla vem se destacando em todo estado do MS e estados vizinhos com canções de própria autoria como Pessoa errada, Quando o amor chegar, Sonhos, Te amo te adoro e Pantanal.
Sem dúvida Paulo Sérgio & Adriano é uma dupla de sucesso e certamente será uma importante representante sul-mato-grossense no cenário sertanejo brasileiro.
Por estarem sendo bastante requisitados para grandes eventos como rodeios e shows bailes em clubes de toda a região a dupla vem se aprimorando e agora trabalha com uma banda, fazendo shows de 2 horas de duração, com muito agito e repertório bastante dançante sem deixar de fazer momentos românticos que é a marca da dupla.
No show a dupla interpreta além de suas musicas vários sucessos de outro artistas como Zezé Di Camargo & Luciano, Chitãozinho & Xororó, Chrystian & Ralf, Bruno & Marrone entre outros, fazendo uma interpretação própria e dando às musicas uma roupagem mais jovem, seguindo a linha do sertanejo universitário que também é uma característica da dupla. Eles ainda fazem seleções de pagode durante o show no Momento Viola Caipira, cantando sucessos de Tião Carreiro & Pardinho e outros, resgatando assim a musica sertaneja raiz e para diversificar ainda mais o show eles cantam ainda temas em inglês e espanhol. Vale a pena conferir o show.
Paulo Sérgio & Adriano já se apresentaram em diversos programas de TV e rádio do Mato Grosso do Sul e em outros estados com destaque para o Programa Eliane Camargo, gravado em São Paulo e transmitido pelo Canal do boi para todo o Brasil. Estiveram também no Programa Super Útil na TV Bandeirantes de Presidente Prudente, no programa Som da Terra na TV Tibagi em Maringá, estiveram ainda nos programas o Povo na TV, Programa Raul Freixes e de Miltinho Viana em Campo Grande-MS. Recentemente entraram no Kit difusão musical em comemoração aos 30 anos de MS, um projeto cultural incentivado pelo governo do estado com o objetivo de difundir a musica sul-mato-grossense. As musicas de Paulo Sérgio & Adriano incluídas nesse projeto são Pessoa errada e Pantanal.
Neste ano de 2009 os irmãos lançam o segundo CD Perigosa e Bandida, com 12 músicas inéditas e a regravação numa nova roupagem de Pessoa errada, e ainda 2 faixas bônus do primeiro CD (Sonhos e Pantanal). O novo CD segue a linha do primeiro, com estilos bastante variados como baladas românticas, pop, vaneiras, pagodes de viola e até um axé. Com esse novo trabalho que estará tocando em todas as rádios do Mato Grosso do Sul e do Brasil a dupla pretende atingir todos os públicos e conquistar definitivamente o seu espaço.
 .Carlinhos e Josy lima.  ....
A Dupla Sertaneja Revelação de 2011
A Dupla Carlinhos e Josy Lima traz uma das mais belas combinações de vozes de duplas sertanejas do Brasil, uma perfeita harmonia de voz masculina com feminina onde ambos trabalham primeira e segunda voz numa parceria sem igual.
Carlinhos e Josy Lima representam a nova geração da música sertaneja. A dupla com seu inconfundível carisma atraem público por onde passam e conquistam novos fãs.
Mayk & Rey
Há cerca de 14 anos no circuito da música sertaneja em todo o Brasil, a dupla catarinense Mayk & Rey, vem conquistando muitos fãs, admiradores e amigos por onde tem passado com seu show. Experiência, carisma e personalidade é o que não falta a esta dupla. Radicada em Florianópolis, atualmente vem se destacando no cenário da música sertaneja universitária nacional. Em seus shows, além de mostrar para seu público suas músicas que já são sucesso (Cervejada, Não Chora Menina, Balada Sertaneja, dentre várias outras), não esquecem da música sertaneja raiz, o que pode ser conferido em sua discografia. A dupla Mayk & Rey – que já tem 01 LP, 05 Cd´s e um DVD – agora trabalha em seu novo álbum, com a produção e direção artística de Marco Pontes. Conhecido no meio musical como (Caixote), o novo produtor também é maestro, arranjador e pianista, com participação efetiva nos discos dos maiores nomes nacionais e internacionais. Já fez arranjos para Michael Legrand, Julio Iglesias, o Rei Roberto Carlos, Zezé di Camargo & Luciano, Roberta Miranda, Leonardo, Raça Negra, Chitãozinho & Xororó, Sergio Reis e tantos outros. Já o público pode conferir o músico (Caixote) semanalmente na Banda Domingão do Faustão. O novo álbum está sendo produzido nos Studios Mosh, em São Paulo, um dos maiores Studios da America Latina e será masterizado em Nova York – EUA, contando com a direção de voz de Nil Bernardes, outro grande nome no mundo da música e que já produziu Bruno & Marrone, Cézar & Paulinho, Gian & Giovani, dentre tantos outros. Para completar o time, foram chamados para a gravação do álbum nada menos que: Albino Infantozzi, baterista; Gabriel Jacob, violões; Pedro Ivo, contrabaixo; Augostinho, acordeom; Marco Cesar, percussão; Marcelo Viola, viola e Alex Fornari, guitarra, todos requisitados por grandes nomes do cenário nacional e internacional. Para o início dos trabalhos foi selecionada a faixa “To Fora”, de composição da própria dupla, música esta que já está despontando em várias rádios do Brasil. Agora é só esperar pelo novo show, que virá com muitas novidades.

Renan e Rhyan
Tudo começou em março de 2005 quando Leandro de Oliveira Silva (Renan) mudou-se, com sua família, para um imóvel que haviam locado e, por força do destino e vontade de Deus, conheceu Lauro dos Santos Júnior (Rhyan), que havia locado o mesmo imóvel, porém, na área comercial. A identificação de ambos foi imediata com relação à paixão musical comum. Começaram então a ensaiar e, em um mês já estavam se apresentando nos bares da cidade de São Carlos. Houve uma combinação perfeita entre timbre vocal e ideais, pois os dois músicos possuíam o mesmo sonho: o de cantar pelo Brasil a fora divulgando a música sertaneja. Buscando novos desafios partiram para a Capital do estado de São Paulo, onde começaram um trabalho de divulgação, se apresentando em bares e casas de shows, como Villa Country (a maior casa de shows sertaneja da América Latina), Biroska (a casa dos artistas), Eukalipitu's, Estância Pirâmide, Wall Street, entre outras. A Dupla foi ganhando destaque por possuir
“identidade própria”, estilo e presença de palco notórios, além de dar preferência às composições próprias. No final de 2009 gravaram o primeiro CD promocional com o título QUERO VOCÊ, com 6 músicas. Esse trabalho teve boa repercussão por apresentar 4 músicas de própria autoria e abriu as portas para a gravação do segundo CD, em outubro de 2010, agora com 12 faixas.
Renan
Descobriu cedo o talento para a música, cantando em karaokê e festas de família e amigos, onde o seu timbre vocal e afinação eram apreciados por todos. Seu sonho era cantar em uma dupla sertaneja, o que começou a se realizar quando conheceu o parceiro Rhyan. Sua “primeira voz” é única e inconfundível, e hoje, o palco já faz parte de sua vida.
Rhyan
Começou a tocar violão aos 14 anos de idade em uma igreja evangélica. Tocou em várias bandas e de variados estilos como Rock, Hard Rock, Black Music, Sertanejo, Gospel, entre outros. Também cantou em corais e quartetos masculinos acapella. Algumas de suas músicas foram gravadas por artistas evangélicos. Sua “segunda voz” é firme e marcante, e suas composições ajudam a criar a identidade da dupla.
Juninho & Rogério
22 DE DEZEMBRO DE 2008
Release, Juninho & Rogério
Amigos desde crianças Juninho e Rogério sempre foram apaixonados por música sertaneja mas nunca tivera sonho de se tornarem cantores, mas com o tempo Rogério resolveu aprender a tocar violão e Juninho também o acompanhou nessa "aventura" e sempre eles tocavam em rodas de amigos, até que um dia um amigo os apresentaram a um cantor da região que por sua vez, fez o convite para que eles participacem de um show em um bar da cidade, vendo que os dois tinham agradado o público o cantor então sempre os levavam em seus shows, e assim foram ganhado popularidade, daí surgiu a idéia de parar de brincar de cantor e seguir carreira como dupla sertaneja, montaram então banda e começaram a fazer shows em várias cidades da região, passado um tempo surgiram imprevistos que fizeram com que a dupla se separasse e por três anos ambos não mais se dedicavam a música, mas o desejo de cantar e levar alegria aos antigos fãs foi mais forte e depois de todo esse tempo parado no mês de novembro desse ano resolveram remontar a dupla e assim Juninho e Rogério Renascendo das cinzas pra fazer o que mais lhe dão prazer, cantar e levar aos ouvidos do público o melhor da música sertaneja.
POSTADO POR JUNINHO & ROGÉRIO 
Duda e Matheus
A Dupla                                                      
  Em 2008, Duda (17) e Matheus (22) se conheceram devido uma paixão em comum: a música. Eram freqüentes os encontros semanais neste ano para os ensaios de uma banda de garagem formada por amigos. A banda não deu certo, mas a amizade ficou. Fora da banda os encontros eram freqüentes sempre acompanhados do violão e do sonho de subir ao palco, assim, logo surgiu à primeira oportunidade e a partir aí outras surgiram. Duda e Matheus sempre presentes em eventos sociais da cidade teve como primeira vitrine a Rádio Cultura de Cássia, onde se apresentam frequentemente no Programa Domingo Alegre, local onde conquistou seu espaço entre os artistas sertanejos da cidade. A dupla cassiense levou o nome da cidade no 1º Festival de Musica sertaneja de São José da Bela Vista, e recentemente em Goiânia no berço de várias duplas de sucesso, e cantou na entrega do Prêmio Produz Brasil 2010 onde foram homenageados: o presidente da Faesp e do Senar, Fábio de Salles Meirelles, e José Batista Junior, do Grupo JBS-Friboi,  líder  global  no  segmento  de processamento de proteína animal.
 Musicalmente, o diferencial está na capacidade de se adaptar e executar com qualidade os diversos estilos como o axé, o sertanejo e o pop.
A Banda
A dupla Duda e Matheus são acompanhados por uma banda composta por profissionais altamente capacitados. A dupla juntamente com a banda possuem altíssima qualidade musical, que é fundamental para a realização de um grande evento.
O Show
Com um repertório em constante atualização, a dupla faz pesquisas junto ao mercado musical para buscar sempre os melhores trabalhos de grandes artistas, com o intuito de sempre trazer para o palco a sinergia entre os músicos e o público. O repertório passa por diversos gêneros, entre eles se destacam o axé e o sertanejo universitário, o show tem três horas e meia de duração e prima pela responsabilidade, comprometimento e compromisso para com o público.
Através de um show que não deixa ninguém parado.

26/12/11 Tiago Violeiro & Gabriel


Tiago Violeiro & Gabriel –08/09/2009 
Tiago Violeiro 28 anos, toca viola e canta desde os 13 anos de idade, nascido em Campo Grande-MS, estudante de direito, adora pescar, viajar, ver filmes e cantar ao lado do seu irmão Gabriel, 19 anos, que toca violão e canta desde os 15 anos de idade, estudante de administração, formaram a dupla no final de 2008 início de 2009, gravando seu primeiro sucesso TENHO TANTO AMOR, de composição de TIAGO VIOLEIRO da dupla. Hoje 1 anos após a formação da dupla gravam seu 1º cd em VIRADOURO-SP, no Heaven Studios, produzido e masterizado pelo amigo Juliano Raffan, com um repertório escolhido a dedo pela dupla, e com 40% de músicas inéditas e regravações.
Tiago Violeiro nos conta que suas influências na vida sertaneja iniciaram aos 13 anos, pois ate então ele me falou que não gostava de sertanejo, e foi apresentado a uma viola caipira de 10 cordas por seu pai e seu tio Sebastião Silva Soares que deu seus primeiros passos na música. Tiago foi descobrindo o universo artístico ensaiando, tocando em apresentações culturais, festivais e revela que sua primeira apresentação foi em praça pública para 2000 pessoas na cidade de Jataí-GO em que vive atualmente. Disse que ao subir no palco estava muito tranquilo, apesar de seu pai e seu outro professor estarem juntos ao lado dele "tremendo nas bases" rss... Tiago sempre foi lembrado e identificado por seu jeito diferente de manusear a viola, como marca registrada pelos sons que consegue tirar do instrumento. Após esse período de evolução musical, Tiago também chegou a formar algumas duplas e viajar por esse Brasil, cantando e mostrando seu trabalho, detalhe que não pode ser esquecido que nessa fase Gabriel, já o acompanhava nos shows, olhando o irmão, e pensando um dia se DEUS me permitir, eu que queria estar ao lado dele senhor junto. Gabriel foi despertando o interesse pela musica nessa época, e via seu irmão tocar e chegava em casa e tentava fazer igual no violão. Aos poucos foi participando cada vez mais, ajudando como assistente de palco, depois foi montando cenário, passou para a produção até que quando seu irmão menos esperava Gabriel já estava cantando e começou a participar nos shows do irmão sem compromisso para mostrar seu trabalho. Detalho na época as meninas já admiravam o menino rs...
Como DEUS escreve sempre o certo por linhas tortas, o destino uniu os dois e o que parecia um sonho se tornou realidade se TIAGO VIOLEIRO E GABRIEL formava em final de 2008 início de 2009.
Foram para São Paulo, e gravaram seu primeiro sucesso TENHO TANTO AMOR, composição de Tiago Violeiro da dupla, mais com singela participação de Gabriel tb, nas letras. Temos consciência que a caminhada para o sucesso é estreita e longa, mais DEUS sempre provê as coisas e a nossa hora vai chegar no tempo certo, no momento exato e o que é melhor sem precisar passar por cima de ninguém.
Bate - bola jogo rápido...
Posso fazer algumas perguntas meninos
resp: Pode sim. Claro.
Pergunto aos dois. O que vocês têm de diferente para mostrar ao público, dos outros milhões de artistas desse Brasil?
resp: Nosso jeito de ser.
Nossa música, carisma, muita humildade, irreverência e atitude.
O que é o sucesso para vocês?
resp: É o reconhecimento pelo nosso trabalho, sucesso é o carinho das pessoas, dos fãs, amigos, é você entrar num lugar lotado, soltar a garganta e o povo todo cantar sua música !!! Isso não tem preço.
Quais foram suas influências do meio?
resp: Tião Carreiro, Crhystian e Ralf, João Paulo e Daniel, Chitãozinho e Xororó, Bruno e Marrone, Victor e Léo, e a nova geração como Guilherme e Santiago, João Netto e Frederico, Jorge e Matheus, Cesar Menotti e Fabiano e muita gente amiga.
Vocês se consideram mais um no estilo Sertanejo Universitário?
resp: Consideramos que o que fazemos além de ser com muito carinho é um novo som, com nossa cara, nosso timbre e jeito de tocar, produzir e compor. Tentamos passar ao máximo isso tanto no estúdio quanto no shows com a galera. Muita gente rotula como sertanejo universitário e as vezes nem sabe de suas características que são os violões na cara, a galera na cara. Não criticamos apenas fazemos do nosso jeito com muito carinhos para nossos fãs de todo o BRASIL.
Algum recado para profissionais do meio, produtores, empresários, gravadoras?
resp: Sim. Gente esse primeiro trabalho nosso apesar de ser independente, vem despontando e tendo ótima aceitação por onde passamos, então gostaria de pedir as gravadoras, produtores e empresários interessados que nos procurem pelo site na net lá tem todos os contatos possíveis.
Estamos procurando parceiros sólidos e que queiram conciliar sua marca ao público.
Gostariam de mandar mais algum recado?
resp: Sim. Para o DEUS primeiramente e a nossa família, que sempre nos apoiou e é o esteio de nossa vida de nossa trajetória.
E a todos que acreditem nos seus sonhos não desistem pois uma hora ele realiza e chega e quando isso acontecer, receba de braços abertos, sem preceitos, preconceitos, sem dúvidas, encarem e ponham o pé na estrada.
TIAGO VIOLEIRO E GABRIEL.
www.tiagovioleiroegabriel.com.br
contatos@tiagovioleiroegabriel.com.br
coelhotc@hotmail.com
(64)9606-2309 / (64)9221-3133

domingo, 25 de dezembro de 2011

JOHNY MARCOS & MAURINHO

JOHNY MARCOS & MAURINHO
RELEASE A dupla Johny Marcos e Maurinho nasceu em Belo Horizonte, posteriormente fincando suas raízes em Contagem, onde é bastante conhecida. A dupla tem participado de grandes eventos na capital mineira e também no interior do estado, sempre com grande êxito e enorme sucesso. A paixão pela música, herdada do pai, fez com que os irmãos e amigos se reunissem e fizessem à banda Planeta Azul. Os irmãos e amigos puderam, desta forma, concretizar um grande sonho que alimentaram desde criança, cantar e terem o trabalho reconhecido pelo Brasil afora. Ao longo desses quinze anos de formação da banda e da dupla, já conseguiram conquistar um importante espaço no sempre concorrido mercado musical com apresentações sistemáticas nas melhores casas de shows de Belo Horizonte. Apresentaram-se também em grandes eventos ocorridos pelo interior do estado de Minas Gerais, tais como a "Cavalgada do Município de Nova Era", "Festa da Jabuticaba de Brumadinho", "Festa dos Funcionários da Cia.Manesmann", no município de Bocaiúva, "Betim Rural", "Caratinga faz a Festa", Expo Morada -- Morada Nova de Minas entre outros. Além destes, animaram incontáveis eventos como bailes de formaturas, festas de 15 anos, festas de casamentos, etc. A grande "performance" no palco, o repertório e o jeito contagiante de mexer com o público constituem uma fórmula mágica que explica bem um pouco da promissora carreira da dupla e da Banda Planeta Azul, que a acompanha. Sempre esbanjando simpatia e carisma lhes rendendo rasgados elogios por todos os lugares em que já passaram, aumentando a legião de fãs e admiradores de seu belo trabalho. A Banda Planeta Azul foi o grande início desta carreira em que se encontra Johny Marcos e Maurinho. Na realidade esta banda, formada pelos irmãos de JM e M e por outros amigos de infância, foi o projeto inicial para correrem atrás da realização de seus sonhos, de participar do cenário da música sertaneja no Brasil. Hoje, esbanjando qualidade e sensibilidade técnica, os músicos da Banda Planeta Azul dão o suporte necessário para que a dupla Johny Marcos e Maurinho executem um show com qualidade e grande carisma, cativando o público por onde passam.

MUNHOZ & MARIANO
Munhoz & Mariano Dupla Munhoz e Mariano Com três anos de formação e um ano e meio de estrada profissional, a dupla Munhoz e Mariano é nome garantido no sucesso da música sertaneja brasileira. Naturais de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Raphael e Ricardo tocavam por hobby em um boteco da cidade, E foi assim na brincadeira, dois violões e 2 microfones ligados em uma pequena caixa de som, que os dois amigos começaram a ganhar a admiração das pessoas próximas e uma grande reputação pelos freqüentadores do local. Aos domingos o bar ganhava um público extra devido às modas que ali eram tocadas pelos dois sertanejos. Entre cantorias e violadas surgiu então, a dupla Ricardo e Raphael. Porém, esta marca já existia e foi preciso então, criar um outro nome para a dupla. Entre uma conversa e outra com amigos e familiares, foi sugerido o uso dos sobrenomes dos dois: Munhoz e Mariano. A princípio, muitos acharam um nome pesado, mas com o passar do tempo o nome pegou e as modas de viola desta dupla caíram no gosto popular de todos em Campo Grande e região. E depois de diversas apresentações neste bar aos finais de semana, a dupla recebeu um convite para fazer o primeiro show. Foi em 2007, numa festa tradicional da ACQM, em Campo Grande, que a dupla se apresentou para um público maior e conheceu o atual empresário da dupla. Joaquim Caminha, começou a colocar a dupla em algumas festas e nas melhores violadas e bares da cidade, fazendo até dois shows por dia. A dupla Munhoz & Mariano conquistou um forte nome na capital morena e logo foram surgindo shows na região e fora do Estado. O primeiro foi em Rochedo, interior de Mato Grosso do Sul, e Paranavaí, no Paraná, foi a primeira cidade fora do estado. A partir daí a dupla adquiriu cada vez mais reconhecimento e hoje fazem cerca de 16 shows mensais. Com a admiração e o carinho do público, a dupla possui hoje mais de 10 fãs-clubes espalhados pelo Brasil e cada vez mais, com humildade e competência, conquista inúmeras pessoas por onde passa. Gravação do CD Depois de muitos shows e canções que caíram no gosto popular, a dupla partiu para um novo marco na carreira. A gravação do 1º CD de Munhoz e Mariano aconteceu no dia 9 de janeiro de 2009 em Campo Grande e teve casa cheia e ingressos esgotados. A dupla conta que levou um susto ao chegar no local e ao ver a grande quantidade de pessoas. ?Teve muitos que até ficaram para fora, pois a casa não tinha capacidade para mais gente?, declara Munhoz. Com canções mais animadas e letras mais despojadas, a dupla animou 3 mil pessoas em 2 horas de show. Os singles sertanejos embalaram o público presente e as vozes particulares ganharam, a partir desta gravação, mais admiração e prestígio. O CD ao vivo teve 16 faixas e tiveram canções como o sucesso de Zé Gore, Putaiada e Beberrão. Após a gravação, a dupla escolheu mais uma vez Campo Grande para o lançamento do CD e mais uma vez a dupla sul-mato-grossense surpreendeu: sucesso de público e quase 5 mil pessoas em um clube fechado da cidade.

PAULA FERNANDES
Cantora e compositora, Paula Fernandes, 25 anos, nasceu em Sete Lagoas, em Minas Gerais. Começou a cantar ainda criança, aos oito anos e, aos 10, lançou o primeiro disco independente, “Paula Fernandes”. Nesta época, se apresentou em festas e casas de espetáculos de sua cidade e arredores e participou de programas de televisão e rádio para divulgar o trabalho. Em Sete Lagoas, Paula apresentou o programa de rádio “Criança Esperança” na companhia dos amigos Brandão e Sidney a boa atuação a levou a participar de vários números autorais no programa “Paradão Sertanejo”, da TV Band Minas. Aos 12 anos, Paula Fernandes se mudou com a família para São Paulo e foi contratada por uma companhia de rodeios, com a qual trabalhou durante cinco anos, viajando por todo o Brasil como cantora da trupe, o que lhe rendeu bastante experiência de palco, repertório e vida artística. Neste mesmo ano, inspirada no sucesso da novela “Ana Raio e Zé Trovão”, Paula lança seu segundo CD, “Ana Rayo”, com repertório pop/sertanejo. Paula então foi apresentada ao diretor Jayme Monjardim pelo produtor musical Marcus Viana, conhecido por criar trilhas sonoras de produções como as novelas “Pantanal”, “O Clone e “A Casa das Sete Mulheres”. O contato resultou na gravação da música “Ave Maria Natureza”, uma versão da “Ave Maria” de Schubert, bastante executada na trilha da novela “América”. Autora do sucesso Meu eu em você, cantora Paula Fernandes lança álbum pela Universal Music. Neste mesmo ano, Paula Fernandes lança seu terceiro CD, “Canções do Vento Sul”, pelo selo Sonhos e Sons, com participação do grupo Sagrado Coração da Terra e do cantor Sérgio Reis, este na música “Sem Você”. “É a mais bela voz que ouvi nos últimos dez anos”, afirmou Reis na época. No álbum, Paula já mostrava sua diversidade artística, com temas que passavam pela MPB, música pop, country, sertanejo de raiz e pitadas de world music. O disco rendeu a Paula uma importante indicação ao Prêmio Tim de Música Brasileira de 2006, na categoria de Melhor Cantora Popular (júris popular e oficial). Em dezembro de 2006, Paula Fernandes lança o álbum “Dust in the Wind”, também pelo selo Sonhos e Sons, com músicas de seu repertório internacional, como “Angel”, de Sarah MacLachlan, “The Boxer”, de Paul Simon, além de uma bela versão para a música “Dust in the Wind”, do Kansas, incluída na trilha sonora da novela “Páginas da Vida”. Em 2008, Paula Fernandes é contratada pela Universal Music, que aposta no talento da cantora mineira no CD “Pássaro de Fogo”,com destaque para as músicas “Meu eu em você” e “Pássaro de Fogo”. Ainda antes do lançamento do disco, a gravadora opta pela Internet como porta de entrada de divulgação do novo trabalho. A iniciativa agregou novos fãs e sedimentou antigos admiradores da cantora. Desta parceria surgiram diversos vídeos que podem ser assistidos na íntegra no site YouTube.

sábado, 24 de dezembro de 2011

Eliane di Paula & Alcimar 24/12/11


Eliane di Paula & Alcimar
Histórico da Dupla
Brasília é uma cidade que possui uma grande diversidade cultural, onde nascem todos os dias representantes de várias tendências culturais.
A dupla ELIANE DI PAULA & ALCIMAR, filhos de uma goiana e um mineiro, surgiu, como representantes legítimos da Música Sertaneja na terra da mistura brasileira, o que pode ser comprovado pelo trabalho que vem realizando ao longo dos anos, dentro de um repertório que abrange as peculiaridades culturais arraigadas na Música Sertaneja.
ELIANE DI PAULA & ALCIMAR gostam de surpreender o publico com clássicos da música sertaneja, como se fosse um brinde, buscando conservar a essência e o alto teor cultural que ela se propõe; com base em uma busca que se caracteriza por um repertório global, desde a origem, evolução e contemporaneidade desse estilo musical tão apreciado em nosso país.
Os dois irmãos são filhos do cantor e compositor IVAN MORENO (da dupla: REI DA PRATA & IVAN MORENO, grande sucesso dos anos 80 e 90, na Região-Centro Oeste)

Especializações
ELIANE Di PAULA & ALCIMAR também apresentam suas próprias composições em seus shows, inéditas e as que foram gravadas por artistas conhecidos no Brasil e exterior como: GLENO ROSSI, MÁRCIA FERREIRA, MANO JÚNIOR, MARCIO & MARCELO, ZEZITO E ZÉ PAULO, GABRIEL LENNER, HUGO & GERA, ANA PAULA & FERNANDA, ELIANE DI PAULA E GEORGIA entre outros.
Eliane di Paula e Alcimar são filhos de Brasília, a dupla está a cinco anos atuando juntos, os dois irmãos cantores e compositores vêm desenvolvendo seu trabalho no mercado artístico de shows e eventos em várias regiões do país, como: Minas Gerais, Goiás, São Paulo, Rondônia e em especial, o Distrito Federal. Já têm duas músicas em um trabalho demonstrativo concorrendo com grandes nomes da música brasileira no seguimento sertanejo, das quais vem tendo destaque e sendo tocadas entre as 10 mais em 3º e 8º lugar, no rádio do Brasil, Japão e Londres com as músicas: “AMOR FEROZ” (autor: Eliane di Paula/ Alcimar/ Agê Pinheiro) e” VOCÊ VAI SE ARREPENDER ”(autor: Eliane di Paula/ Alcimar),e tem sido um dos elos propulsores da música sertaneja no Distrito Federal.
Eliane di Paula e Alcimar, a dupla que tem orgulho de ser sertaneja! Levamos alegria em forma de música. Conheça nosso trabalho, queremos conquistar seu coração!

Adeilson e Adriano
Nasceram no interior da Bahia no Município de Catolandia Cidade Pequena próximo a Barreiras e sempre gostamos de musica sertaneja e como todos sonharam em ser cantores sertanejos e eu Adeilson fiz um violão de uma madeira conhecida como Mulungú ou Barriguda de espinho e sozinho com muito sacrifício sem fazer aula de violão ou de musicas eu aprendi, comecei logo a compor e fiz a minha primeira canção que é a musica SOLIDÃO NO QUARTO e logo ensinei o meu irmão Zé Carlos que fizemos dupla chegamos a cantar em programas de Radio em Barreiras mais por ser muito tímido ele desistiu e continuei solo novamente por muito tempo depois ensinei o Adriano que hoje é o meu parceiro atual e começamos cantando em Rádios também logo na primeira vez que a dupla ADEILSON E ADRIANO cantou na Radio tivemos a esperança de voltarmos outras vezes assim que nos convidassem mais tivemos uma surpresa muito boa no dia seguinte ouvindo a Radio Vale do Rio Grande a qual nós tinha nos apresentado cantando ao vivo o Locutor Nilton Santos nos convidou no ar e falou pra irmos no mesmo dia se possível mais não tinha mais transporte naquele horário mais e no dia seguinte pegamos um ônibus e fomos até a Radio e nos receberam maravilhosamente bem e falaram era pra nós cantar todos os Domingos no mesmo programa o qual nós tinha cantado anteriormente e tinha uma dupla sertanejo que queria falar com a gente isso foi uma emoção sem tamanho alem de ser convidados pra cantar novamente na Radio todos os domingos e ainda ser convidados por uma dupla chamada Dino Marques e Billy Rossi na época estava estourando na região e chegamos no Hotel onde a dupla estava nos aguardando, mais a dupla nos convidaram pra cantar fazendo aberturas de todos os Shows deles cada contrato de shows deles já éramos contratados também pra fazer aberturas e viemos para Brasília depois onde moramos hoje e trabalhamos, gravamos o Nosso primeiro CD depois de muita luta e estamos ai na estrada buscando o nosso espaço humildemente
Agradecemos o carinho de todos?

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

23//12//11Léo & Júnior

(Léo & Júnior )
A dupla Léo & Júnior é formada por dois irmãos, nascidos em Rubiácea - SP, iniciaram sua carreira, Léo aos 9 anos e Júnior aos 6 anos se apresentando em festivais e feiras agropecuárias em todo interior paulista.

Léo & Júnior tem 17 anos de estrada e neste período já cantaram com artistas de renome da música sertaneja, como: João Paulo & Daniel, Abel & Caim, Tonico & Tinoco, Joaquim & Manuel, Sérgio Reis, Cezar & Paulinho, Chitãozinho & Xororó e Zezé di Camargo & Luciano, que são referencias musicais.

O primeiro Cd independente da dupla foi “Cowboy de Coração”, que teve sucessos como “Por Toda Vida” e “Paixão e Saudade”. Destacamos ainda um trabalho especial para os irmãos, o Cd coletânea “Gado Novo” – projeto da Universal Music. Atualmente divulgam o seu terceiro álbum, “Léo & Júnior Acústico – Ao vivo” que traz um trabalho de alto nível e valeu aos meninos o Troféu Pérola de Ouro 2008 como a melhor dupla sertaneja do ano. O disco mostra um toque especial de romantismo e muitas canções com ritmos contagiantes para animar o público, entre elas às músicas “Se entrega amor”, “Vôo 777”, “Por favor reza pra nós”e “Casei com a Tia”. Durante essa trajetória, o talento de Júnior como compositor já está na boca do povão, com o sucesso de sua primeira composição, a música “Não” que está no novo álbum e também a atual música de trabalho “Sem você eu morro”.
Tentando colaborar com o combate a pirataria lançam seu Cd com um preço bem acessível ao mercado.

Nos shows de Léo & Júnior, buscando sempre a inovação apresentam um repertório que agrada a todos os gostos e idades, cantam e encantam a platéia, interpretando músicas de vários artistas sertanejos e os sucessos de seus CDs. Com freqüência fazem shows nas cidades do Interior Paulista, Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul. É comum encontrá-los realizando alguns eventos, rádios e programas de televisão na Grande São Paulo onde conquistam a cada dia seu espaço e ainda mais notoriedade entre o público e a mídia.

A reciprocidade do público nas cidades onde se apresentam, indica que Léo & Júnior é uma dupla de muito talento e carisma, com sua simplicidade seguem firmando o nome entre as maiores duplas sertanejas do país. Persistindo no sonho de fazer sucesso e ter seu talento reconhecido, já possuem todos os motivos para comemorar a sua bela trajetória.

 Relber & Allan
São antigos amigos da cidade de Ipatinga, região do Vale do Aço, em Minas Gerais. Em 2008, começaram a se apresentar em bares, casas noturnas, aniversários, casamentos e outros pequenos eventos.

Relber & Allan são antigos amigos da cidade de Ipatinga, região do Vale do Aço,
em Minas Gerais.
Em 2008, começaram a se apresentar em bares, casas noturnas,
Aniversários, casamentos e outros pequenos eventos.
O estilo diferenciado trouxe convites para shows em bares e casas noturnas.
A oportunidade de gravar o primeiro CD com o DVD surgiu em abril de 2009.
A dupla reuniu, no Hall do Estádio Ipatingão,
Seis mil pessoas para
Participar da gravação do DVD ao vivo em Ipatinga.
 A estrutura de palco apresentada, jamais vista na região, é a mesma utilizada pelas grandes duplas
Do sertanejo universitário da atualidade.
Relber & Allan é a primeira dupla da região a conquistar em tão pouco tempo o cenário
Do segmento sertanejo no Triângulo mineiro e Interior de São paulo. Eles já estão
Entre os cantores mais tocados nas rádios das cidades de Uberlândia, Uberaba,
Ribeirão preto e São josé do Rio preto. Em nossa região, os profissionais de rádios e TV

 Jaime e Raone
Release
Jayme incentivado pelos irmãos (que formaram uma boa dupla sertaneja em meados da década de 80 - Dionísio e Dionésio), cantava desde os 11 anos em rádios e em pequenas apresentações e estava a procura de um parceiro que tivesse a mesma determinação que possuía, uma vez que já tinha formado dupla com seu sobrinho e se decepcionado pela falta de afinco do menino.
Conhece Raone através de um amigo em comum dos dois, e desde o primeiro momento, Raone que sempre gostou de cantar e tocar violão - mas ainda não tinha se aperfeiçoado por motivos de não possuir o parceiro ideal -  mostrou entrosamento com Jayme uma vez que tinham os mesmos ideais. A partir desse momento, nasce a dupla Jayme & Raone.
 A dupla no primeiro ano de vida só tocou em bares e restaurantes. Após o sucesso e o reconhecimento do público, no segundo ano a dupla foi convidada por renomadas casas noturnas de São Carlos e região para fazer a abertura de shows de artistas já consagrados no Brasil como Mato Grosso e Mathias, Gino e Geno, Bruno e Marrone, César Menotti e Fabiano e entre outros. Foram convidados também a participar de festas de aniversários e shows de grandes emissoras de rádio como a Clube FM, DBC FM e outras.
 No final do segundo ano de carreira veio a maior alegria de Jayme e Raone, com a realização do primeiro trabalho da dupla, onde gravaram o primeiro CD, tendo como música de trabalho o sucesso: “QUANDO ELA FOI EMBORA” - uma musica com a cara do sertanejo moderno - que está emplacando nas emissoras de rádio de São Carlos e região.
O CD conta ainda com várias musicas que vão agradar a todos os gostos.
 TONINHO & DONIZETE
Toninho & Donizete é aquela dupla que percorre todos os caminhos que o verdadeiro artista tem que trilhar, para o sucesso.
Uma dupla que leva o melhor da musica sertaneja. Dessa forma vemos que a formação musical reflete isso.

Mas, tudo acontece no momento certo. Toninho & Donizete foram apresentados a Luiz Carlos Menduni, por intermédio de Joilson, musico integrante da banda e amigo da dupla.
Luiz Carlos Menduni um amante da musica sertaneja, e do meio artistico. Com mais de 12 anos de experiencia em Assessoria, Divulgação e Produções Artísticas.
Trabalhando com duplas sertanejas de renome nacional como: Diego & Diogo, Gilberto & Gilmar, Goiano & Paranaense, Dalvan, entre outros.
Assim firmaram uma parceria, onde se tornaram grandes amigos, trabalham em busca do sucesso da dupla, que já vem se destacando no cenário sertanejo nacional.
Toninho & Donizete, consegue sem perder a sua identidade, ser uma dupla Um pouco diferente, com estilo meio raiz, meio urbana, onde em seus repertórios aparecem, músicas de composição própria como: CABOCLO RESPEITADO , MULHER CARENTE, SAPECA, RECORDANDO A INFÂNCIA, DESABAFO, etc. Além de musicas de: Tião Carreiro & Pardinho, Pena Branca & Xavantinho, Chitãozinho e Xororó, Milionário e José Rico, Teodoro & Sampaio, entre outros.
Toninho, natural de Mogi-Mirim - SP, f azendo a primeira voz e violão base.
Donizete, natutal de Registro - SP, fazerndo a segunda voz, sanfoneiro, tecladista, violão e viola.
Toninho & Donizete trouxeram consigo a bagagem musical, de vários anos de experiências , junto a outras formações e projetos musicais.
Tudo feito com muita dedicação e profissionalismo. E Com certeza que você vai gostar.

CONTATOS P/ SHOW
(13) 3594-2264 / 3478-3200
(13) 9791-2761 / 8815-3206

 Lunara e Vitor Fontana
 A Dupla Sertaneja Lunara e Vitor Fontana tem cativado o público por onde passam com muito carisma e um jeito único, com isso estão conquistando seu espaço no mundo sertanejo e se destacando no cenário da música do sul do país nestes últimos meses.
Ambos são paranaenses, cantam desde pequenos, e tem grande experiência musical. Ela nascida em Dois Vizinhos, aos nove anos de idade já mostrava seu talento em festivais de música, tendo em seu curriculum a participação de mais de trezentos festivais pelos estados do Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso e São Paulo. Nascida para cantar Lunara Luiza Vera Vazquez mais conhecida como “Lunara” vem cantando e encantando multidões. Vitor Desinho da Silva, “Vitor Fontana” é violonista e compositor, nasceu em Curitiba, com 8 anos já mostrava seu talento pra cantar nas reuniões de família, aos 17 anos começou se apresentar em barzinhos, e em pouco tempo já estava cantando nas melhores casas de Curitiba, com inúmeras passagens pelos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina.
No início de 2009, surgiu entre Lunara e Vitor Fontana uma grande amizade e juntamente com isso a mais nova promessa da música Sertaneja. Com um repertório diversificado que contagia o público, eles fazem um passeio pelo que há de melhor no country americano e sertanejo universitário. Com uma pegada forte e vibrante, a dupla traz para os seus shows composições românticas e dançantes. Eles vêm cada vez mais conquistando a simpatia do público por onde passam.


quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

ERIC e MATHEUS

ERIC e MATHEUS
Gaúcho, ERIC descobriu cedo seu talento e o dom pela música. Com 18 anos começou a tocar em uma banda no RS. Teve influência dos tios que já cantavam também o gênero sertanejo.

MATHEUS, o paranaense, começou com 11 anos tocando em bailes e festas. Teve influência de primos que ensinaram os primeiros acordes.

ERIC & MATHEUS cantam juntos há cerca de 7 anos e desde então o bom humor e a simpatia em cima do palco é garantia de uma apresentação fantástica, deixando suas fãs por todos os lugares que passam. Uma forte característica da dupla é seu estilo moderno e ousado que cativou o seu público, sem deixar de lado à simplicidade e a preocupação de fazer o melhor em seus shows.

Eric, com sua voz marcante, e Matheus com o domínio de vários instrumentos, são uma das duplas mais tocadas dessa nova safra do sertanejo universitário.

Em 2010, depois de conquistar o Brasil com o grande sucesso "Alô to num Bar", ERIC & MATHEUS apresentam o álbum "Pó Pegá". Com 15 faixas, sendo 12 inéditas, o CD traz a música "Pó Pegá", que já figura uma das músicas mais tocadas nas rádios brasileiras.

O CD está recheado com músicas variadas, desde aquelas mais apaixonadas até outras mais dançantes.

Palmeira & Piracy
“Filho de Francisco Lopes Rodrigues e de Encarnación Puga Rodrigues, o compositor Miguel Lopes Rodrigues, caboclo dos Marins, bairro da cidade paulista de Piracicaba, iniciou sua carreira artística em 1937, quando formou com o irmão Santiago Lopes sua primeira dupla sertaneja, os Irmãos Piracicabanos.
Durante os quatro anos em que Miguel e Santiago trabalharam juntos a dupla se apresentou em inúmeros shows, que incluíam ‘causos’, humorismo e alguma música caipira. Por sugestão de Oduvaldo Viana, Miguel associou-se então a Palmeira, fazendo
Palmeira e Piraci surgir em 1941, na Rádio Difusora de São Paulo, a dupla caipira mais importante da década seguinte: Palmeira e Piracicabano, que em 2002 completou 60 anos de criação.
Com o imediato sucesso que obteve em todo o interior e na capital do Estado de São Paulo, por influência de Serrinha (Antenor Serra) e do Capitão Furtado, a nova dupla partiu para o Rio de Janeiro para gravar seu primeiro disco. Seu primeiro LP – composto por dez faixas musicais, entre as quais Mulheres Célebres (Capitão Furtado e ítalo Izzo) e Carro de Boi (Capitão Furtado e Orlando Puzone) gravado na RCA Victor – alcançaram grande repercussão em todo o Brasil.
No lastro de seu amplo sucesso nacional, Palmeira e Piracicabano foram então contratados pelas casas de espetáculo de maior prestígio daquele momento, a Rádio Nacional e o Cassino da Urca, no Rio de Janeiro, que viviam seu período áureo. Foi por aquela época que Miguel Lopes Rodrigues, aceitando sugestão do padrinho e amigo Zé da Zilda, abreviou seu pseudônimo para Piraci e a dupla passou a gravar com o nome artístico de Palmeira e Piraci.
Em 1944, retornando a São Paulo como contratado da Rádio Difusora, a dupla Palmeira e Piraci participou dos programas sertanejos Longe da Cidade e Arraial da Curva Torta, este último conduzido com grande eficiência pelo Capitão Furtado, e passou a gravar pela Continental. Canções como O Mundo Daqui a Cem Anos, Louvação a São Gonçalo, Sina de Beija-Flor (Palmeira, Piraci e Capitão Furtado), Promessa de Caboclo (Anacleto Rosas Junior), Paraguaia e Pepita de Ouro (Capitão Furtado e Palmeira), entre outras lançadas com o selo da nova gravadora, foram muito bem recebidas pelo público.
Em seguida, a convite da Força Expedicionária Brasileira, a dupla voltou ao Rio de Janeiro para cantar na Vila Militar, onde Piraci musicou A Carta do Expedicionário e Palmeira criou a melodia de A Resposta para o Expedicionário, ambas com versos do Capitão Furtado.
Desfazendo-se a dupla Palmeira e Piraci em 1945, os antigos companheiros saíram à procura de parceiros para formar novas duplas. Palmeira juntou-se então ao cantor Luizinho e Piraci reuniu-se a Jorginho.
 Piraci e Jorginho logo ficaram conhecidos como Os Garimpeiros da Música Sertaneja.




22/12/11O termo caipira

Falando a R-Sertaneja aos campesinos,
Tudo que diz respeito ao que falam sobre sertanejo aqui é colocado de uma forma ou de outra.
O termo caipira
O termo caipira é o nome que os indígenas guianas do interior do estado de São Paulo, no Brasil, deram aos colonizadores brancos, caboclos, mulatos e negros.
É também uma designação genérica dada, no país, aos habitantes das regiões situadas principalmente no interior do sudeste e centro-oeste do país.
Entende-se por "interior" todos os municípios que não pertencem às grandes regiões metropolitanas nem ao litoral, onde existe o caiçara.
O termo caipira teve sua origem e costuma ser utilizado com mais freqüência no estado de São Paulo.
Seu congênere, em Minas Gerais, é capiau (palavra que também significa "cortador de mato"); na região Nordeste, matuto e, no Sul, colono.
No sul do país (Curitiba),


Existem várias explicações etimológicas sobre a origem do termo, sempre a partir da língua tupi:
Ka'apir ou Kaa - pira, que significa "cortador de mato";
ka'a pora, "habitante do mato", a partir de ka'a ("mato") e pora ("gente, povo
Origens
O núcleo original do caipira foi formado pela região do Médio Tietê, estão entre as primeiras vilas fundadas no estado de São Paulo, durante o Brasil colonial, e de onde partiram algumas das importantes bandeiras no desbravamento do interior brasileiro.
Os bandeirantes partiam da Vila de São Paulo de Piratininga e desta região do Médio Tietê, nas chamadas "monções", embarcando em canoas, no atual município de Porto Feliz, para desbravarem o interior do Brasil.
No quadrilátero formado pelas cidades de Campinas, Piracicaba, Botucatu e Sorocaba, no médio rio Tietê, ainda se preservam a cultura e o sotaque caipiras.
Nesta região, o caipira sofreu muitas transformações, influenciado que foi pela maciça imigração italiana para as fazendas de café.
Na região norte paulista (de Campinas a Igarapava) povoada posteriormente, no início do século XIX, a presença de migrantes de Minas Gerais foi grande dando outra característica à região.
                 Já o Oeste de São Paulo, de colonização recente (início do século XX), já surgiu com a presença italiana, japonesa, mineira e nordestina, também formando uma cultura bem diferente das regiões mais antigas de São Paulo.

Cultura caipira
Assim, bastante isolados, geraram uma cultura bem peculiar e localizada, e, por outro lado, preservaram muito da cultura da época em que o Brasil era uma colônia de Portugal.
A chamada "cultura caipira" é fortemente caracterizada pela intensa religiosidade católica tradicional, por superstições e pelo folclore rico e variado.
O caipira usa um falar, o dialeto caipira que, muitas vezes, preserva elementos do falar do português arcaico (como dizer "pregunta" e não "pergunta") e, principalmente, do tupi e do nheengatu.
Nestas duas línguas indígenas não há certos fonemas como o "lh" (ex: palha) e o "l" gutural (ex: animal).
Por este motivo, na fala do caipira, a palavra "palha" vira "paia" e "animal" vira algo como "animar". Este modo de falar, o dialeto caipira, é também conhecido como tupinizado ou acaipirado.
Amadeu Amaral, em seu estudo "Dialeto Caipira" diz sobre os diversos falares do Estado de São Paulo: "No próprio interior deste Estado (São Paulo) se pode distinguir sem grande esforço zonas de diferente matiz dialetal: o Litoral, o chamado "Norte", o Sul, a parte confinante com o Triângulo Mineiro."

Música caipira
Sua música é chamada de música caipira, posteriormente, para se distinguir da música sertaneja, recebe o nome de "música de raiz" também é conhecida por 'música do interior'.
O compositor Renato Teixeira, com sua composição "Rapaz Caipira", foi um dos responsáveis pela volta do nome "música caipira".
“A música caipira tem uma temática rural, e, segundo Cornélio Pires, que a conheceu em seu estado original, se caracteriza “por suas letras românticas, por um canto triste que comove e lembra a senzala e a tapera”, mas sua dança é alegre”.
Entre suas mais destacadas variações, está a moda de viola. O termo "moda de viola" usado por Cornélio Pires é o mais antigo nome da música feita pelo caipira.
A música é geralmente homofônica ou, algumas vezes, no estilo primitivo do organum.
O cantor, compositor e empresário nordestino-brasileiro, Roberto Trevisan gravou a música "Matuto em Nova York"; citando "Matuto", sendo ele mesmo, "uma caipira imigrante na cidade de Nova York".

Contos ou causos do caipira
Também são típicos do caipira os "causos", (historietas contadas através de pai para filho durante séculos), que o caipira gosta de contar.
Poe um exemplo:
"Havia um grupo de dez sacis, que vivia numa fazenda com um fazendeiro muito mau. Tinha saci de todo tipo, malandro, bagunceiro, reinador, briguento, como qualquer moleque. Um dia o fazendeiro desapareceu e os sacis também desapareceram e ninguém sabe pra onde foram.
Com o tempo, começaram a aparecer em estradas, para tropeiros e cargueiros, que davam pinga para os sacis.
Com o tempo, foram acabando as tropas, foram aparecendo os carros e eles não foram mais aparecendo nas estradas. “Mas continuaram aparecendo para os pescadores, assombrando fazendas, destruindo criação pequena, que sumia das fazendas, tirava ovo da galinha que estava chocando...”
  Os vários tipos de caipira
O tipo humano do caipira e sua cultura tiveram sua origem no contato dos colonizadores brancos bandeirantes com os nativos ameríndios (ou gentios da terra, ou bugres) e com os negros africanos escravizados. Os negros de São Paulo eram na sua grande maioria provenientes de Angola e Moçambique, ao contrário dos negros da Bahia na sua maioria provenientes da Costa da Guiné.
Assim, o caipira se dividia em quatro categorias, segundo sua etnia, cada uma delas com suas peculiaridades:
Caipira caboclo: descendente de índios catequizados pelos jesuítas. Nele é que surgiu a inspiração para o personagem Jeca Tatu descrito no conto Urupês e no artigo "Velha Praga" de Monteiro Lobato e para a criação do Dia do Caboclo, comemorado em 24 de junho, São João Evangelista; Dele diz Cornélio Pires:
            Coitado do meu patrício! Apesar dos governos os outros caipiras se vão endireitando à custa do próprio esforço, ignorantes de noções de higiene... Só ele, o caboclo, ficou mumbava, sujo e ruim! Ele não tem culpa... Ele nada sabe. Foi um desses indivíduos que Monteiro Lobato estudou, criando o Jeca Tatu, erradamente dado como representante do caipira em geral! 
— Cornélio Pires
Caipira negro: descendente de escravos, na época de Cornélio Pires chamado de Caipira Preto: Foi imortalizado pelas figuras folclóricas da mãe-preta e do preto-velho que é homenageado por Tião Carreiro e Pardinho nas músicas "Preto inocente" e "Preto Velho". É, em geral, pobre. Sofre, até hoje, as consequências da escravidão; Cornélio Pires diz dele: "É batuqueiro, sambador, e "bate" dez léguas a pé para cantar um desafio num fandango ou "chacuaiá" o corpo num baile da roça".
Caipira branco: descendente dos bandeirantes, uma nobreza decaída, orgulha-se de seu sobrenome bandeirante: os Pires, os Camargos, os Paes Lemes, os Prados, os Siqueiras, os Prados, entre outros.
É católico, e se miscigenou com o colono italiano. Pobre, mas é, ainda, proprietário de pequenos lotes de terras rurais: os chamados sítios. Cornélio Pires, em seu livro "Conversas ao Pé do Fogo", conta que o caipira branco, descendente dos "primeiros povoadores, fidalgos ou nobres decaídos", se orgulhava do seu sobrenome:
            Se o caipira branco diz: "Eu sou da família Amaral, Arruda, Campos, Pires, Ferraz, Almeida, Vaz, Barros, Lopes de Souza, Botelho, Toledo", ou outra, dizem os caboclos: "Eu sou da raça, de tal gente"!
— Cornélio Pires
 Caipira mulato, descendente de africanos com europeus. Raramente são proprietários. Cornélio Pires os tem como patriotas e altivos. Diz dele Cornélio Pires: “o mais vigoroso, altivo, o mais independente e o mais patriota dos brasileiros”. Excessivamente cortês, galanteador para com as senhoras, jamais se humilha diante do patrão. Apreciador de sambas e bailes, não se mistura com o “caboclo preto”.
Cornélio Pires informa, em Conversas ao Pé do Fogo, onde descreveu a vida do caipira, que o caipira cafuzo e o caipira "caboré" são raros no Estado de São Paulo.

O caipira na cultura brasileira
O caipira foi estigmatizado por Monteiro Lobato, que conheceu apenas o caipira caboclo, tomando-o como paradigma e protótipo de todos os caipiras.
O cineasta Amácio Mazzaropi criou uma personagem, nos anos de 1950, que fez muito sucesso no cinema brasileiro: O Jeca, inspirado no caipira branco (Mazzaropi tinha ascendência italiana).
O cartunista Maurício de Sousa também tem um personagem caipira nas histórias da Turma da Mônica que é o Chico Bento: um menino caipira que representa o confronto da cultura caipira com a urbanização do Brasil. Notável é o fato de as falas nas historietas em quadrinhos do "Chico Bento" serem escritas no dialeto caipira, em vez do português culto, contudo as falas se tornam justificáveis por serem utilizadas em negrito, tecnicamente o erro ficaria subentendido.
O caipira foi retratado com precisão e maestria pelo pintor José Ferraz de Almeida Júnior nas suas obras-primas "caipira picando fumo" e "violeiro".
O maior estudioso do caipira foi Cornélio Pires que compreendeu, valorizou e divulgou a cultura caipira nos centros urbanos do Brasil.
Cornélio Pires em sua obra Samba e Cateretês, registrou inúmeras letras de música caipiras, que ouviu em suas viagens, e que, sem esta obra, teriam caído no esquecimento.
Cornélio Pires registrou também a influência da imigração italiana entrando em contato com o caipira. Cornélio Pires também registrou os termos caipiras mais usados em seu Dicionário do Caipira publicado na obra "Conversas ao pé do Fogo".
Cornélio Pires foi o primeiro que lançou, em discos de 78 Rpm, a música caipira, hoje chamada de "música de raiz", em oposição à música sertaneja e produziu cerca de 500 discos em 78 rpm.
Os seguintes termos servem de sinônimo para o caipira brasileiro (sendo alguns regionais):
araruama; babaquara; babeco; baiano; baiquara; beira-corgo; beiradeiro; biriba ou biriva; botocudo; brocoió; bruaqueiro; caapora; caboclo; caburé; cafumango; caiçara; cambembe; camisão; canguaí; canguçu; capa-bode; capiau; capicongo; capuava; capurreiro; cariazal; casaca; casacudo; casca-grossa; catatuá; catimbó; catrumano; chapadeiro; curau; curumba; groteiro; guasca; jeca; macaqueiro; mambira; mandi ou mandim; mandioqueiro; mano-juca; maratimba; mateiro; matuto; mixanga; mixuango ou muxuango; mocorongo; moqueta; mucufu; pé-duro; pé-no-chão; pioca; piraguara; piraquara; queijeiro; restingueiro; roceiro; saquarema; sertanejo; sitiano; tabaréu; tapiocano; urumbeba ou urumbeva.








Viola caipira
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Viola caipira

Viola caipira com belo trabalho de marchetaria
Classificação
Hornbostel-Sachs        Instrumento de cordas
Cordofone
Viola caipira, também conhecida como viola sertaneja, viola nordestina, viola cabocla e viola brasileira, é um instrumento musical de cordas.
Com suas variações, é popular principalmente no interior do Brasil, sendo um dos simbolos da música popular brasileira
Origem
Tem sua origem nas violas portuguesas, oriundas de instrumentos árabes como o alaúde. As violas são descendentes diretas da guitarra latina, que, por sua vez, tem uma origem arábico-persa.
As violas portuguesas chegaram ao Brasil trazida por colonos portugueses de diversas regiões do país e passou a ser usada pelos jesuítas na catequese de indígenas.
Mais tarde, os primeiros caboclos começaram a construir violas com madeiras toscas da terra.
Era o início da viola caipira.
 Tipos de viola
Viola caipira em exposição.
Existem várias denominações diferentes para Viola, utilizadas principalmente em cidades do interior: viola de pinho, viola caipira, viola sertaneja, viola de arame, viola nordestina, viola cabocla, viola cantadeira, viola de dez cordas, viola chorosa, viola de queluz, viola serena, viola brasileira, entre outras.
 O instrumento
Violeiro tocando, obra de Almeida Júnior.
A viola caipira tem características muito semelhantes ao violão. Tanto no formato quanto na disposição das cordas e acústica, porém é um pouco menor.
Existem diversos tipos de afinações para este instrumento, sendo utilizados de acordo com a preferência do violeiro.
As mais conhecidas são Cebolão, Rio Abaixo, Boiadeira e Natural.
A disposição das cordas da viola é bem específica: 10 cordas, dispostas em 5 pares. Os dois pares mais agudos são afinados na mesma nota e mesma altura, enquanto os demais pares são afinados na mesma nota, mas com diferença de alturas de uma oitava. Estes pares de cordas são tocados sempre juntos, como se fossem uma só corda.
Uma característica que destaca a viola dos demais instrumentos é que o ponteio da viola utiliza muito as cordas soltas, o que resulta um som forte e sem distorções, se bem afinada. As notas ficam com timbre ainda mais forte pois este é um instrumento que exige o uso de palheta, dedeira ou principalmente unhas compridas, já que todas as cordas são feitas de aço e algumas são muito finas e duras.
Símbolo nacional
A viola é o símbolo da original música sertaneja, conhecida popularmente como moda de viola ou música raiz.
No Brasil, é um instrumento tradicional, musicas entoadas em suas cordas atravessaram décadas e gerações e até hoje estão presente no nosso dia a dia da cultura brasileira.
Em Paraná, Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul dentre outros, a viola tem destaque na musica, onde a tradição da moda de viola é passada de geração em geração. A viola é um instrumento com um potencial fora do normal.O musico e instrumentista já falecido Renato Andrade comprovou isso em meio de estudos em que conseguiu imitar instrumentos como:Harpa de concerto,Harpa Paraguaia,Guitarra Portuguesa,Bandolim Napolitano,Balalaica Russa,e como ele sempre dizia,também imita a viola!
 Lendas e histórias
Existem diversas lendas e histórias acerca da tradição dos violeiros.
Há diversas lendas e histórias a respeito das afinações da viola. O nome da afinação Cebolão seria do fato de as mulheres chorarem, emocionadas ao ouvir a música, como quem corta cebola.
A afinação Rio Abaixo seria originada na lenda de que o Diabo costumava descer os rios tocando viola nessa afinação e, com ela, seduzindo as moças e as carregando rio abaixo.
Do violeiro que utiliza esta afinação diz-se, eventualmente, que pode estar enfeitiçado ou ter feito pacto com o demônio.
Acredita-se que a arte de tocar viola seja um dom de Deus, e quem não o recebeu ao nascer nunca será um violeiro de destaque.
Porém, a lenda diz que mesmo a pessoa não contemplada com este dom pode adquirir habilidade de um bom violeiro.
Uma das opções seria uma magia envolvendo uma cobra-coral venenosa e é conhecida como simpatia da cobra-coral.
Outro modo seria fazer rezas no túmulo de algum antigo violeiro na sexta-feira da paixão.
Há ainda a possibilidade de o violeiro firmar um pacto com o Diabo para aprender a tocar viola.
O pesquisador Antônio Candido conta que na região da Serra do Caparaó, assim como em outras, o Diabo é considerado o maior violeiro de todos.
Tal mito explica a quantidade de histórias, em todo o Brasil, de violeiros que teriam feito pacto com o Diabo para tocarem bem.
Porém, o violeiro que faz este tipo de pacto não vai para o inferno já que todos no "céu" querem violeiros por lá.
Uma característica dos violeiros típico do nordeste são os duelos de tocadores. Todo bom violeiro se auto-afirma o melhor da região.
Se outro violeiro o contraria, o duelo está começado.
Em certas regiões, por tradição, as violas carregam pequenos chocalhos feitos de guizo de cascavel, pois segundo a lenda, tem poder de proteção para a viola e para o violeiro. Segundo contam os violeiros de antigamente, o poder do guizo chega a quebrar as cordas e até mesmo o instrumento do violeiro adversário.
 Folclore brasileiro

A viola está presente em diversas manifestações brasileiras, como Catira, Fandango, Folia de Reis, e outras, pelo Brasil afora.
  Grandes duplas e conjuntos de violeiros
Viola caipira.
Craveiro e Cravinho
Irmãs Galvão
Liu e Léu
Tião Carreiro e Pardinho;
Tonico e Tinoco
Tião Carreiro e Carreirinho
Zé Mulato & Cassiano
Grandes violeiros
Tião Carreiro
Almir Sater
Braz da Viola
Chico Lobo
Eduardo Costa
Helena Meirelles
Heraldo do Monte
Humberto Gessinger
Inezita Barroso
Ivan Vilela
Nestor da Viola
Renato Andrade
Renato Teixeira
Roberto Corrêa
Teddy Vieira
Paulo Freire
Pereira da Viola
Mazinho Quevedo
la.


Duplas caipiras
mostram aptidão da música popular para nomes divertidos

Edgard Murano


Capas curiosas: do trocadilho singelo de Chanceler & Diplomata à aliteração de Liu & Léu e o sincretismo com o pop americano, de Rock & Ringo
Da música caipira ao sertanejo atual, muita coisa mudou nestes oitenta anos do chamado "som de raízes" brasileiro. A começar pelos nomes das duplas desse gênero musical, hoje bem menos espontâneos que os de antigamente, época em que as jogadas de marketing eram mais singelas e, em alguns momentos, até mais criativas.

Nomes inusitados, cheios de aliterações, assonâncias e trocadilhos, viraram uma marca do gênero, com resultados muitas vezes bem humorados, como os de Poliglota & Porta-voz, Chanceler & Diplomata, Faceiro & Fascinante, Cacique & Pajé e Rock & Ringo até Lennon & Linaldo e Bátima & Robson, mais atuais. Hoje, essas duplas circulam pela internet, em sites especializados, blogs e mesmo spams, despertando a curiosidade de quem nunca pensou que esse gênero pudesse ser tão engraçado.

A tradição de nomes pitorescos é tão antiga quanto a música popular brasileira, e na década de 30 duplas caipiras como Jararaca & Ratinho já faziam rir só pela menção de seus nomes artísticos.

Porém, a maioria desses artistas, como o trio Cruzeiro, Tostão e Centavo ou a dupla Monetário & Financeiro, não alcançou o sucesso de duplas como Tonico & Tinoco e Chitãozinho & Xororó, só para ficar em alguns dos exemplos mais conhecidos do sertanejo.

Até o poeta máximo da língua portuguesa deu as caras na música sertaneja, como atesta a dupla Camões & Camargo. O compositor austríaco de A Flauta Mágica, por sua vez, não foi esquecido, graças aos parceiros Mozart & Mozair. A novela Roque Santeiro (TV Globo, 1985) também rendeu uma dupla, Roque & Santeiro.

A matemática nos legou Divisor & Consciente e a arquitetura, Castelo & Mansão. A contagem do tempo consolidou Domyngo & Feryado, e Presente & Futuro. Há também homenagens a personalidades da política e a militares que entraram no imaginário brasileiro, caso de Franco & Montoro e Marechal & Rondon. Até a influência oriental se fez sentir no gênero sertanejo, a julgar pelos improváveis Toshiro & Tanaka, cuja Carne e Queijo parodiava Entre Tapas e Beijos, sucesso na voz de Leandro & Leonardo.

Paródia
Talvez o ponto alto da paródia sertaneja, em que se pese o fracasso comercial, tenha sido a dupla Conde & Drácula, uma homenagem ao célebre personagem criado pelo inglês Bram Stoker. A temática de assombro não era, no entanto, o apelo da dupla, embora, em disco homônimo de 1974, haja uma versão sertaneja do poema O Corvo, do escritor norte-americano Edgar Allan Poe, com direito ao estribilho "Nunca mais!".


Capa do álbum Conde & Drácula, de 1974: sátira sertaneja e citações literárias
- Alguns nomes de duplas foram criados para causar mais impacto, como Milionário & Zé Rico e Chitãozinho & Xororó, estes com nomes de passarinhos que substituíram os nomes originais dos dois irmãos - diz a jornalista Rosa Nepomuceno, autora de Música Caipira - Da Roça ao Rodeio (Editora 34, 1999).

Franco & Montoro se inspiraram no político paulista, mas a dupla sertaneja Teodoro & Sampaio garante que não se inspirou na rua do bairro paulistano de Pinheiros, afirma o pesquisador Ayrton Mugnaini Jr., autor de Enciclopédia das Músicas Sertanejas (Letras & Letras, 2001).

Teodoro teria confidenciado a Ayrton que o nome da dupla se inspirou, na verdade, numa cidade do interior baiano, que por coincidência também homenageava Theodoro Fernandes Sampaio, 1885/1937, engenheiro e historiador que teria nascido na Bahia.

Mugnaini Jr. alerta para o fato de que a irreverência é uma característica dos nomes artísticos de muitos gêneros da música popular brasileira, não só a sertaneja. No rock nacional dos anos 70, por exemplo, havia Secos & Molhados, Achados & Perdidos, Assim Assados, Ponto & Vírgula e até um Etc. & Tal, lembra o pesquisador.

Já a recorrência de diminutivos nas duplas, de Ratinho a Ranchinho, viria do próprio apreço do brasileiro pelo grau diminutivo das palavras, o mesmo que se reflete nas letras da bossa nova, cheias de "chorinhos", "beijinhos" e "barquinhos", exemplificam Mugnaini Jr.

Não é incomum que os nomes venham também de canções, afirma o pesquisador: o batismo de Chitãozinho & Xororó, por exemplo, veio de uma toada de Serrinha & Caboclinho, que fazia referência às aves inhambu chitão e inhambu Xororo.
O cantor Dieses dos Anjos tornou-se Ranchinho por ter baixa estatura e viver cantarolando a música No Rancho Fundo, de Ary e Lamartine. De tanto cantar e tocar o instrumental Rato Rato, Severiano Rangel terminou por ser "crismado" Ratinho.

Irreverência
Boa parte dos nomes artísticos de duplas sertanejas, entretanto, parece mesmo ter sido criada para dar mais sonoridade ao duo, como Liu & Léu, Silveira & Silveirinha e Rick & Renner, por exemplo. Mas também surgiram espontaneamente no convívio das cidades, vilarejos e fazendas no interior. Hoje, mais voltada à dor de cotovelo e aos amores impossíveis da temática brego-romântica, a música caipira parece ter deixado de lado os temas do campo, do bucolismo, dos animais e das relações com os vizinhos. E os nomes adotados pela maioria das duplas, se não um reflexo desse empobrecimento temático, podem indicar uma obsessão por assuntos que os antigos, sabiamente, não tinham.
Nome criativo é requisito do gênero

Por Ayrton Mugnaini Jr.

As primeiras duplas caipiras surgiram nos anos 10/20: Os Garridos (o casal Américo e Alda Garrido), Os Danilos e Os Carolinos. Nomes de duplas mais engraçados começaram mesmo nos anos 30 e tinham antecedentes em outros campos, como a literatura (Sinhaninha e Maricota). E graças à presença italiana e latina, temos muitos diminutivos em "ito(a)" e "ino(a)" no sertanejo, como Inezita e Barrerito.

A primeira dupla caipira com nome jocoso (ao menos a primeira a fazer sucesso) foi Jararaca & Ratinho, que eram humoristas; talvez por influência deles, muitas duplas têm pelo menos um nome no diminutivo (Sorocabinha, Ranchinho, Nestorzinho, Passarinho, Jacozinho, Bentinho, Chitãozinho, Xavantinho).

As motivações para nomes de duplas vão da sonoridade, eufonia e humor à expressividade e facilidade de memorização que o batismo pode ter.

Além de engraçados e até infames, como Redator & Jornalista, os nomes podem ser sóbrios e objetivos (Torres & Florêncio, Mariano & Caçula, Bruno & Marrone), evocativos (Duo Ciriema, Duo Glacial) ou alegres (Tonico & Tinoco, Xandica & Xandoca).

Além de chamar atenção, muitas duplas escolhem nomes visando pegar carona no sucesso de outras. O sucesso de Tião Carreiro & Carreirinho inspirou Zé Carreteiro & Manoelzito, além de Tião do Carro & Pagodinho, Peão Carreiro & Zé Paulo, Zé Carreiro & Carreirinho, João Carreiro & Capataz... Leandro e Leonardo motivaram a dupla Leão & Leopardo. Algumas parecem escolher o óbvio e depois negar. Perguntei à dupla Rick & Renner se ela se inspirou no cantor evangelista Rick Renner e ela negou:
- O nome Rick já existia antes da dupla. O Geraldo se inspirou no Menudo, que na época fazia sucesso. Ele tinha uma dupla, Rick & Rei. Quando entrei, escolhi Renner para combinar com o nome Rick - conta Renner.

A dupla Lennon e Linaldo também nega inspiração nos Beatles, dizendo ser homenagem a um amigo.

Ayrton Mugnaini Jr. é compositor, autor de Enciclopédia das Músicas Sertanejas (Letras & Letras, 2001)