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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Veloso e velosinho. 27/06/12

Veloso e velosinho.

Tudo começou na pequena cidade de Mateira, posteriormente denominada Paranaiguara, aqui mesmo no estado de Goiás.
Os irmãos João e Antônio, carinhosamente apelidados de Joãozinho e Toninho, ainda crianças formaram uma dupla caipira.
A dupla mirim, muito admirada pelos garimpeiros da região não encontrava obstáculos para mostrar seu talento. Sem instrumentos, porém bastante desinibidos, subiam em caixotes e até mesmo em mesas de sinuca. Parecia que, mesmo de forma inocente, queriam dizer cantando que já tinham o dom artístico.
Certo dia Joãozinho e Toninho desapareceram.
Seus pais, Sr. Mateus e Dona Ercília, logo sentiram falta dos garotos. A mãe já preocupada pergunta ao pai:
- Mateus, onde estão os meninos?
O Sr. Mateus, dono de tamanha calma responde:
- Hoje é sábado, devem estar engraxando sapatos para ganhar um dinheirinho, logo estarão de volta.
Dona Ercília, ainda preocupada:
- Vá dar uma volta e veja se os encontra.
Sr. Mateus atendeu ao pedido da esposa e saiu em busca das crianças. Ao caminhar em direção ao bar do Doro, avistou uma grande movimentação que dava gritos e aplausos. Curioso, Sr. Mateus aproximou-se para ver o que acontecia e surpreendeu-se ao saber que aquela manifestação era dedicada aos filhos que ali se apresentavam.
No bar estava presente o Sr. Durval Paula, um forte corretor de gado da região. Este, ao perceber a intenção do pai em tirar a dupla mirim dali, fez um pedido ao Sr. Mateus:
- Deixe-os cantar, seus filhos nasceram artistas!
Atendendo ao pedido daquele homem, Sr. Mateus ficou aguardando e, novamente, ficou surpreendido ao ver quanto dinheiro havia em cima da mesa de sinuca, dinheiro esse dado aos meninos pelos garimpeiros, por alegrarem com tanto talento os admiradores da música caipira.
Durval Paula, percebendo o potencial da dupla, perguntou aos meninos:
- Vocês tocam instrumentos?
Toninho, que futuramente seria conhecido como Velosinho, muito esperto respondeu:
- Não temos dinheiro para comprar.
Foi então que Durval Paula, sensibilizado, imediatamente pediu que buscassem um cavaquinho no armazém do Divino e deu de presente a Toninho para que aprendesse a tocar. Neste momento, Sr. Mateus sentiu o apoio dos amigos quando lhe sugeriram que levasse Joãozinho e Toninho para cantarem nas rádios de São Paulo.                                                    
Infelizmente as necessidades falaram mais alto, de modo que, em meados de 1958 a família teve que mudar-se para a roça, cerca de 12 km da cidade.
Joãozinho e Toninho, com apenas 10 e 8 anos respectivamente, faziam parte de uma família pequena, porém muito unida. Além deles e dos pais, haviam mais dois irmãos: Sebastiana de Lourdes com 13 anos e Carlos Júlio com 7.
As crianças passaram grande parte da infância na dura lida da lavoura, que na época, era roça de toco. Sr. Mateus e D. Ercília foram com a intenção de voltar com a família para a cidade em 2 anos, mas perceberam a necessidade de ficar por muito mais tempo, em função da seca que não permitia uma colheita abundante.
O tempo passava e a dupla mirim se aperfeiçoava com o apoio de D. Ercília que era incansável em tentar descobrir maneiras de melhorar o desempenho dos meninos. Joãozinho fazia a segunda voz enquanto Toninho fazia a primeira e encantava ao tocar cavaquinho.
Ainda em Mateira, futura Paranaiguara, a dupla começou a fazer serenatas em fazendas e cantar em festas de mutirões e rezas de terços nos finais de semana.
Em 1965, a família mudou-se para a região de Rio Verde.
Lá conseguiram comprar uma chácara e realizaram um novo trabalho, em parceria com o Sr. Pedro Oreia, na Lagoa do Bauzinho, foram tocar lavoura de a meia. Infelizmente, mais uma vez, perderam tudo em função da seca.
Um pouco mais tarde, em 1967, a dupla recebeu um convite para cantar na Rádio Difusora de Rio Verde.
Nascia a partir daí a preocupação em melhorar o nome da dupla que, até então, chamava-se Joãozinho e Toninho.
Depois de pensar bastante e consultar os amigos, resolveram que a dupla se chamaria Goiano e Goianinho.
Na expectativa da chegada do dia da apresentação, passaram a semana inteira ouvindo a Rádio Nacional de São Paulo.
Nestes programas, realizados após as 8 horas da noite, apresentavam-se duplas famosas como Tião Carreiro e Pardinho, Praião e Prainha, Pedro Bento e Zé da Estrada, Liu e Léu e muitos outros.
Enquanto isso, Goiano e Goianinho prestavam bastante atenção e ensaiavam para que no dia pudessem falar tal como as duplas famosas e dar um show de apresentação.
Chegada à hora, no sábado às 6 horas da manhã, a dupla emocionada e muito ensaiada para que nada desse errado ouviu o apresentador Mané Cachoeira chamar:
- Agora com vocês... Goiano e Goianinho!!!
A dupla emocionada responde:
- Certinho Mané Cachoeira, está aqui o boa noite do Goiano e o boa noite do Goianinho!!
Que vexame! Foi aí que perceberam que haviam dado boa noite logo de manhã, por causa dos incansáveis ensaios noturnos na tentativa de imitar as duplas famosas.
A dupla esqueceu que deveria trocar o “boa noite” pelo “bom dia”, já que a apresentação se dava de manhã e não à noite como na Rádio Nacional de São Paulo.
O apresentador Mané Cachoeira não perdoou:
- Uai moçada!
Acabou de amanhecer e vocês estão dando boa noite?!
Foi um verdadeiro fiasco!
Já em 1968, Goiano e Goianinho vieram para Goiânia.
A mudança de nome da dupla para Veloso e Velosinho e a dura trajetória na capital,
2ª parte dessa história...
A 1ª Parte dessa história foi narrada pelo nosso saudoso Cassimiro Parreira, o qual foi fiel aos fatos, pois tanto ele como sua esposa Dona Juracy eram grandes amigos do Sr. Mateus e de Dona Ercília, os pais da dupla.
Em 1968, Goiano e Goianinho embarcavam em um caminhão rumo à Goiânia, dirigido pelo Sr. Sólon, motorista do Ministério da Agricultura e amigo da família.
A partir de agora, essa nova etapa passa a ser relatada pela Dona Frontina, esposa do nosso também saudoso Sr. Manoel Messias, que acompanhou esse começo sofrido da dupla.
Este casal já conhecia Goiano e Goianinho de Paranaiguara, cidade onde moravam seus parentes e sempre iam visitá-los. Nessas idas e vindas tornaram-se amigos dos pais da dupla. Sr. Manoel Messias e Dona Frontina eram as únicas pessoas que Goiano e Goianinho conheciam em Goiânia, tornando-se para eles uma referência de vida.
Ao chegarem à capital, os dois muito assustados com o movimento característico das grandes cidades perguntaram:
- “E agora, aonde agente vai?”.
Sólon lhes disse que o melhor era darem um jeito de morar na Vila Nova, por que ficava mais próximo das Rádios.
Percebendo o nervosismo dos dois, o motorista se ofereceu para levá-los, pois os dois não tinham sequer idéia de onde ficava o bairro.
Lá chegando desceram do caminhão tendo nas mãos uma pequena mala de fibra de papelão, um fogareiro de lata, um feixe de lenha, um colchão de palha, uma saca que a mãe havia lhes dado contendo alguns cereais e uns dois litros de banha de porco e, claro, um velho violão e um cavaquinho.
 No coração um sentimento misto de apreensão e esperança, maior do que a cidade na qual agora se encontravam.
O primeiro desafio foi encontrar um lugar para morar.
Foi fácil, pois logo viram uma placa de alugam-se quartos na Rua 212 esquina com a 6ª avenida.
Com o dinheiro ganho no trabalho da roça, de onde vieram, pagaram adiantados trinta e cinco cruzeiros, a única economia de que dispunham.
Já instalados, iniciaram a busca de oportunidades nas Rádios e foi aí que a coisa ficou preta!
O primeiro programa a ser visitado foi o “Nossa Fazenda”, criado e apresentado por Morais César.
Apesar da emoção, veio logo a primeira decepção: foram barrados na portaria da Rádio Anhanguera por não portarem documentos pessoais.
No dia seguinte, a dupla voltou e contou sua história à pessoa que estava na portaria que sensibilizada permitiu-lhes que entrassem.
Naquele momento a emoção os dominou, iriam finalmente conhecer o Moraes César. Adentraram no estúdio e lá estava o grande ídolo apresentando seu programa.
A dupla então, a mais roceira possível, não cabendo em si de contentamento foi logo gritando:
- “Hei Moraes César”!
O senhor é muito fã de nóis!”
O apresentador meio assustado continuou seu trabalho nos microfones enquanto a dupla insistia:
- “Lá na roça nóis escutava o senhor todo dia”.
A gente até pensava que aqui tinha vaca, cavalo e até porco!”
Os dois não cansavam de repetir:
- “Nóis somos o Goiano e o Goianinho!”.
Os visitantes que lá estavam perceberam que o Moraes estava muito irritado com a insistência dos dois intrusos em contarem que eram o Goiano e o Goianinho, até que alguém se levantou e pediu que fizessem silêncio, pois os microfones estavam ligados.
Quando terminou o programa, Moraes César foi explicar aos dois jovens matutos que na hora em que o locutor está falando os demais presentes devem ficar em silêncio, para não atrapalharem.
Ao saírem da Rádio, um disse ao outro: -”Caramba”!
Que fora que agente deu!
Esse Moraes agora nem vai dar confiança para nóis!”“
No que o outro comentou:
-“Ele deve saber que nóis é bobo mesmo, amanhã nóis vorta e fica calado do jeito que ele falo.”
Durante muito tempo Goiano e Goianinho queriam mesmo era conhecer os famosos do Rádio, entre eles, além do Moraes César seu companheiro de trabalho o Gonçalves Lima, que já fazia muito sucesso nos programas “Nossa Fazenda” e “Preferência Sertaneja” na Rádio Anhanguera, logo depois transferidos para a Rádio Brasil Central.
A dupla conheceu brevemente os famosos Claudino da Silveira, Adolfinho das Velhas, Faria Neto, José de Castro, Clarê Toledo, Conrado de Oliveira e as Irmãs Borges na RBC.
Nessa trajetória de vida, os jovens vindos do interior, de Paranaiguara, fizeram muitos amigos aqui na cidade grande.
Alguns famosos, outros anônimos, uns poucos desleais, mas vários fieis entre estes os irmãos Dízio e Dézio, vindos de Anápolis, também em busca do ideal de ficarem famosos.
Amigos, companheiros e irmãos da luta diária...
Várias eram as identificações entre Goiano, Goianinho, Dízio e Dézio, sendo que algumas o tempo se encarregou de modificar, mas a principal os seguiu destino a fora: uma amizade verdadeira, não pelo simples fato de ter sido a primeira a ser conquistada aqui em Goiânia, mas por ter resistido às adversidades do jogo da vida.
Quatro amigos, quatro esteios tentando edificarem juntos um sonho...
Brilhar nos palcos da música sertaneja.
Hora de labutar pela sobrevivência:
Goiano arrumou um emprego de vendedor de picolés.
De carrinho cheio saiu pelas ruas da cidade e a cada parada para um descanso se deliciava com um deles.
No final do dia o saldo foi desastroso: não vendeu nenhum picolé, consumiu mais de vinte e os demais derreteram.
Perdeu o emprego lógico e ainda ficou devendo.
Mas essa dívida ele saudou em 1977 por obra do destino, pois ao dar carona a um desconhecido na estrada de Inhumas - GO, durante a viagem descobriu que se tratava do seu antigo credor, o ex-dono da fábrica de picolés.
Goiano e Goianinho foram então trabalhar como serventes de pedreiro e pintores de paredes e, assim, iam garantindo a sobrevivência.
Ao clarear de mais um provável exaustivo dia, um fato inusitado aconteceu: entraram em um ônibus que fazia a linha Centro-Vila Bethel, com destino à Vila Alvorada, local este em que estavam trabalhando de pintores.
Na ocasião portavam um caldeirão de comida nas mãos.
Ao perceberem alguns olhares femininos, disfarçadamente o colocaram no piso do ônibus, só que com a trepidação do veículo e um esbarrão de um dos passageiros, a vasilha saiu rolando pelo corredor afora e deixando para traz um rastro de arroz, farinha de milho e ovo frito.
O cheiro era desanimador o que fez com que o motorista gritasse:
-“Gente, quem está fazendo porcaria aqui dentro?”.
Não seria nem necessário dizer que a dupla não se manifestou.
Ficou sem o caldeirão e o almoço do dia.
Os dois jovens candidatos a artistas descobriram depois de algum tempo que já havia uma outra dupla onde um dos componentes se chamava Goiano, um veterano já na música, porém sem sucesso.
Na época a dupla Goiano e Goianinho já cantava na Rádio Brasil Central, no programa “Domingo Sertanejo” levado ao ar às 20 h.
Lá os apresentadores Bob Goiano e Melrinho sugeriram um novo nome para os rapazes: Dandin e Dandito.
Começou a intriga:
Goianinho era muito crítico e ficava chamando o irmão ironicamente como se chamasse um gato:
-“Dandin, Dandin, Dandin...”.
O Goiano reagia:
-“Dandito, Dandito, Dandito...” Dava ênfase ao Dito, fazendo-o lembrar tal “Dito”, irmão do “Bêia” lá de Paranaiguara, que tinha uma deficiência na cabeça o que a tornava muito grande e que, quando criança era esse o apelido do Goianinho, daí a brincadeira que quase sempre terminava em briga.
A jovem dupla não estava nada contente com os novos nomes.
Foi então que o Sr.Romildo, patrão deles no serviço de pintura de parede, lhes sugeriu o nome Veloso e Velosinho.
-“Por que estes nomes?”-.
Perguntou Dandin, o Goiano.
O Sr. Romildo contou-lhes uma história.
Em Tupaciguara - MG, sua terra natal existia uma dupla com esses nomes e que já havia sido desfeita anos atrás.
Foi aí que o Goiano e Goianinho ou Dandin e Dandito passaram a se chamar Veloso e Velosinho...
 Uma ironia do destino
 Em 1965, João Veloso e Carlos seu irmão caçula estavam em São Simão esperando carona para voltar pra casa onde moravam na Fazenda Boa Vista.
Os dois já estavam ficando desesperados, pois já eram quase 7h da noite e desde as 2h da tarde não conseguiam a tal carona.
Foi aí que chegou a Kombi da salvação.
          Três pessoas chegaram naquela condução.
João e Carlos voltaram a repetir o pedido para que aquelas pessoas os levassem até o entroncamento da fazenda onde moravam.
Nesse momento, os ocupantes da Kombi deixaram os caroneiros sem resposta, entrando no bar do posto do Quin.
João e Carlos não desistiram e permaneceram do lado de fora do bar, já era noite e precisavam ir embora.
Depois de alguns minutos, saiu em direção à Kombi o primeiro que negou a carona dizendo que o carro não era dele.
Em seguida saiu o segundo deles que também negou a carona alegando o veículo pertencer ao terceiro que ainda estava no bar.
          Nessas alturas, João e Carlos já estavam desanimados.
          - “Será que não vai dar certo?”
 – comentaram.
          Ainda restava a última esperança, o terceiro ocupante da Kombi.
Só ele poderia evitar que os dois tivessem que dormir ali mesmo, para tentar nova carona no dia seguinte.
Assim que esse homem, um baixinho, saiu em direção ao carro onde os outros já o aguardavam para seguir viajem,
João Veloso (na época Joãozinho) perguntou:
          - “Será que o Senhor pode levar nóis até na placa tal?”
          O baixinho respondeu:
          - “Claro! Às vezes ossêis pode até ser fã da gente.”
          João e Carlos estavam tão aliviados com a carona que não entenderam bem a expressão “fã da gente”.
Ao entrarem na Kombi, perceberam que ali havia alguns instrumentos, então perguntaram:
          - “Vocês são cantores?”.
          O baixinho respondeu:
          - “Sim, as pessoas dizem que nós somos artistas. Somos Praião, Prainha e Rezendinho da Sanfona!”.
          O susto foi imenso. João e Carlos perderam a fala de tanta emoção.
Estavam de carona com os artistas mais famosos do Brasil na época e que cantavam inclusive na Rádio Nacional de São Paulo.
Essa façanha dos irmãos foi assunto pra muito tempo em toda a região.
          Em 1968, João e seu outro irmão Antônio, vem para Goiânia e aqui continuam a carreira como cantores que já havia começado no interior, logo sendo conhecidos como Veloso e Velosinho.
O irmão Carlos morre em 1970 em Riverlândia e toda a família vem para a capital do Estado.
No decorrer da carreira artística aqui em Goiânia, Veloso e Velosinho por ironia do destino se tornam grandes amigos de Prainha.
Veloso e Prainha se tornam compadres em 1977 (Prainha é padrinho do Léo, da dupla Guto & Léo).
Em 1980, falecia o Velosinho em Jussara-GO e lá estava o Prainha.
Em 1992, em Goiânia falecia o Prainha, o mesmo que em 1965 dava carona a dois simples irmãos lavradores ajudando-os a voltar para casa na roça, um deles o Veloso, o mesmo que agora dava a última carona ao amigo e compadre sepultando-o no jazigo da família no Cemitério Jardim das Palmeiras.
Lá estão sepultados o Velosinho, Ana Flávia (filha do Velosinho), Sr. Mateus e D. Ercília (Pai e Mãe).
“O amanhã só a Deus pertence”, ninguém podia imaginar que de uma carona para os irmãos João e Carlos, lá em São Simão em 1965 fosse nascer uma grande amizade e que sobrevive inclusive à morte.
Ultima apresentação de Velosinho.
Em julho de 1975, mais precisamente no dia 19 de julho, foi ao ar pela primeira vez, nas possantes ondas da Rádio Brasil Central de Goiânia, o “Programa Na Beira da Mata”, que rapidamente se tornou referência e maior sucesso em audiência de programas sertanejos na região centro-oeste.
O programa era apresentado pela dupla Veloso & Velosinho, e contava com a participação de artistas ao vivo, entre eles nomes como Trio da Vitória, André e Andrade, Praião e Prainha, Irmãs Freitas, Os Filhos da Fronteira, Zé Mulato e Cassiano, Zazá e Zezé e muitos outros.
Dado o sucesso do programa no rádio, em 1976 o “Na Beira da Mata” ganhava o seu espaço na telinha. Exibido pela TV Brasil Central, sobre o comando e apresentação de Veloso, era realmente uma proposta ousada. Um programa de auditório, com apresentações de artistas ao vivo, e onde desfilaram nomes famosos da “Rádio Nacional de São Paulo”, como Tião Carreiro e Pardinho, Liu e Léu, Zico e Zeca, Léo Canhoto e Robertinho e, quanta ironia... Artistas esses que a dupla Veloso e Velosinho, antes Joãozinho e Toninho, admiravam e sonhavam conhecer ouvindo-os pela Rádio Nacional de São Paulo na Linha Sertaneja das 20:00h.
Em 1980, mais precisamente no dia 29 de junho, com o prematuro falecimento de Velosinho seguiu então Veloso como João Veloso. A carreira como dupla foi sepultada juntamente com o irmão Velosinho, mas o Programa “Na Beira da Mata” continuou... e continua até hoje, levando emoções e saudades, mas acima de tudo alegria a uma infinidade de lares por todo o país e além fronteiras através da Rádio Mil FM 102,9 e pela rádio web www.radiobeiradamata.com.br.
















   










quarta-feira, 20 de junho de 2012

Cleber e Mauricio 20/06/12

 Cleber & Mauricio
A dupla Cleber &Maurício reside em Pires do Rio, uma cidade que fica no interior de Goiás.
Cleber é de Goiânia GO e Maurício de Novo Alegre TO, a dupla se conheceu há dois anos atrás, quando Cleber gravava seu segundo CD solo. Com a apresentação de Maurício a Cleber através do Tio José Belarmino, Cleber decidiu parar agravação de seu segundo CD solo e decidiu que iriam gravar com Maurício seu primeiro CD em dupla.
Elaboraram outras músicas e chegou o bete, a dupla gravou somente músicas inéditas com grande romantismo, em suas letras a dupla vem conquistando a todos por onde passam, e já estão tocando em várias partes do Brasil.
Cleiton& Cledson
Nasceram na cidade de Iguaí no estado da Bahia, onde viveram até 1993.
Para alegria de Sr. João Lacerda, pai dos meninos, desde muito pequenos a música já os fascinava e passavam horas a fio ouvindo seu pai cantar e tocar. O maior sonho do pai sempre foi ter dois filhos que nascessem com o dom para formar dupla sertaneja, seus nomes já haviam sido escolhidos por antecipação.
A curiosidade e interesse pela música cresciam a cada dia, o violão ainda era muito maior que eles, porém não foi empecilho para que Sr. João começasse a ensiná-los a tocar e cantar, a paixão e vontade dos dois eram maior que tudo.
Em1993, como muitos nordestinos, o pai achou que já era a hora de tentar "a sorte grande", e decidiu vir com toda a família para São Paulo.
Nessa época já cantavam muitas músicas, o repertório era vasto, porém a música que mais gostavam de tocar era O menino da porteira.
Um dia o pai foi acometido por uma doença e não pôde mais trabalhar; chamou os filhos e disse-lhes: "Nessa hora só posso contar com vocês, enquanto eu não puder trabalhar precisamos viver da musica." Apesar da pouca idade encararam o desafio.
O primeiro local público em que se apresentaram foi na Praça Floriano Peixoto no bairro de Santo Amaro em São Paulo. Foi uma experiência diferente e muito prazerosa.
Ainda não haviam cantado para tanta gente, as pessoas que passavam paravam para ouvi-los e colaboravam ao passar do chapéu.
Depois da primeira experiência em público, os meninos passaram a cantar também na Praça da Sé, Avenida São João, Viaduto do Chá e nos trens metropolitanos.
Durante cinco anos os meninos tocaram nas ruas e trens de São Paulo, quando começaram a surgir os primeiros convites para tocar em festas, aniversários, casamentos, etc.
O passo seguinte foram os convites para cantar em bares na noite paulistana, nos quais muitas amizades surgiram.
Já com várias músicas compostas pela dupla participaram de algumas apresentações em emissoras de rádio e TV.
Em1998 conseguiram gravar seu primeiro CD, uma produção independente, que foi motivo de muita alegria.
Decididos seguir em frente no complicado mundo da música, começaram a pensar em um novo trabalho e, hoje, mais maduros, onde a cada passo se tem que conhecer o chão que se pisa, dando um passo de cada vez, construindo uma carreira sólida e saudável.
Cleiton & Cledson estão lançando seu segundo trabalho, com músicas inéditas e, em sua maioria, de autoria própria.
Esse novo CD tem como título OBSESSÃO, o mesmo nome que leva um dos sucessos da dupla.
Bob & Joe
Essa dupla da cidade de Franca interior de São Paulo, onde já saíram grandes artistas como Rionegro e Solimões, Gian & Giovani e Emílio & Eduardo, vem se destacando há mais de 15 anos no cenário artístico e ganhando o prestígio dos fãs por todo Brasil.
BOB e JOE além de “afinadíssimos”, foi considerada a dupla mais afinada do Brasil, por pessoas influentes e empresários do meio. Além de cantores são também autores de vários sucessos nacionalmente reconhecidos como“MAGIA E MISTÉRIO” (Guilherme e Santiago), “WWW. VOLTAPRAMIM” e “GABRIELA”, que esta no 2º CD da dupla, Cezar Menotti & Fabiano, “NEM COM REZA” (Rionegro e Solimões), “ELA FOI” (Gian & Giovanni) e “HEY SAUDADE” (Emílio &Eduardo), entre outros artistas como Maurício e Mauri e João Bosco &Vinícius. E com tanto talento eles já estiveram em vários programas de televisão como Raul Gil, onde ficou em 1º lugar em um concurso de novos talentos da música popular sertaneja, Marcelo Costa, Programa Terra Nativa, dentre outros, e está rodando pelos palcos desse Brasil com o novo show.
E depois dos sucessos “AMANHÃ VOU LÁ HOJE” e WWW.VOLTA PRA MIM. Estamos lançando o mais novo CD da dupla, que já esta sendo executada em todo o Brasil, e os sucessos mais recentes é: “EU PRECISO DE VOCÊ, SÓ COM VOCÊ, PODE e PROCURA-SE”, este novo CD esta bem romântica e com algumas baladas autenticas e modernas.
Venha você também conhecer um pouco mais sobre essa dupla, pois quem conhece o trabalho desses dois grandes artistas, com certeza sabe que eles merecem todo o carinho e prestígio.
“No cenário da música popular sertaneja eles já são uma realidade por este país!”.
 Adriel e Samuel
Adriel e Samuel dupla formada há 5 anos...
Um Capixaba e outro Mineiro de Governador Valadares...
Saíram do Espírito santo para Valadares MG... E encontraram o lugar que valoriza mesmo á musica sertaneja... Cantam um repertório bastante sertanejo raiz e universitário, e também músicas de autoria da dupla nos seus shows e onde passam...
Gravaram um Cd com varias regravações, e uma de autoria deles que é o título do CD que é (viver sem você)....
Recentemente gravaram um Dvd Com músicas próprias e algumas regravações...
E como espelho eles tem Duas grandes duplas sertaneja que os inspiram Chitãozinho e xororó e Zezé di Camargo e Luciano...
Alan e Aline
Alan e Aline - dupla sertaneja de Varginha -MG
Alan e Aline Dupla sertaneja casados há 12 anos e 10 anos na estrada da musica donos de vozes marcantes e afinadas Aline (1 voz) Alan ( 2 voz) 3 CDs gravados independentes,participações em vários festivais de musica sertaneja.programas de televisão etc.
buscando sempre seu espaço no mundo da musica
MAIS DETALHES E FOTOS - ORKUT - ALAN E ALINE DUPLA SERTANEJA www.palcomp3.com.br/alanealineshow

Sandro e Fernando 20/06/12

Sandro & Fernando
O sonho transformou-se em realidade. Surgiu com humildade a dupla Sandro &Fernando, cantores de banda que em roda de viola uniram as vozes.
De Astorga /PR, terra de Chitãozinho e Xororó surge a dupla sensação do momento do norte do Paraná.
Conhecidos como a Dupla Cachi     gosto, música do primeiro CD, e agora diante do sucesso, está lançando a música Tá nacara.
Dupla residente da Quintaneja Universitária de Cianorte / Pr, com sucesso absoluto há mais de seis meses.
Vêm despontando como dupla revelação de 2006.
Sandro& Fernando só tem agradecer a DEUS e o carinho do público que os vem acompanhando.
SAIPRA LÁ ZÉ MANÉ QUE AÍ VEM SANDRO E FERNANDO.
2o. CD Lançado - CORAÇÃO QUEBRADO
Acesso a pagina de Sandro e Fernando
www.sandroefernando.com.br

terça-feira, 19 de junho de 2012

Cassiano e Diquinho 19/06/12

Cassiano e Diquinho.
Joaquim das Graças Caetano, conhecido carinhosamente como Zicão, é o Cassiano, nascido em Cássia-MG, no dia 23/08/1950. José Antônio de Oliveira é o Diquinho, nascido em Capitólio -MG, no dia 07/06/1958.
Joaquim é o protótipo do Caboclo Simples da Roça, com as mãos grossas e calejadas. Com sua voz de timbre grave e marcante, que dispensa comentários, vem cultivando as raízes do sertão desde os 16 anos de idade, época na qual ele já se inspirava ouvindo Moda Raiz na região. Joaquim (Cassiano) também dá aulas de Violão e Viola Caipira, há vários anos, inclusive para um público bastante jovem!

Cowboy das Américas 19/06/12

Cowboy das Américas
Bob-Joe
É um apaixonado pela música e despertou sua paixão logo cedo, na época em que aboiava o gado na fazenda de seu pai, a cantarolar seu tireolei.
Inspirado no personagem Rex Alen do filme “Índio nas montanhas do Tirol” criando assim um estilo marcante que o consagrou como grande percursos do country no Brasil.
O primeiro disco veio por intermédio do amigo Zé da Estrada que gentilmente não hesitou em usar seu prestigio, apresentando BOB JOE para seu diretor artístico pleiteando sua inclusão no cast da gravadora, no que foi prontamente atendido.
Qual não foi surpresa, o disco conferiu-lhe grande sucesso e execução de vendagem superando até mesmo as expectativas.
Daí por diante BOB JOE ficou famoso e conquistou automaticamente a consagração ao colecionar vários sucessos com 18 Long-play que gravou; sendo que alguns long-play teve a participação especial da cantora e acordionista Linda Maria.
Na década de 70 BOB JOE e Linda Maria foram diretores artísticos do primeiro programa de rodeio na televisão brasileira “OS GRANDE RODEIOS” na TV Cultura dando continuidade na TV Bandeirantes com a direção e apresentação de Aldeni Faia.
Excursionou por várias regiões do Brasil fazendo Shows em Feira Agropecuárias, Rodeios, Festa de Prefeituras, Circos e eventos em geral, sempre com sucesso de público garantindo graças ao seu talento.

Capitão Furtado 19/06/12

Capitão Furtado

"Passei a infância ouvindo a primeira geração da Música Sertaneja: Cornélio Pires, Capitão Furtado, entre outros. Eles são o facão, a enxada e a foice que abriu a picada" (comentário de Lourival dos Santos - excelente Compositor da nossa Música Caipira Raiz).
Sobrinho de Cornélio Pires, Ariowaldo Pires, o Capitão Furtado, também nasceu em Tietê-SP no dia 31/08/1907 e faleceu em São Paulo-SP no dia 10/11/1979; aos seis anos mudou-se juntamente com os pais para Botucatu-SP.
Tietê foi na verdade uma cidade do Interior Paulista que contribuiu bastante para a Boa Música Brasileira de um modo geral pois, além de Ariowaldo Pires e seu tio Cornélio, também em 1907 nasceu na mesma cidade o compositor erudito Mozart Camargo Guarnieri (além de trilhar pelos caminhos de composição de uma "Música Erudita Verdadeiramente Brasileira", como já tinha sido feito por Heitor Villa-Lobos, Camargo Guarnieri também foi pai do ator e teatrólogo Gianfrachesco Guarnieri). Tietê também nos deu o compositor Fernando Lobo, que ficou conhecido pelo pseudônimo de Marcelo Tupinambá (1880 - 1953); Fernando Lobo também já havia adotado os pseudônimos de Samuel de Maio e Pedro Gil, entre outros.

Biguá e Souza e Monteiro 19/06/12

Biguá e Souza e Monteiro –
José Ângelo de Campos, o Biguá, nasceu em 1930, na cidade de Paraguaçu Paulista. Dedicou toda a sua vida ao rádio. Iniciou na PRP - Rádio Propaganda de Paraguaçu, atuando como declamador e apresentador de programa sertanejo. Em 1947 mudou-se para São Paulo. Em 1949 começou a apresentar "Na Serra da Mantiqueira", na Rádio Bandeirantes, programa criado pelos Irmãos Mota, que o dirigiram até o Comendador Biguá assumi-lo e transformá-lo em líder de audiência. Atuou em circos, tendo viajado durante cinco anos com o circo "Oni", da família Stuart. Trabalhou ainda nas Rádios Tupi e Cultura. 

19/06/12 Lindomar Castilho

Lindomar Castilho
Lindomar Cabral (Lindomar Castilho), nasceu no dia 21 de janeiro de 1939 em Santa Helena, distrito de Rio Verde, no estdo de Goiás.
Um dos maiores vendedores de discos do Brasil nos anos 70, o cantor e compositor Lindomar Castilho é dono de uma biografia tão intensa e dramática como boa parte dos boleros que cantou. Transferiu-se para Goiânia, onde cursou a Faculdade de Direito. Em 1960, após ser aprovado em concurso, ingressou na Secretaria de Segurança Pública e abandonou a faculdade no 2º ano. Antes, porém, havia trabalhado como diretor do escritório da companhia Viatécnica S/A.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

João Renes e Reny 18/06/12

João Renes e Reny
Quarta-feira, 13 de abril de 2011.
João Renes e Reny estão de volta após 14 anos de afastamento. João Renes Moreira, mais conhecido por João Renes é parceiro de Donizete de Oliveira Silveira, o Reny.
Em 1991, a música "Multidão", da cantora e compositora Cristiane (dupla Cleiton e Cristiane) foi gravada em disco Copacabana pela dupla, João Renes e Reny.
CURIOSIDADES
O Arranjador: maestro Pinocchio
Um dos primeiros arranjos do acordeonista, maestro Pinocchio foi um grande sucesso com uma dupla desconhecida que após o sucesso passaram a ser referência nacional. A dupla chamava-se “JOAO João Renis e Reny” com a música “AUSÊNCIA” com um arranjo totalmente moderno de guitarras e cordas.
"Estrela Maior"

domingo, 17 de junho de 2012

concorrência desnecessária.17/06/12

Concorrência desnecessária.

R-Sertaneja falando aos campesinos

Com adequada certeza fique sabendo que se deve oferecer o valor ideal para aquilo que é seu.

Eu andei fazendo umas pesquisas está semana e deparei como o que já calculava.

São poucas as emissoras de TVs que fazem programas sertanejos para valer e quando estás praticam não dão valor devido e nem um horário dos muitos apropriados, e fazem batalha para ter audiência dentro do mesmo.

Então vejamos, a cultura apresenta Inezita com viola minha viola há muitos anos e que por sinal é o melhor,, mas o programa faz concorrência com ele mesmo.

Sendo que a TV Brasil apresenta às nove horas da manhã e a cultura junto com á Paraná no mesmo horário, porque não servir-se em horários diferentes dando bem mais resultados e audiência do que de costume.

A bandeirante tem os amigos do Teodoro também no mesmo horário uma concorrência desnecessária entre o sertanejo que é tão pouco que nem faz diferença.

O canal Rural por sua vez faz o mesmo com o programa da Eliane também no mesmo horário uma burrice sem fim.

A TV câmara por sua vez não fica atrás com o programa Brasil caipira e a TV Aparecida com seu programa terra da padroeira todos de uma tamanha imbecilidade que só vendo, faz em horários diferentes assim veriam como o sertanejo é forte principalmente sertanejo raiz.

Só citei estes porque veio rápido em minha mente e se esqueci de outros também não fará diferença o que Eu quero dizer que é uma desnecessária concorrência entre as emissoras.

Que tenham conhecimento os programadores e que fiquem sabendo a única coisa de bom que temos em matéria de musicas é o sertanejo e raiz, o resto veio de longe ou foi juntado.

Pois o sertanejo está no sangue de quem é mesmo Brasileiro, por muito o esconderam, mas o tempo fez com que aparecesse e está presente em todas as almas, mesmo que resida em cordilheira ou beira praia.

Pois então dê e ofereça o valor ideal para aquilo que saiu de nós e não façam como fizeram com outros criadores e inventores brasileiros com seus inventos.

O trio Irene, Iara e Pontelli.17/06/12

O trio Irene, Iara e Pontelli.
Formou-se depois que dois outros grupos foram desfeitos.
Eles se apresentam pela primeira vez na TV, neste domingo (3/6/12).
Na TV cultura
O Viola, Minha Viola deste domingo (3/6) trará a primeira apresentação do trio Irene, Iara e Pontelli na TV.
Membros de dois outros grandes grupos da história da música caipira, eles se reúnem em programa inédito..
Irene fazia parte do Duo Ciriema, um dos mais famosos duos femininos da música caipira, que era formado por ela e Cida (Aparecida Martins Batista).
Já Iara e Pontelli eram parceiros de Dorinho, formando o trio Dorinho, Iara e Pontelli –.
Que era chamado de “O Trio de Ouro”, por seus fãs.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Potiguar & Potira 15/06/12

Potiguar & Potira
O nome Potiguar e Potira são de origem indígena
(naturalmente Raiz brasileira)
Nome: Neuza Pires = Potira Nacionalidade: Brasileira, Natural de Irai de Minas MG.
Signo aquário
Cantores preferidos: Leo Canhoto e Robertinho, Milionário e José Rico, dentre outros...
A partir de 5 anos de idade comecei a ouvir diversos estilos musicais, principalmente sertanejo.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Tuta e Tota 14/0612

Tuta e Tota

"A Música Sertaneja deve continuar com toda a pureza que o nosso Caipira conhece muito bem. Porque ela é o rosto daquelas pessoas que a fazem, é o nosso rosto, são nossas Raízes Históricas. E raízes são para segurar a árvore; sem elas, a árvore cai e morre. 
(Gerson Guerra, o Tota, em sua excelente monografia "A História da Música Sertaneja no Século XX" - Dezembro/2003)
Filhos de Augusto Guerra (Italiano) e Maria Arca (Espanhola), os irmãos Oziel Guerra (o Tuta) e Gérson Guerra (o Tota) nasceram na cidade de Avaré-SP, onde passaram seus tempos de criança.
Ainda jovens, Oziel e Gérson trocaram sua Avaré natal pela Capital Paulista onde, no início da década de 1950, iniciaram a carreira artística na Rádio Nacional (hoje Rádio Globo), no programa "Alvorada Cabocla", que era apresentado por José de Moura Barbosa, o famosíssimo Nhô Zé, programa esse no qual os dois irmãos se apresentavam todas as Quintas-Feiras, cantando da mesma forma como já faziam nos sítios e fazendas onde moraram.
Até que em 1956, atendendo ao convite do
 Comendador Biguá, trocaram a Rádio Nacional pela Rádio Bandeirantes, onde passaram a participar do programa "Brasil Caboclo", que era apresentado pelo Comendador Biguá e também pelo Capitão Barduíno.
 E, em paralelo, Tuta e Tota também trabalharam durante um ano ao lado do humorista Saracura na Rádio Tupi e também durante um ano na Rádio Record.
Em 1960 Tuta e Tota, juntamente como o saudoso Nascim Filho, passaram a produzir e apresentar na Rádio Bandeirantes o programa "Bom Dia Sertão" que ia ao ar todos os Domingos, programa esse que permaneceu no ar até 1995!


quarta-feira, 13 de junho de 2012

João Paulo e Eduardo 13/06/12

João Paulo e Eduardo
            A nova geração da música Sertaneja
Na medida certa e sem pressa! João Paulo e Eduardo, juntos há
nove meses, souberam esperar a maturidade chegar para entrar
em definitivo no mercado fonográfico como profissionais. A dupla
lança seu primeiro CD/ DVD ?Violada Sertaneja". Com uma
experiência comprovada de vida musical e profundos sabedores
das dificuldades tradicionais do ramo.

domingo, 10 de junho de 2012

Lunara e Vitor Fontana 10/06/12

Lunara e Vitor Fontana
            A Dupla Sertaneja Lunara e
Vitor Fontana tem cativado o público por onde passam com muito carisma e um jeito único, com isso está conquistando seu espaço no mundo sertanejo e se destacando no cenário da música do sul do país nestes últimos meses.
         Ambos são paranaenses, cantam desde pequenos, e tem grande experiência musical. Ela nascida em Dois Vizinhos, aos nove anos de idade já mostrava seu talento em festivais de música, tendo em seu currículo a participação de mais de trezentos festivais pelos estados do Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso e São Paulo. Nascida para cantar Lunara Luiza Vera Vazquez mais conhecida como "Lunara" vem cantando e encantando multidões. 
Vitor Desinho da Silva, "Vitor Fontana" é violonista e compositor, nasceu em Curitiba, com 8 anos já mostrava seu talento pra cantar nas reuniões de família, aos 17 anos começou se apresentar em barzinhos, e em pouco tempo já estava cantando nas melhores casas de Curitiba, com inúmeras passagens pelos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina.
         No início de 2009, surgiu entre Lunara e Vitor Fontana uma grande amizade e juntamente com isso a mais nova promessa da música Sertaneja. Com um repertório diversificado que contagia o público, eles fazem um passeio pelo que há de melhor no country americano e sertanejo universitário. Com uma pegada forte e vibrante, a dupla traz para os seus shows composições românticas e dançantes. Eles vêm cada vez mais conquistando a simpatia do público por onde passam.
 Lunara
Lunara nasceu na cidade de Dois Vizinhos, no interior do Paraná. Aos nove anos de idade já mostrava seu talento como cantora em festivais de música e acumulou em seu currículo, mais de trezentas participações em eventos country e sertanejo pelos estados do Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso e São Paulo e em 2007, lançou seu primeiro disco solo, “Onde tem Cowboy tem que ter Cowgirl”.
Vitor Fontana
Vitor Fontana é violonista, cantor e compositor, nasceu em Curitiba e já aos oito anos despertou seu talento para a música com o apoio de sua família. Aos 17 anos, começou a se apresentar em bares, e em pouco tempo já estava cantando nas melhores casas noturnas da capital paranaense.
Fonte http://www.lunaraevitorfontana.com.br/biografia

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Toninho & Donizete 07/06/12

Toninho & Donizete
Toninho & Donizete é aquela dupla que percorre todos os caminhos que o verdadeiro artista tem que trilhar, para o sucesso.
Uma dupla que leva o melhor da musica sertaneja. Dessa forma vemos que a formação musical reflete isso.
Mas, tudo acontece no momento certo. Toninho & Donizete foram apresentados a Luiz Carlos Menduni, por intermédio de Joilson, musico integrante da banda e amigo da dupla.
Luiz Carlos Menduni um amante da musica sertaneja, e do meio artistico. Com mais de 12 anos de experiencia em Assessoria, Divulgação e Produções Artísticas.
Trabalhando com duplas sertanejas de renome nacional como: Diego & Diogo, Gilberto & Gilmar, Goiano & Paranaense, Dalvan, entre outros.
Assim firmaram uma parceria, onde se tornaram grandes amigos, trabalham em busca do sucesso da dupla, que já vem se destacando no cenário sertanejo nacional.
Toninho & Donizete, consegue sem perder a sua identidade, ser uma dupla Um pouco diferente, com estilo meio raiz, meio urbana, onde em seus repertórios aparecem, músicas de composição própria como: CABOCLO RESPEITADO , MULHER CARENTE, SAPECA, RECORDANDO A INFÂNCIA, DESABAFO, etc. Além de musicas de: Tião Carreiro & Pardinho, Pena Branca & Xavantinho, Chitãozinho e Xororó, Milionário e José Rico, Teodoro & Sampaio, entre outros.
Toninho, natural de Mogi-Mirim - SP, f azendo a primeira voz e violão base.
Donizete, natutal de Registro - SP, fazerndo a segunda voz, sanfoneiro, tecladista, violão e viola.
Toninho & Donizete trouxeram consigo a bagagem musical, de vários anos de experiências, junto a outras formações e projetos musicais.
Tudo feito com muita dedicação e profissionalismo. E Com certeza que você vai gostar.
CONTATOS P/ SHOW
(13) 3594-2264 / 3478-3200
(13) 9791-2761 / 8815-3206
Luiz Carlos Menduni
Fonte site: www.estrelasertaneja.blogspot.com