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domingo, 31 de março de 2013

Luis Goiano e Girsel da Viola 31/03/13

Luis Goiano e Girsel da Viola
Em meio a essa diversidade de lançamentos com musicas de fácil apelo comercial, sob o signo de (música regional) e (resgate da verdadeira música sul-mato-grossense), tem se tornado cada dia mais raro o surgimento de artistas preocupados com a legitimidade de seu trabalho.
Ao mesmo tempo em seguir o curso natural da evolução musical, tão necessária para a perpetuação de um gênero.
Sul-Mato-Grossenses de Camapuã, Luís Goiano & Girsel da Viola, mantém viva a nossa música nos rincões onde elas são feitas, buscando sempre inovar sem perder a essência da música raiz, têm desenvolvido seu trabalho imprimindo sua originalidade, em músicas que transpiram o seu amor e intimidade com o estilo.
Sim, eles fazem música Regional Brasileira, essa música que é resultado de uma miscelânea de ritmos que encontraram em nosso Estado o berço para as mais belas inspirações. Eles conseguem ultrapassar as fronteiras do que se tem preconizado como o Regional Sul-Mato-Grossense.
A preocupação em evoluir sem perder a essência, no bom gosto com que traçam seus arranjos para músicas já consagradas e suas próprias composições onde Guarânias, rasqueado, pagode caipira, chamamé, e moda de viola, dão o tom ao seu, freqüentemente, nativismo, regional, mapeando a música do Centro-Oeste, banhada por Pantanais, povoado por costumes e tradições que retratam o pensamento e o cotidiano popular sertanejo.
Com 07 anos de carreira e 03 CDs lançados a dupla resolve gravar o seu primeiro DVD, para a alegria de seus milhares de fãs. O palco foi a cidade de Dourados (MS), na platéia nada menos que 20.000 adoradores da boa musica sertaneja. Foi uma produção esmerada onde não se economizou qualidade e competência, com uma equipe dos melhores e mais renomadas profissionais da área, este DVD traz, com extrema fidelidade, um dos melhores shows sertanejos do Brasil.
Além da excepcional qualidade dos profissionais de áudio e vídeo, o show contou com a precisão e extrema competência dos músicos que acompanham a dupla nos shows, aliado a essa estrutura, Luis Goiano, com sua vós diferenciada e de interpretação singular, divide o palco com seu parceiro Girsel da Viola que, além de possuir um timbre musical impar, é também um dos maiores violeiros de todo o Brasil e que demonstra isso com excesso de competência durante o show.
Em síntese o DVD Luis Goiano e Girsel da Viola – ao vivo, é daqueles DVDs que você começa a assistir e, como se diz popularmente, não da conta de parar. Seu repertorio trás uma releitura de vários clássicos da viola, com uma roupagem moderna e diferente, e trás também musicas populares, como Havaí e Garoto de Aluguel, do mestre Zé Ramalho, interpretadas de uma forma totalmente diferente.
Luigi & Rogério

"DOIS MINERINHOS QUE SE ENCONTRARAM PARA DIVIDIR UM SONHO.... A MÚSICA!!!!! "
Eles se encontraram em 1998 onde participaram juntos de uma banda sertaneja/country... A banda foi extinta depois de um ano e meio e cada um seguiu o seu caminho.
Rogério montou uma dupla e continuou no meio sertanejo...
Luigi (Luis Carlos) por sua vez começou a se apresentar em barzinho cm outro parceiro tocando musicas de diversos ritmos (MBP, Italiana, Pop Rock)...
“No Final de 2004 como o destino estava traçado os dois se encontraram novamente para formar então a dupla “Luigi & Rogério” uma promessa para a família sertaneja...”
 Ludi e Rafa

Uma nova formação nasce
Ludi e Rafa
Duas vozes sertanejas, com um sonho em comum.
Achar seu espaço no concorrido meio sertanejo
a luta é árdua
o sofrimento é muito
a perseverança é contínua
mas a desistência não existe para esses dois meninos
Com o novo trabalho vindo do estúdio MOSH e a música carro chefe "Até cachorro gosta de carinho"
Entrem na comunidade da Dupla no Orkut
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=25557811&refresh=1



quarta-feira, 27 de março de 2013

Lucas Reis & Renato27/03/13


Lucas Reis & Renato
Lucas Cássio dos Reis Rosa, nascido em 21/12/1992 em Uberlândia. Atualmente estudante, e o que mais gosta de fazer em suas horas vagas e tocar viola e cantar musicas raiz.
Desde pequeno demonstrou ter habilidades para tocar qualquer tipo de instrumentos, quando estava apenas com 3 anos, iniciou sua vida artística, seu padrinho que sempre gostou de tocar, proporcionou a ele conhecimentos em vários instrumentos como: bateria, pandeiro, timba e violão e sua primeira apresentação foi tocando na folia de Reis do Avô Gaspar onde tocou cavaquinho, mais tarde aos 10 anos participou de vários encontros de violeiros juntamente com seu avô tocando violão. Para sua grande alegria foi convidado a ser voluntário do hospital do Câncer de Uberlândia, onde cantava com seu avô uma vez por semana trazendo alegria aos que ali estavam precisando de tratamentos médicos.
Aos 12 anos descobriu seu grande amor pela viola, não a quis mais abandoná-la.
Neste mesmo ano teve em sua vida um grande grupo, os Primos de Minas, proporcionado a ele muitos conhecimentos e a importância de sempre ter a família por perto para dar o apoio.
Tocando a viola de seu avô descobriu que mesma fazia parte de sua vida. Como sempre recebeu o apoio de seus pais ganhou de presente sua primeira viola.
Para completar suas alegrias entrou na orquestra Infanto Juvenil de Viola Caipira de Uberlândia, onde conheceu o seu Parceiro Renato, falaremos mais logo a seguir. Renato Torrone, nascido em 28/06/1990 em Uberlândia, atualmente é estudante e apaixonado por tocar violão e cantar musica raiz.
Aos 11 anos foi influenciado pelos irmãos a tocar musicas.
Formou dupla com o irmão mais velho Eduardo, animava festas familiares.
Aos 15 anos começou a dedicar a musica raiz, e se apaixonou.
Neste mesmo ano entrou na orquestra Infanto Juvenil de Viola Caipira de Uberlândia, apos 2 anos de convivência foram convidados por Lucas Reis para formarem uma dupla, cantando musicas raiz.
Falaremos mais logo a seguir sobre nossa dupla.
A Dupla Apos 2 anos tocando juntos na orquestra, Lucas Reis convidou Renato para juntarem seus conhecimentos e formar uma dupla.
Lucas Reis apaixonado pela viola fazendo a primeira voz, Renato que não deixa nada a temer em tocar violão e tem uma voz de trovão faz a segunda voz, não faltava mais nada a não ser formar uma grande dupla, Lucas Reis e Renato.
Com o apoio do Avô Gaspar, amigos e toda família, iniciaram uma linda e maravilhosa caminhada.
Com o auxilio da prefeitura de Uberlândia começaram a apresentar em palcos moveis, fazendo shows e pegando mais confiança em suas apresentações.
O apoio de seus foi muito importante para gravarem o seu primeiro CD (demo) divulgando assim um pouco de seus trabalhos.
Como devemos sempre espelhar em tudo que e maravilhoso, sempre espelharam em Marcos Violeiro e Adalberto Marcos que atualmente possui um novo parceiro Cleiton Torres.
Os mestres Goianos Paranaense, Zé Mulato e Cassiano, bambico João Mulato e Douradinho, e os inesquecíveis reis do pagode, que é a paixão da dupla Tião Carreiro e Pardinho que não poderia ficar de fora, mesmo não estando presentes proporcionam grandes conhecimentos. Hoje aos 15 anos Lucas Reis e Renato aos 18, continuam lutando pelo reconhecimento da importância da viola caipira se manter viva na cultura.
Fonte do SITE da dupla.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Rayssa & Ravel 25/03/13


Rayssa & Ravel
Durante 21 anos Rayssa e Ravel é importante referência da música brasileira.
Com talento, carisma e simpatia, eles vem alcançando cada vez mais notoriedade e reconhecimento no mercado fonográfico.
São irmãos e cantam desde adolescentes, Rayssa começou com cinco anos a participar de solos na igreja que freqüentava acompanhada pela banda do irmão que também cantava solo.
Eles sempre estiveram unidos e a relação entre os irmãos só se fortaleceu ao longo dos anos.
Inspirados nos pais Deniel e Denny, que desde o princípio se empenharam no crescimento profissional da dupla. Assim deram inicio ao Ministério.
Rayssa & Ravel sempre estiveram juntos.
A chegada do convite para a gravação do primeiro CD foi um presente de Deus, através de um amigo estimado, chamado Wanderly Macedo no inicio dos anos 90.
A Partir daí a evolução da carreira foi uma conseqüência natural.
Conclusão...
Passaram a ser reconhecidos por todo o Brasil e também no mercado internacional, já que a dupla também gravou um CD em espanhol, que por sinal agradou muito o mercado Latino.
Além de belíssimas vozes tem características e identidade musical únicas, a ponto de serem reconhecidos pela primeira frase de uma canção.
Também são compositores de inúmeros sucessos inclusive no meio secular, sempre buscando permanentemente o aperfeiçoamento e superação a cada trabalho realizado.
Cada álbum tem um significado especial, ao longo da carreira os estilos das canções foram diversificando.
A versatilidade é uma das qualidades da dupla, seja na adoração, na emoção das canções sertanejas, no ritmo pentecostal e pela forte tendência romântica, onde nos últimos anos a dupla lidera.
Os cantores se destacam com mais de 20 CDs de sucessos premiados com disco de Ouro.
Iniciaram a carreira na gravadora Som e Louvores onde alcançaram notoriedade por todo o Brasil, depois Assinaram com a gravadora MK Music onde permaneceram por 12 anos em parceria com excelente relacionamento, onde lançaram 12 álbuns de sucesso como total de 6 discos de ouro
Rayssa e Ravel agora se preparam para lançar seu mais novo álbum pela Sony Music. Será um reencontro da Dupla com suas raízes, reunindo o estilo Pentecostal, Sertanejo e Romântico, estilo este que os fizeram ícones e a maior referencia no mercado.
Vivendo um bom momento com a agenda muito ativa, A dupla tem participado de vários eventos e estão percorrendo varias rádios de todo o Brasil divulgando as expectativas do novo trabalho pela Sony Music. Estiveram recentemente em uma Turnê de 15 dias consecutivos em Belo Horizonte. Bastante ativos em todo o Brasil, participam de um ato histórico no que se refere a mudança da legislação do Brasil, juntos com o Senador Magno Malta atuam na campanha Todos Contra a Pedofilia. A Dupla viaja todo o País para falar do poder de Deus, alertar, resgatar e incentivar pessoas a lutarem contra as drogas e Contra a Pedofilia.
Rayssa e Ravel também receberam no dia 22 de Maio o Título de cidadãos Vila velhences em festa de gala no Quartel da Marinha em Vila Velha ES.
A trajetória e o reconhecimento é fruto de muita fé, oração, dedicação, trabalho, carinho, compromisso e obediência a Deus.
Fonte Rayssa e Ravel 

sábado, 23 de março de 2013

Garutti e Cuiabá 23/03/13


Garutti e Cuiabá
Adílio Garutti (o Garutti) nasceu no dia 22/03/1941 em Mendonça-SP; Manoel Cardoso da Conceição (o Cuiabá) nasceu no dia 18/06/1936 em Bocaiúva-MG. 
Ambos os integrantes da dupla trabalharam na roça e também desempenharam outras atividades diversas, durante a infância e a juventude, nas respectivas cidades-natais e também em outras cidades onde já residiram. Garutti, por exemplo, já foi Marceneiro e também Barbeiro na cidade de São José do Rio Preto-SP e ele se lembra com orgulho de dois inesquecíveis clientes que gostavam de fazer a barba com ele: Tião Carreiro e Pardinho! 
Garutti também é Luthier e a dupla "Garutti e Cuiabá" se apresenta com a Viola e o Violão fabricados artesanalmente pelo próprio Adílio Garutti. 
De início, Adílio formou juntamente com seu irmão, quando residiam em São José do Rio Preto-SP, a dupla "Palmeirinha e Osvaldinho". Na mesma cidade, com outro companheiro, Adílio formou a dupla "Palmeirinha e Cantineiro". 
E, na Grande São Paulo, passando a utilizar o próprio sobrenome como nome artístico, Adílio formou com outros companheiros as duplas "Garutti e Garoto" e "Garutti e Galvão", antes de formar com Manoel a atual dupla "Garutti e Cuiabá". Garoto, por sinal, era primo-irmão de Adílio Garutti. 
Manoel, por outro lado, foi, no início de sua carreira artística, o Zezo da dupla "Zizo e Zezo" e, mais tarde, adotou o nome da Capital Mato-grossense passando a integrar a dupla "Campo Grande e Cuiabá", dupla essa que se formou no início da década de 1980, e cujo nome havia sido sugerido por Zezinho Garcia (que na época era Diretor da Gravadora Chantecler) lembrando a divisão que tinha acabado de acontecer com o Estado de Mato Grosso e a conseqüente criação do Estado de Mato Grosso do Sul, com as respectivas capitais que eram Cuiabá-MT e Campo Grande-MS. 
A dupla "Campo Grande e Cuiabá" gravou dois LP's e durou até 1987, ocasião na qual Campo Grande decidiu abandonar a carreira de Violeiro, passando a preferir as Músicas Evangélicas na Religião à qual havia se convertido. Lembrar também que o Campo Grande que já fez dupla com o Cuiabá não é o mesmo da dupla "Campo Grande e Mirai" que atua no Interior Paulista; apenas coincidência de nome. 
Pouco tempo depois, Adílio e Manoel formaram a atual dupla "Garutti e Cuiabá". Lembrar que, apesar do nome artístico, Cuiabá é Mineiro, não tendo nascido, portanto na Capital Mato-grossense.
A dupla "Garutti e Cuiabá" merece todo o nosso respeito pois tem seu repertório formado pela genuína Música Caipira Raiz, gravando em seus CD's composições sempre inéditas de Autores do quilate de Cacique, Índio Cachoeira, José Caetano Erba, Rodrigo Mattos,Carlos Cezar, Morgado, Labareda, Donival, Morinaldo e Domério de Oliveira, apenas para citar alguns, além de composições de sua própria autoria. 
A dupla já se apresentou em diversos teatros nas cidades da Grande São Paulo-SP, e também em diversas cidades do Interior, tais como Sorocaba-SP, Casa Branca -SP, Mogi Mirim-SP, Aparecida-SP, Muzambinho -MG, Monte Santo - MG, Poços de Caldas-MG, além da famosíssima Barretos-SP, onde Garutti e Cuiabá já se apresentaram na tradicional Festa do Peão de Boiadeiro, no "Palco Pau do Fuxico". O Sanfoneiro Zanini (foto à direita) tem se apresentado com bastante freqüencia juntamente com Garutti e Cuiabá, sendo que ele também já formava o "trio" nos tempos da dupla "Campo Grande e Cuiabá". 
Ganharam também diversos importantes prêmios, dentre os quais, merece destaque o "Troféu Zé Fortuna Paineira Véia" que eles conquistaram em Mauá-SP em Outubro de 2002. 
Garutti e Cuiabá também já estiveram presentes em programas de diversas emissoras de TV, tais como, TV Record, Canal do Boi e TV Aparecida, além de algumas participações no "Programa Célia & Celma", no Canal Rural, e também no Viola Minha Viola, apresentado pela "Madrinha" e Comendadora Inezita Barroso, na TV Cultura de São Paulo. 
Garutti e Cuiabá lançaram em 2008 o quarto CD, intitulado "Copa do Mundo em Barretos", produzido pelo Estúdio Macson, tendo Gilson Leite como Técnico de Gravação, Mixagem, Masterização, Produção e Arranjos a cargo de Cidão. O CD conta com a participação dos Músicos Cidão (Violão, Contra-Baixo e Percussão), Zezinho (Acordem), Eric Paredes (Harpa), além da Viola tocada pelo Garutti e do Violão tocado pelo Cuiabá. Destaque para "Velho Querido" (Ademar Braga - João Miranda), "Rancho de Barro" (José Caetano Erba - Garutti - Cuiabá), "Viola Sempre Viola" (Domério de Oliveira - Garutti - Cuiabá), "Troféu Conquistado" (Valdecir Mathioli - Garutti - Cuiabá), "Fazendeiro de Minas" (Paulo Meinberg) e "Tudo Era Poesia" (Labareda - Garutti - Cuiabá), além da faixa-título "Copa do Mundo em Barretos" (Morgado - Tião do Carro). Como nos três CD's anteriores, esse CD também prima pela Qualidade do Repertório, além do fato de brindar o Apreciador com belíssimas Composições inéditas, várias das quais de autoria dos próprios integrantes da excelente Dupla! 
Garutti e Cuiabá lançaram em
2012 o quinto CD, gravado no Estúdio Antares (Santo André-SP), tendo a Produção Musical a cargo de Garutti e Davi Damarques, e a Produção Técnica a cargo de Davi Damarques.
Além de Garutti (Viola) e Cuiabá (Violão), o CD conta com a participação dos Músicos Erick Marques Martins (Sorriso) (Teclado e Sanfona), José Carlos (Magrão) (Baixo Elétrico) e Ivan Simões (Batata) (Percussão). Destaque para "Acervo da Inspiração" (Morgado), "Somos Um Só" (Professor Paulo), "Regime Caboclo" (João Miranda), "Meu Protesto" (Clementino Gonzaga), "Viola e Pescaria" (Garutti - Montanha), "Berrante Companheiro" (Labareda - Garutti - Valdeir - Cuiabá), "Chora Viola" (Valdecir Mathioli - Garutti - Cuiabá), "Casa Vazia" (José Caetano Erba - Garutti - Cuiabá - Geraldo Nunes) e "Ouça Com Atenção" (Roberto Nunes - Benedito Seviero), apenas para citar algumas!!! E, como nos quatro CD's anteriores, esse CD também prima pela Qualidade do Repertório, além do fato de brindar o Apreciador com belíssimas Composições inéditas, várias das quais de autoria dos próprios integrantes da excelente Dupla! 
Contato para shows e venda de CDs:
Adílio Garutti:
F.: (11) 4975-4710
Cel.: (11) 97234-3878
Manoel Cardoso da Conceição "Cuiabá":
F.: (11) 4479-5348
Cel.: (11) 99830-2073
Obs.: As informações contidas no texto dessa página são originárias dos dados biográficos fornecidos inicialmente por Amanda Garrutti, filha do Adílio Garutti, além de informações complementares fornecidas pessoalmente pelos próprios integrantes da dupla Garutti e Cuiabá. Ao que consta, esse site é o primeiro na Internet que mostra ao Apreciador um resumo biográfico dessa excelente dupla que é Garutti e Cuiabá. ·.

sexta-feira, 22 de março de 2013

OTÁVIO ALGUSTO E GABRIEL 22/03/13


OTÁVIO ALGUSTO E GABRIEL

Os irmãos Otávio Augusto e Gabriel fazem parte dessa nova geração de grandes intérpretes da música sertaneja.
Seus 6 CDs lançados são referência quando o assunto é cultura sertaneja, pois cresceram ouvindo esse gênero musical e para completar são primos da dupla Zilo e Zalo, patrimônios da música raiz.
Em 1998 surge a dupla Otávio Augusto e Gabriel.
Suas primeiras apresentações foram em associações de violeiros em sua cidade Osasco, na grande São Paulo.
Talentosos, a dupla despertou a simpatia de artistas respeitados no meio sertanejo e foram apadrinhados pela cantora e apresentadora Inezita Barroso e pela dupla Pedro Bento e Zé da Estrada, que os convidaram para participar de seu CD de 40 anos de carreira, junto a outros artistas renomados.
O trabalho mais recente é uma coletânea lançada pela gravadora Atração “Otávio Augusto e Gabriel (Só as Melhores)” que reúne as músicas mais executadas da carreira da dupla e conta com duas regravações gravadas ao vivo, a música “Só da Você Na Minha Vida” (Rick) gravada por João Paulo e Daniel e “É Por Você Que Eu Canto” uma versão gravada pela dupla Leandro e Leonardo.
Os irmãos já se apresentaram em vários programas de TV desde o começo de sua carreira. Foram mais de vinte apresentações no programa Viola Minha Viola (Cultura) com Inezita Barroso, duas apresentações no Raízes do Campo (Record) com Chitãozinho e Xororó, uma participação no programa Terra Sertaneja (Band) com Sérgio Reis, participação no programa Simple Life (Record) com Karina Bacchi e Ticiane Pinheiro, apresentação no programa Especial Sertanejo (Gazeta) com Marcelo Costa, apresentações em TVs à cabo e parabólicas como no programa Eliane Camargo e Terra Da Padroeira e vários outros, também em retransmissoras das grandes TVs abertas por todo Brasil.
Otávio Augusto e Gabriel vêm alcançando muito sucesso em sua turnê de shows. Com o repertório bem diversificado, mostram suas qualidades como músicos e intérpretes e conquistam o público por onde têm passado, são muitos shows em Festas de Peão, Aniversário de Cidades e Casas de shows em todo Brasil, principalmente no interior do estado de São Paulo e Sul de Minas Gerais.
A dupla Otávio Augusto e Gabriel vêm realizando um trabalho que prioriza a qualidade, tanto nos CDs quanto nos shows, assim têm conseguido cada vez mais espaço no cenário musical e construído uma carreira cada vez mais sólida.

CONTATOS PARA SHOWS: (11)3699-3906 / (11) 8383-9297
Site Oficial: www.otavioaugustoegabriel.art.br



quarta-feira, 20 de março de 2013

Lucas Reis e Thácio 20/03/13


Lucas Reis e Thácio
Lucas Cássio dos Reis Rosa é natural de Uberlândia-MG, onde nasceu no dia 21/12/1992. 
Sendo Estudante, e o que mais gosta de fazer em suas horas vagas e tocar a Viola Caipira e cantar Músicas de Repertório Raiz! 
Desde pequeno já demonstrava ter habilidades para tocar qualquer tipo de Instrumento Musical. Com apenas 3 anos de idade, iniciou sua Vida Artística: seu Padrinho, que sempre gostou de tocar, proporcionou a ele conhecimentos em vários Instrumentos Musicais tais como: Bateria, Pandeiro, Timba e Violão. 
Sua primeira Apresentação foi tocando na Folia de Reis do Avô Gaspar, onde tocou Cavaquinho! Mais tarde com 10 anos de idade, participou de vários Encontros de Violeiros junto com seu Avô, tocando Violão. 
Para sua grande alegria foi convidado a ser voluntário do Hospital do Câncer de Uberlândia-MG, onde cantava com seu Avô uma vez por semana, trazendo alegria aos que ali estavam precisando de tratamentos médicos. 
Aos 12 anos de idade, foi que Lucas Reis descobriu seu grande amor pela Viola Caipira!!! Não quis mais abandoná-la!!! Nesse mesmo ano teve em sua vida um grande grupo, os Primos de Minas, que proporcionou a ele muitos conhecimentos e a importância de sempre ter a Família por perto para dar o necessário apoio. 
Tocando a Viola de seu Avô, Lucas descobriu que a mesma fazia parte de sua vida! Como sempre recebeu o apoio de seus Pais, ganhou de presente sua primeira Viola Caipira e, para completar suas alegrias entrou na Orquestra Infanto Juvenil de Viola Caipira de Uberlândia-MG, onde conheceu o seu primeiro parceiro, Renato! Essa parceria durou por um período de 3 anos, até que, em 2010, a Dupla se desfez. E, em Março de 2010, Lucas iniciou a parceria com Thácio Cândido!!! 
Thácio Cândido da Silva, também é natural de Uberlândia, onde nasceu, no dia 20/10/1991. 
Sendo também Estudante, o que mais gosta de fazer nas horas vagas é tocar Viola, Violão e cantar Músicas de Raiz. Desde pequeno demonstrou ter habilidades para tocar e cantar.
Com apenas 6 anos de idade, Thácio passou a se interessar pela Viola Caipira, quando teve o privilegio de tocar a Viola do seu Tio Marcos Violeiro!!! 
Thácio ficou fascinado! Sempre que tinha oportunidade, pegava escondido de sua Mãe e tocava a Viola, até que, quando estava com 8 anos de idade, seu Tio o viu tocar pela primeira vez e percebeu que o menino levava jeito! E emprestou a ele sua Viola! 
Thácio sempre recebeu incentivo de seus pais e de toda sua Família e, claro, do seu Tio Marcos Violeiro! 
Sua primeira Apresentação foi no SESC, no Segundo Encontro de Violeiros, em 2006, com Marcos Violeiro e Adalberto! Nessa época já cantava em Dupla com Robert, Dupla essa que durou um período de 3 anos. 
No mesmo ano de 2006, Thácio foi convidado para participar da Orquestra de Violeiros Mirins de Uberlândia-MG.
E, em 2008, a parceria com Robert chegou ao fim. Em Fevereiro de 2009 Thácio começou a tocar Violão com o Tostão Chamamezeiro. 
Em Março de 2010, Thácio Cândido recebeu a proposta de Lucas Reis para serem parceiros nas Cantorias, passando a compartilhar seus conhecimentos e habilidades! 
Nascia assim a Dupla "Lucas Reis e Thácio Cândido"!!! Lucas Reis, apaixonado pela Viola e pelo Violão, fazendo a Primeira Voz, e Thácio Cândido, que não deixa nada a temer em tocar Viola e Violão e tem uma "voz de trovão", faz a Segunda Voz!!! 
Com o apoio das Famílias e dos Amigos, Lucas Reis e Thácio Cândido iniciaram uma linda e maravilhosa caminhada. Com o apoio de pessoas que gostam e apreciam a Viola, eles vêm fazendo shows em várias cidades do Triangulo Mineiro, além de algumas cidades do Estado de Mato Grosso! 
A jovem Dupla "Lucas Reis e Thácio Cândido" se "espelhou" em Marcos Violeiro e Adalberto e, mais recentemente, na nova Dupla Marcos Violeiro e Cleiton Torres!!! 
Também servem como inspiração para "Lucas Reis e Thácio Cândido" excelentes e inesquecíveis Violeiros como o Bambico, além de diversas Duplas Caipiras renomadas tais como Goiano Paranaense, Zé Mulato e Cassiano, João Mulato e Douradinho, e também os inesquecíveis Tião Carreiro e Pardinho, que são os "Ídolos" da jovem Dupla!!! Mesmo não estando presentes nesse Mundo, os Reis do Pagode proporcionam grandes conhecimentos a Lucas Reis e Thácio Cândido que prosseguem lutando pelo reconhecimento da importância da Viola Caipira para se manter sempre viva nessa maravilhosa Cultura!!! 
O primeiro CD da Dupla, intitulado "Pra Te Amar Outra Vez", foi lançado em 2011, com destaque para "Adeus Minas Gerais" (Lucas Reis- Thácio - Reinaldo Queiroz), "Chamada A Cobrar" (Donizete dos Santos - Tião Carreiro), "Reinado Da Viola" (Lucas Reis - Chico Rozado - Ramon Rozado), "Pra Te Amar Outra Vez" (Sérgio Penna), "Nosso Jeitão (Instrumental)" (Lucas Reis - Thácio), "Bicho Do Mato" (Rosseri - Tião do Rancho), "Cantador" (Thiago Viola), "Sangue Caipira" (Marcos Violeiro), "Escritas Do Profeta" (Lucas Reis - Thácio) e "Violeiro Solteiro" (Carreirinho - Zé Carreiro)! 
E, no dia 18/01/2011, a Dupla "Lucas Reis e Thácio Cândido" foi agraciada com o Prêmio Rozini de Excelência da Viola Caipira, na Categoria "Dupla Revelação", em Belo Horizonte - MG, ocasião na qual conheci pessoalmente esses dois Jovens Violeiros! 
Contato para shows: (34) 3212-5081 (34) 9686-8159 (34) 9667-5855
e-mail: lucasreisethaciocandido@yahoo.com.br 
producao@lucasreisethacio.com.br 
Pouco tempo após o Prêmio Rozini, a Dupla "Lucas Reis e Thácio Cândido" mudou o nome para "Lucas Reis e Thácio".
De acordo com a informação que o próprio Lucas forneceu, ”“...
O nome teve que ser alterado devido a dificuldade dos apresentadores em pronunciar os dois nomes...  
Elaborando esse resumo biográfico, percebo o quão gratificante é o fato de encontrarmos Jovens Talentos que se dedicam a esse Maravilhoso Instrumento Musical, e que, desse modo, podemos manter a Esperança de que a Tradição da Viola e da Música Caipira Raiz continuará a existir, mesmo na "contra-mão dos interesses da mídia"... 
"Tem Sangue Novo Na Praça" como já afirmaram sabiamente os "Guerreiros" Zé Mulato e Cassiano!!! 
Parabéns, "Lucas Reis e Thácio"!!! Continuem sempre defendendo com unhas e dente a autenticidade da Música Caipira Raiz para que esse Maravilhoso Estilo Musical jamais seja esquecido!!! 
Fonte http://www.boamusicaricardinho.com

terça-feira, 19 de março de 2013

Evandro e Agnaldo 19/03/13


Evandro e Agnaldo
As trajetórias de Evandro Ricardo dos Santos (São José dos Campos – SP, 28/07) e Agnaldo Ferreira (Bandeirantes – PR, 12/02) cruzaram-se na mudança dos anos 90 pros 2000 na cidade de Cornélio Procópio – PR, logo após o encerramento das atividades de uma banda de pop rock onde Evandro trabalhava.
Agnaldo, também vindo dessa escola de músico da noite, (tendo atuado durante muito tempo em bandas de baile da região norte do estado do Paraná), ‘a época, ainda alternava-se entre seu consultório odontológico e os palcos da vida.
Dividindo essa vontade de partir para um projeto sertanejo, os amigos foram ‘a luta e correram atrás de seus sonhos.
Então, começaram a frequentar os circuitos da noite já como dupla e assim, a adquirir entusiastas, principalmente pelo carisma e inegável beleza do dueto de vozes.
O disco não demorou muito a vir. O primeiro álbum, que tinha como carro-chefe a balada “Lembranças” (Evandro), não foi bem aceito. Apesar de boas composições, a produção não agradou.
Em 2009 as coisas começaram a mudar. O álbum “Tiro Fatal” (2009) colocou os meninos no mapa do novo sertanejo do Brasil. A partir de então, vários convites para programas de televisão, ao mesmo tempo as canções começaram a frequentar o top 10 de várias emissoras importantes do Brasil, dentre outras incontáveis conquistas.
No segundo semestre de 2010 foi concebido o projeto “Pega meu beijo” que viraria o próximo álbum da dupla.
E agora em 2012 a dupla lança seu novo mais novo álbum Ao vivo em São Paulo, com certeza um trabalho que veio para ficar.O álbum conta com os melhores profissionais do mercado, Orlando Baron, na produção musical, Zé Carratu na cenografia, e na direção de vídeo Anselmo Troncoso.
O novo projeto tem como música de trabalho Olhos Cintilantes
Fonte do site da dupla http://evandroeagnaldo.com.br

segunda-feira, 18 de março de 2013

James & Rapha 18/03/13

James & Rapha
A dupla James & Rapha começou sua carreira em 2007 dentro dos estúdios da Audiowork, onde são produtores.
Publicitários, os dois sempre levam suas idéias criativas para os Shows deixando cada dia mais interessante e diferente.
Eles se apresentam sempre nas melhores casas sertanejas de Ribeirão Preto e Região (Villa Sertaneja, Os Caipiras, Água Doce Cachaçaria, Café Cancun, Empório Brasília...) e também nos melhores Shows, Rodeios e Circuitos Sertanejos do interior (Monte Alto, Cajuru, Sertãozinho, Barrinha, Guará, Altinópolis, Araxá (Minas), Franca, Batatais, Bebedouro...).
A dupla é muito conhecida no meio universitário, em parceira com empresas de eventos, estão presentes na maioria das festas de faculdades da região. Até agora já foram mais de 400 apresentações pela região, com uma média de 15 shows por mês.
Um dos diferenciais da dupla é tocar no meio do repertório algumas músicas internacionais de estilos diferentes, outro ponto forte é a interação com o público.
Os dois já têm uma bagagem artística de outras bandas que tocaram isso ajuda muito nessa interação com as pessoas.
É uma dupla eclética e irreverente, que toca desde músicas de raiz até músicas sertanejas universitárias, e tudo com muita qualidade e afinação, pois como trabalham em estúdios, são muito exigentes nesse aspecto.
James & Rapha já estão finalizando o primeiro CD com músicas próprias, participações especiais e algumas regravações: (Somos Assim, Versos Simples, Beijinho Doce, Evidências, Pirraça, entre outras).
Em 2009 ficaram entre as 3 duplas mais lembradas na pesquisa TOP OF MIND realizada na região de Ribeirão Preto.
Já tocaram junto com Luan Santana, Pedra Letícia, Tom & Arnaldo, Planta e Raiz, entre outros.
Quem quiser prestigiar o Show da dupla James & Rapha, é só procurar a programação das melhores casas de Ribeirão Preto e região que certamente eles estarão lá. 
Fonte da própria dupla

domingo, 10 de março de 2013

Leo canhoto e Robertinho 10/0313


Leo canhoto e Robertinho

Leonildo Sachi, o Léo Canhoto, nasceu em Anhumas SP no dia 27/04/1936.
José Simão Alves, o Robertinho, nasceu em Água Limpa GO no dia 09/02/1944. 
Leonildo nasceu na roça, onde passou fome e viveu muitas dificuldades. Passou um período com sua família italiana num sítio no município de Sertanópolis PR onde, até os 18 anos de idade, enfrentou todo tipo de trabalho, inclusive capinar a roça.
Foi devido a uma doença que acometeu o pai de Leonildo que ele acabou se tornando cantor: Para custear o tratamento, Leonildo resolveu fazer um roçado de algodão ajudado por uma de suas irmãs. Fez dívida com a compra de equipamentos diversos e inseticidas, porém, nada colheu, devido a uma chuva inesperada que destruiu toda a plantação, ainda em floração.
Leonildo
começou então sua aventura na cidade grande, onde se viu obrigado a tentar a sorte, procurando emprego em circos mambembes, com seu Violão, que havia aprendido a tocar em volta das fogueiras nos diversos sítios onde morou.
O nome artístico com o qual Leonildo ficou conhecido foi devido ao fato dele realmente ser canhoto.
Seu aprendizado musical foi “de ouvido” e Léo Canhoto chegou a participar de algumas duplas, dentre as quais, a mais conhecida, com Maurinho: a dupla “Maurinho e Zé Canhoto” participou de alguns programas de rádio na Difusora de Londrina-PR e também tentou a sorte na Capital Paulista, tendo gravado um disco, porém, com o nome de “Os Canarinhos do Sertão”, já que o nome “Maurinho e Zé Canhoto” não foi aceito.
O sucesso não aconteceu e a dupla logo se desfez.
Léo Canhoto passou a fazer parte do trio “Campanha, Léo Canhoto e Perigoso”, o qual também não durou muito tempo. Na mesma época, porém, Léo Canhoto começou a se firmar como compositor, tendo tido diversas de suas músicas gravadas por intérpretes do quilate de Zilo e Zalo, Pedro Bento e Zé da Estrada, Zico e Zeca e Luizinho, Limeira e Zezinha.
Na mesma época, Léo Canhoto também começou a empresáriar duplas famosas tais como Vieira e Vieirinha e Sulino e Marrueiro. Léo Canhoto, no entanto desejava realizar o seu próprio trabalho musical!
José Simão Alves, por sua vez, também enfrentou diversas dificuldades.
Órfão de mãe com bem pouca idade, foi levado por seu pai para Buriti Alegre-GO, onde trabalhou na roça e também foi sapateiro, tintureiro e tratorista.
Gostava de cantar desde criança. Bastante tímido, no entanto, quando alguém pedia, ele só aceitava cantar se fosse de costas para o público; e, quando acabava a música, saia correndo…
Na mesma, Buriti Alegre-GO, José Simão formou com mais dois amigos o trio “Jota, Jotinha e Marquinho” que cantava na Rádio Clube local. Algum tempo depois o trio foi para a Capital Paulista, aonde chegou a gravar um disco o qual não obteve sucesso.
José Simão seguiu para Goiânia-GO e continuou mantendo contato com o meio sertanejo, em meio às dificuldades que enfrentava.
Tinha uma única calça e apenas duas camisas, além de passar semanas comendo somente arroz com tomate.
José Simão escolheu o nome artístico de “Robertinho” em homenagem o seu grande ídolo que é Roberto Carlos.
E foi numa viagem a Goiânia-GO que os dois componentes da dupla se conheceram: Robertinho, que era fã de Léo Canhoto como compositor, foi ao Hotel J. Alves para conhecê-lo e, por intermédio do Acordeonista Inhozinho, foi a ele apresentado.
Léo Canhoto, por sua vez, ouvindo Robertinho cantar, gostou bastante da sua voz e, após cantarem juntos algumas músicas, decidiram formar a nova dupla. 
Robertinho não hesitou em se mudar de imediato para a Paulicéia Desvairada onde, de início, morou durante dois anos na mesma residência de Léo Canhoto. Antes da gravação do primeiro LP.
Léo Canhoto e Robertinho tiveram que fazer diversos “bicos”, acompanhando outras duplas, fazendo portaria nos circos, vendendo livros e, sempre que surgia alguma oportunidade, faziam algumas pequenas apresentações nos respectivos locais.
Mas a nova dupla estava para iniciar então uma “mudança radical” e (por que não dizer?), uma verdadeira “revolução” no panorama da Música Sertaneja de um modo geral!
Havia na década de 1960 diversas excelentes Duplas Caipiras no auge do sucesso. Léo Canhoto, experiente que era como Empresário no meio fonográfico sustentava que a nova dupla que nascia precisava ser “diferente” de tudo que rolava na época.
E, com seus famosos óculos escuros Léo falava em “reciclar”, “romper estruturas arcaicas” e “ampliar o público”.
 E, lógico, as gravadoras, de um modo geral, gostavam de tais idéias, principalmente por aumentar as vendagens. 
E foi assim que, no ano de 1969, Léo Canhoto e Robertinho aproveitaram a “janela” que já havia sido aberta pela Jovem Guarda e mostraram pela primeira vez ao público sertanejo o característico visual que misturava o Sertanejo com o Country Americano, além de misturar também o Boiadeiro com o Rockeiro.
O primeiro disco foi gravado no mesmo ano de 1969 na RCA Victor, contendo dentre outras músicas, um de seus maiores sucessos, que foi o corrido “Apartamento 37”.
(Léo Canhoto) (a música cujo trecho o Apreciador ouve ao acessar essa página).
E, em 1972, Léo Canhoto e Robertinho ganharam um Disco de Ouro com o sucesso de “Apartamento 37” (Léo Canhoto), tendo sido a primeira dupla sertanejo a conquistar tal prêmio no Brasil.
Algumas boas Duplas Sertanejas do quilate de Tibagi e Miltinho e Belmonte e Amarai já haviam iniciado uma “inovação” na Música Caipira, com a inclusão de Orquestras.
Trompetes e Guitarras Elétricas nos arranjos, além de terem incluído no repertório ritmos latinos tais como Boleros, Guarânias e Rancheiras, além dos trajes típicos mexicanos, tão bem utilizados por Pedro Bento e Zé da Estrada. 
No entanto, quem até então imaginaria uma Dupla Sertaneja cabeluda usando medalhões no peito e vestindo camisas abertas até a metade, com estampas psicodélicas? Sem dúvida, um verdadeiro “escândalo”, já que Léo Canhoto e Robertinho também gostavam de aparecer com guitarras elétricas, órgãos e contrabaixos e andando de motocicletas, em vez de montados em cavalos!!
Críticas não faltaram e não poderia ter sido diferente: Léo Canhoto e Robertinho eram discriminados tanto nas emissoras de rádio como também no famoso “Café dos Artistas”, além de terem sido considerados como “loucos”. Amigos do mundo sertanejo insistiam em que eles largassem tais inovações e “voltassem às origens”.
A dupla também não tinha nenhum programa de rádio. Mas mesmo com pouco dinheiro para divulgação e sem acesso à TV, Léo Canhoto e Robertinho conquistaram o país, tornando-se década de 1970 a mais popular entre as Duplas Sertanejas, quebrando recordes de disco e bilheteria. 
Léo Canhoto e Robertinho gravaram 15 LPs na RCA, os quais foram produzidos pelo ex-rockeiro Tony Campelo, que também produziu uma infinidade de discos de Sérgio Reis. Foi por sinal na mesma gravadora que surgiu o repertório inovador com músicas que tinham até mesmo clichês inspirados por filmes de “bang-bang italiano”, aqueles “faroestes de segunda categoria” que estavam na moda na década de 1970.
Com direito inclusive aos tão característicos “diálogos” entre mocinho e bandido e “efeitos sonoros” diversos como tiros de revólver! Como exemplo, podemos citar “Jack O Matador” (Léo Canhoto - Nenete) e “O Homem Mau” (Léo Canhoto). Uma verdadeira mistura de “Rádio-Teatro” com Country Americano e Sertanejo Brasileiro…
A dupla também foi pioneira na introdução das Guitarras Elétricas na Música Sertaneja, como podemos notar, por exemplo, em “Vou Tomá Um Pingão” (Léo Canhoto). Léo Canhoto e Robertinho também “parodiaram” Roberto Carlos, falando sobre “carros e velocidade” em “Meu Carango” (Léo Canhoto).
Léo Canhoto e Robertinho também “pagaram o preço do pioneirismo”, já que nos seus shows em circos de cidades interioranas as instalações elétricas muitas vezes eram precárias e ocorriam panes com muita freqüência, fazendo com que eles tivessem que esquecer a guitarra elétrica e pegar o Violão e a Viola e soltar a voz tal qual Tonico e Tinoco no início da carreira “na beira da tuia”.
Léo Canhoto e Robertinho foi também a única dupla sertaneja que recebeu o “Brasão Da República”, homenagem prestada pelo então Presidente Ernesto Geisel em 1976, pela beleza da música “O Presidente e o Lavrador” (Léo Canhoto).
A dupla, no entanto, acabou se desfazendo em 1983. Léo Canhoto e se queixava pelo fato das emissoras de TV darem espaço para a Música Country Americana e deixar de lado o “Novo Caipira Brasileiro” que eles cultivavam. Apesar das inovações Léo Canhoto e Robertinho jamais conseguiram chegar aos “horários nobres” do Rádio e da TV.
A dupla chegou a se unir novamente no ano de 1989, no entanto, sem obter o sucesso anterior, apesar do enorme sucesso que já estava sendo experimentado por duplas já famosas tais como “Chitãozinho e Xororó”, “César e Paulinho” e “Christian e Ralf”, duplas essas que haviam aproveitado o estreito caminho aberto por Léo Canhoto e Robertinho e “alargado a estrada” por onde passaram a transitar duplas tais como “Leandro e Leonardo”, “Zezé di Camargo e Luciano” e “Bruno e Marrone”, “rotulados comercialmente” como novos nomes da Música (que não é mais) Sertaneja, mas sim uma “mistura romântico/brega” também conhecida como “breganejo” ou “sertanojo”.
Os trabalhos mais recentes de Léo Canhoto e Robertinho foram em 1996 quando lançaram um CD com destaque para “O Messias” (Léo Canhoto) e “Na Trilha dos Animais” (Leo Canhoto) e também a participação da dupla no CD “Clássicos Sertanejos” de Chitãozinho e Xororó, interpretando “Vou Toma Um Pingão” (Léo Canhoto) juntamente com a famosa dupla paranaense.
Bem antes dos “breganejo e sertanojos”, aproveitando a “trilha” aberta por Léo Canhoto e Robertinho, haviam surgido Milionário e José Rico e também o Trio Parada Dura.
 E, sobre essa inovação experimentada pela Música Sertaneja, merece ser citado o comentário de Inezita Barroso, citado na página 333 do Livro “Música Caipira - Da Roça Ao Rodeio” de Rosa Nepomuceno, citação essa que nos mostra o quanto a “Madrinha” dá valor ao que é autêntico, ao que é da Nossa Terra: 
 ”“… não é que eu não goste, mas eles quebraram aquela unidade caipira. Então dali pra cá começou a aparecer às duplas ditas modernas, né?
Criou-se nesse momento, não uma inimizade, mas uma prevenção contra esse tipo de música.
Os caipiras resolveram se unir, porque não havia mais lugar para eles, eles estavam indos embora, pro interior. ”
Nessa citação, Inezita se referiu aos que “inovaram a linguagem do mercado” que misturaram alhos com bugalhos, violas com guitarras, os quais Inezita sempre viu “com reservas”; isto na época em que “estouravam nas paradas de sucesso” Léo Canhoto e Robertinho, Milionário e José Rico e o Trio Parada Dura. Lembrar que ainda não eram conhecidos “Leandro e Leonardo” nem “Zezé di Camargo e Luciano”, ou seja, ainda não existiam os “breganejo e sertanojos”…
Ao ouvirmos Léo Canhoto e Robertinho, além dos já mencionados “efeitos sonoros dos bang-bangs” (“Jack O Matador” (Léo Canhoto - Nenete) e “O Homem Mau” (Léo Canhoto)), encontramos os elementos do “rock” da época, em interpretações de sucessos tais como “A Colina do Amor” (Léo Canhoto), “Crioulinha” (Léo Canhoto - Nhô Cido), “O Presidente e o Lavrador” (Léo Canhoto), “A Menina da Piscina” (Pedro Canela) e “Suspiro e Saudade” (Pedro Canela) (música essa que nos faz lembrar o romantismo de Christophe em “Aline”). No entanto (e esses são Léo Canhoto e Robertinho que eu aprecio!), apesar da instrumentação inovadora, ainda sentimos o “Sabor Caipira Raiz” ouvindo sucessos tais como “Vou Tomá Um Pingão” (Léo Canhoto), “A Gaivota” (Léo Canhoto), “A Garça” (Léo Canhoto), “Apartamento 37” (Léo Canhoto), “Inverno Cruel” (Léo Canhoto - Ricieri Faccioli), “Meu Velho Pai” (Léo Canhoto) e “Canção do Carreteiro” (Léo Canhoto - Oswaldo Béttio). E também podemos nos divertir em interpretações bem humoradas como por exemplo “Eu e a Dinha” (Léo Canhoto - Robson Garcia), na qual são utilizados cacófatos, da mesma forma que nos Forrós compostos por Zenílton e Genival Lacerda:
 Entre 1983 e 1989, Robertinho chegou a formar uma dupla com o acordeonista João Silvestre da Silva, o João Roberto, natural de Dourados-MS e que possuía antes o nome artístico de Centavo (quando integrava o trio “Cruzeiro, Tostão e Centavo” o qual ganhou 1º (Festão - festival promovido pela TV Morena de Campo Grande-MS, com a música “Estrada de Chão” (Aurélio Miranda)). A dupla “João Roberto e Robertinho” gravaram um disco e, logo depois, João Roberto foi morar no Canadá onde viveu durante 13 anos, após os quais retornou ao Brasil e voltou a formar a dupla com Robertinho.
João Roberto, no entanto, faleceu no dia 14/05/2005, durante um show no qual acompanhava a “Madrinha” Inezita Barroso em Itanhaém SP: repentinamente ele caiu no palco; foi socorrido imediatamente, mas já estava sem vida, vítima de parada cardíaca fulminante, ocasião na qual contava 43 anos de idade.
E, no mesmo ano de 2005, Robertinho retomou a dupla com Léo Canhoto.
Continua pela estrada 

sábado, 9 de março de 2013

Milionário & José Rico 09/03/13

Milionário & José Rico 

Milionário Romeu Januário de Matos, nasceu em Monte Santo de Minas, estado de Minas Gerais, no dia 4 de janeiro de 1940.
José Rico José Alves dos Santos, conhecido pelos amigos naquela época como "boi cego", nasceu em São José do Belmonte, estado de Pernambuco no dia 29 de junho de 1946.  . 

Milionário & José Rico são uma dupla de cantores de Música Sertaneja do Brasil.  

Uma das mais famosas do país, conhecidos nacionalmente com a alcunha Às gargantas de ouro do Brasil.

Com quarenta e dois anos de carreira, a dupla já vendeu cerca de 35 milhões de exemplares de seus 29 discos gravados desde o ano de 1973.

Além disso, gravaram dois DVDs e dois filmes, Na Estrada da Vida, de 1980, e "Sonhei com você", de 1988.

Romeu (Milionário) trabalhou como pedreiro, garçom e pintor de parede, e encontrou inspiração musical em sua mãe, observando-a cantar.

Aprendeu música "de ouvido", sem ter estudado em conservatório musical.

José Rico  por ter sido criado na cidade de Terra Rica, no estado do Paraná desde os dois anos de idade, acabou adotando, e registrando em Cartório, o nome José Rico Alves dos Santos, em alusão à cidade onde viveu sua infância.

O apelido foi inventado por um padre, ainda durante a infância de José Rico.

Quando morou em Terra Rica, José Rico era apaixonado por Marlene Angeli.

Em 1970, coincidentemente Romeu e José; Foi para a cidade de São Paulo, a capital do estado de São Paulo, para tentarem sucesso em suas respectivas carreiras de cantores. Coincidentemente também, os dois foram hospedar-se no Hotel Rio Preto, conhecido como "Hotel dos Artistas", onde artistas anônimos ficavam hospedados em busca da realização de um sonho, e se apresentavam em locais como circos para irem sobrevivendo até que a sorte os ajudasse a tornarem-se profissionais.

E não deu outra, em 1970, quando os dois se encontraram, no Hotel, ao serem apresentados, José Rico dizendo seu nome a Romeu, pois já tinha o apelido de José Rico, Romeu disse a ele "se você é o José Rico, pode me chamar de Milionário", em alusão ao "carnê milionário" do Baú da Felicidade do grupo Silvio Santos. A partir daquele momento, o destino já havia preparado o que todos iriam conhecer a partir de1973.

Segundo entrevista recente no programa do Jô Soares, a dupla inicialmente tinha por nome "Tubarão e José Rico", quando se apresentaram no programa de calouros do Silvio Santos foi que este os chamou de "Milionário e José Rico", em alusão ao "carnê milionário".

A simpatia de José Rico pelos mais variados estilos musicais como a gaúcha, mexicana, paraguaia e cigana dotou essa dupla de um estilo característico e inconfundível. O uso de instrumentos como harpas, trompetes e em especial o acordeom, demonstraram esta miscigenação e riqueza musical.

A dupla gravou, em 1973, seu primeiro LP, pela Continental/Chantecher, com destaque para as músicas "Inversão de Valores" (Prado Júnior - João Armando Perrupato), "De Longe Também Se Ama" (José Rico - Jair Silva Cabral), "Paraná Querido" (Paulinho Gama - Goiá) e "Coração de Pedra" (Belmiro).

No filme Na Estrada da Vida, há um relato interessante.

A dupla foi até o Santuário de Aparecida, e, ao entrarem na Igreja, pediram para que a Santa se tornasse a "Chefe", para que a "Padroeira do Brasil" fizesse com que as pessoas compreendessem a música da dupla, que falava de amor, natureza, do povo.

E como eles não tinham nada para oferecer à Santa, deixaram um disco no altar como presente.

O Padre, ao deparar-se com o disco, imaginou que, quem o tinha deixado na Igreja não precisava de nada, pois não havia nem um bilhete com pedido à Santa, e um garoto que acompanhava o Padre disse que a dupla deveria ser podre de rica.

A julgar pelo nome, então o Sacerdote mandou entregar o disco na rádio de Aparecida para que os programadores vissem se o mesmo poderia ser aproveitado.

O locutor, ao ouvir, gostou e resolveu tocar o disco, e então os ouvintes começaram a escrever para a rádio para que tocasse o disco.

A partir desse momento, Nossa Senhora Aparecida já era a "Chefe" da dupla, que começou a emplacar um sucesso atrás do outro, gravando um disco atrás do outro, tornando-se a dupla que o Brasil conhece tanto.

No entanto, após o sucesso alcançado com o primeiro LP, Milionário e José Rico já haviam sido contratados pela Continental/Chantecher, gravadora que acabou sendo responsável pela quase totalidade dos discos da dupla. E em 1975, gravaram o Volume 2, intitulado "Ilusão Perdida" que é, por sinal, o disco preferido do Milionário!

Destaque para "Ilusão Perdida" (Milionário - José Rico) e "Dê Amor Para Quem Te Ama" (José Rico - Peão Carreiro).

Veio depois, o Volume 3, intitulado "Livro Da Vida", em 1976, e o Volume 4, com o título de "As Gargantas De Ouro Do Brasil", em 1977, e o sucesso da dupla cada vez era maior. E ainda no mesmo ano de 1977, eles conheceram a consagração definitiva, com o estrondoso sucesso da Canção Rancheira "Estrada da Vida", de autoria do próprio José Rico, que foi faixa-título do LP Volume 5 (capa do LP acima e à direita), e é sem dúvida, o maior sucesso da dupla.

A música Estrada da Vida, de autoria de José Rico em 1978, tornou-se lendária,

A música "Estrada da Vida" proporcionou a venda de mais de dois milhões de cópias e originou o roteiro do filme Na Estrada da Vida, baseado na própria vida dos integrantes da dupla e dirigido por Nelson Pereira dos Santos, onde Milionário e José Rico interpretam eles próprios.

A dupla teve nova experiência no cinema, atuando em outro filme, novamente interpretando eles mesmos, em Sonhei com você, de 1988, dirigido por Ney Sant Anna, que é filho de Nelson Pereira dos Santos, diretor do filme "Na Estrada da Vida".

Com sucesso enorme em todo o Brasil, o filme Na Estrada da Vida conquistou o primeiro lugar no Festival Internacional de Filmes de Brasília e foi vendido para diversos países, inclusive a China.

Milionário e José Rico foram convidados pelo Governo Chinês a se apresentarem naquele país no ano de 1985, uma excursão que durou um mês, num Intercâmbio Cultural, no qual a dupla foi mostrar sua música para o "outro lado do mundo".

Milionário & José Rico foi à primeira dupla brasileira que visitou esse país!

Em 1991, após a gravação do LP Volume 20, intitulado "Vontade Dividida", ocorreu à separação da dupla por um período de três anos.

Durante o período de separação de José Rico, Milionário formou dupla com o (Mathias da dupla) (Matogrosso & Mathias), emplacando o sucesso "na segunda feira a noite", e também gravou um LP com o Robertinho (da dupla Léo Canhoto e Robertinho).

José Rico, por sua vez, separado de Milionário, chegou a tentar carreira “solo”, gravando dois discos, mas o destino novamente colocou frente a frente Milionário & José Rico.

Em 1994,

Milionário e José Rico uniram novamente as suas vozes e gravaram o LP Volume 21, com o título "Nasci Para Te Amar", o qual foi também lançado simultaneamente em CD, o primeiro da dupla. Nesse disco a dupla gravou uma música de autoria José Rico em homenagem ao inesquecível Ayrton Senna, que havia falecido tragicamente naquele ano.

Continua na estrada da vida até hoje.

terça-feira, 5 de março de 2013

Ser sertanejo 05/03/13


   Ser sertanejo  
Musica Sertaneja é musica caipira o resto é resto tocam porque a mídia enfia.

Aproveitando um comentário que ouvi do J C da Viola de Ouro, eu também afirmo que o que contém rodando por ai nada mais é que a baba do boi perdida no pasto.
Não apresenta nada para esclarecer o sertanejo de todos os tempos;
Ser sertanejo é ser.
Agreste, campesino.
Campestre, rural
Roceiro, rústico.
Camponês,
Ser sertanejo nada mais é que ser caipira.