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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

SE GOLPEAR

 




A letra “Se Golpear” é construída sobre um eixo emocional intenso, centrado na dor da perda amorosa e na ferida da traição — não apenas sentimental, mas também afetiva e moral, já que o eu-lírico sofre por ver a mulher amada unir-se justamente a alguém que foi seu amigo. Essa camada dupla de sofrimento amplia o impacto dramático da narrativa poética e aproxima a composição de baladas românticas clássicas, nas quais a partida se torna o único gesto possível de dignidade diante do amor impossível.

Os versos utilizam imagens simples, porém expressivas — o sangue que já não corre como antes, o sol se escondendo no horizonte, o jardim onde o amor floresce para outro — criando metáforas acessíveis e profundamente emotivas. A repetição dos refrões funciona como um lamento cíclico, recurso comum em letras pensadas para musicalização, pois fixa a mensagem central: amar também pode significar saber ir embora. Essa estrutura reforça o potencial interpretativo da obra, permitindo arranjos que valorizem tanto a melodia quanto a carga sentimental da letra.

Outro aspecto marcante é o tom confessional, quase como uma carta de despedida transformada em canção. O eu-lírico não acusa nem amaldiçoa; ele aceita, sofre e parte. Essa postura resignada imprime maturidade emocional ao texto e aproxima o ouvinte da experiência narrada, tornando a letra universal — qualquer pessoa que já tenha vivido um amor não correspondido pode reconhecer-se nela.

Trata-se de uma composição com forte identidade lírica, rica em sentimento e ideal para interpretações musicais que valorizem voz, emoção e narrativa.

Interessados em gravar esta obra podem entrar em contato diretamente com o autor/compositor.


Amor perdido, saudade, despedida, traição, solidão, renúncia, dor emocional, destino cruel

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

SEM FICAR TONTO


 

A letra “Sem Ficar Tonto”, de autoria de Senisio Antonio, teve sua origem como poema em seu livro de 1975, demonstrando a versatilidade de uma obra que atravessa o tempo e se adapta com naturalidade da página escrita para a interpretação musical. Trata-se de uma composição marcada por forte carga emocional, construída com linguagem simples, porém profundamente expressiva, característica típica da poesia que nasce da vivência e não apenas da imaginação.

Os versos apresentam um personagem tomado pela saudade e pela ausência, que encontra no diálogo simbólico com o garçom uma forma de externar sua dor. Esse recurso narrativo cria proximidade com o ouvinte e reforça a sensação de confissão íntima, quase como se cada estrofe fosse um desabafo sincero. Metáforas como o copo que tenta afogar a saudade e o amor que continua girando como moinho são elementos poéticos que enriquecem a estética da letra e evidenciam a identidade autoral.

A musicalidade natural do texto revela que a poesia já carregava ritmo interno antes mesmo de ser pensada como canção, fator que facilita sua adaptação para melodia e interpretação vocal. Isso faz da obra um material valioso para artistas que buscam repertório com conteúdo lírico consistente, sentimento verdadeiro e narrativa envolvente.

Interessados em gravar essa composição podem entrar em contato diretamente com o autor para tratar de autorização e demais informações relacionadas ao uso da obra.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

O PINTINHO E A FUMAÇA

 



A letra “O Pintinho e a Fumaça”, de Senisio Antonio, traz uma construção narrativa típica da tradição satírica rural brasileira: usa personagens animais humanizados para tratar de um tema adulto de forma alegórica e bem-humorada. A estrutura dialogada entre o galo e o pintinho lembra causos contados em roda, com linguagem coloquial, ritmo oral e expressões regionais (“trem”, “patrão”, “cê”), o que reforça autenticidade cultural e aproxima o ouvinte do cenário de fazenda.

Do ponto de vista literário, a composição trabalha com três camadas principais:

·         Humor e ironia: o pintinho insiste em experimentar algo que não entende, criando um efeito cômico progressivo.

·         Moral implícita: há uma crítica sutil à curiosidade precoce e à influência de exemplos errados.

·         Refrão repetitivo: o “Nada, nadinha” funciona como gancho mnemônico, típico de músicas populares narrativas, facilitando fixação e participação do público.

O fato de a letra ter origem em um conto do livro do autor (1975) reforça seu valor autoral e histórico, mostrando que não é apenas uma canção, mas uma adaptação poético-musical de obra literária, algo valorizado artisticamente.

Observação para intérpretes: a obra possui forte potencial performático, especialmente em estilos como moda de viola, sertanejo raiz ou teatro musical regional, pois permite interpretação dramática dos personagens.

Se algum cantor, produtor ou grupo tiver interesse em gravar, basta entrar em contato com o autor para autorização e detalhes.


segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

CANTO DA ESPERANÇA.

 

Canto da Esperança é uma daquelas obras em que a poesia ganha asas e vira abrigo. Na letra de Senisio Antonio, cada verso nasce simples e profundo, como o pássaro do poema: pequeno no gesto, gigante no significado. É palavra que consola, insiste, levanta quem cansou de prosseguir e planta fé onde antes havia silêncio. Senisio transforma poesia em melodia pura, dessas que falam baixo e alcançam alto.

A interpretação de Juliano Queiroz dá corpo e alma a esse canto. Com sensibilidade e força, Juliano conduz a canção com verdade, respeitando a delicadeza do texto e ampliando sua emoção. Sua voz não apenas canta: acolhe, encoraja e renova. Ele transforma “Canto da Esperança” em experiência viva, capaz de tocar o coração de quem escuta.

Juliano Queiroz brilha como intérprete, elevando a obra e reafirmando seu talento como cantor que sabe sentir e transmitir.
Para contratar o cantor Juliano Queiroz, entre em contato pelo canal oficial de atendimento. (35) 99861 1593

Canto da Esperança — poesia que vira voo, canção que vira luz.


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

CASADA


 

A letra “Casada”, escrita por Senisio Antonio em maio de 1989, carrega a essência do sertanejo romântico clássico: simples, direta e profundamente emocional. O silêncio do violão, a janela vazia e o sertão entristecido são imagens fortes que traduzem a ausência e a dor de um amor impossível. É uma canção sobre respeito, renúncia e maturidade emocional — amar em silêncio, aceitar o destino do outro e guardar o sentimento no peito, sem cobranças nem revolta.

 

O refrão reforça essa nobreza do eu-lírico, que reconhece a condição da mulher amada e, ainda assim, mantém a dignidade do sentimento. É uma letra que conversa facilmente com o público que viveu (ou vive) amores proibidos ou não correspondidos, mantendo-se atual mesmo décadas depois de escrita.

 

Casada” é uma composição pronta para ganhar nova vida em gravações de artistas sertanejos, modão, ou projetos acústicos e intimistas.

Cantores, duplas ou produtores que tiverem interesse em gravar essa obra podem entrar em contato diretamente com o autor, Senisio Antonio.