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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Belmonte e amarai 12/11/11

Belmonte e amarai
Pascoal Zanetti Todarelli, o Belmonte, nasceu em Barra Bonita - SP no dia 02/11/1937 e faleceu num acidente de carro em Santa Cruz das Palmeiras-SP no dia 09/09/1972.
Domingos Sabino da Cunha, o Amaraí, nasceu em Rui Barbosa-BA em 1940. 
Belmonte, conhecido carinhosamente como Lico em Barra Bonita - SP formou duplas com Belmiro e também com Miltinho Rodrigues (que mais tarde, por sua vez, formou dupla com Tibagi: a famosa dupla "Tibagi e Miltinho").
Domingos Sabino, por outro lado, com apenas 16 anos, em Rio Verde-GO, já cantava em dupla com Amoroso.
A dupla foi desfeita e Amaraí seguiu para São Paulo-SP, onde passou a se apresentar sozinho, cantando na noite.


Amaraí também chegou a formar dupla com Tibagi, algum tempo depois. 
Com apenas 16 anos, Belmonte também já se aventurava pela Capital Paulista atrás do sonho de cantar; e foi com 18 anos que conheceu Belmiro e formou com ele a dupla "Belmiro e Belmonte", dupla essa que gravou o LP "Aquela Mulher", pela gravadora “Sabiá”, e que foi o primeiro disco na carreira artística de Belmonte.
O sucesso demorou e só chegou em 1964, quando Belmonte, já com 26 anos de idade, conheceu o Amaraí no “Café dos Artistas”; formou-se a célebre dupla “Belmonte & Amaraí”, a qual se apresentava em casas noturnas e bares, interpretando os mais diversos estilos musicais, em diversos idiomas.
No ano seguinte, Nenete (da dupla “Nenete e Dorinho”), sendo Diretor Artístico da gravadora RCA (hoje BMG), propôs a dupla o contrato de gravação.
E em 1966 Belmonte e Amaraí lançaram o primeiro LP, no qual o sucesso da faixa-título "Saudade De Minha Terra" (Goiá - Belmonte) se encarregou de imortalizar a dupla.
E foram mais de 1.650.000 cópias vendidas, número até hoje raramente igualado.
No pouco tempo que durou, a dupla Belmonte e Amaraí deixou sua História na Música Caipira Raiz e, obviamente não poderemos jamais mencioná-los sem citar o grande sucesso "Saudade De Minha Terra" ( Goiá - Belmonte) que se tornou um clássico da Música Caipira Raiz, gravado também por inúmeros outros intérpretes tais como Sérgio Reis, Liu e Léu, Chitãozinho e Xororó, e até mesmo em versões instrumentais, a cargo de Ivan Vilela, em Solo de Viola e Laércio Ilhabela, em Solo de Violão! 
Segundo "Mato Grosso e Mathias" e também "Milionário e José Rico", Belmonte e Amaraí possuíam as vozes mais afinadas e que "melhor se casavam" na época.
No entanto, apesar do belíssimo entrosamento vocal, havia freqüentes desentendimentos e separações esporádicas da dupla.
E foi numa dessas brigas que Belmonte chegou a gravar um LP com Miltinho Rodrigues (o LP "Sucessos" - "Belmonte e Miltinho"); e chegou a se apresentar também com Amauri, apesar de com ele não ter gravado nenhum disco. 
Belmonte também chegou a participar no início da década de 1970, o do LP "Jóias da Música Brasileira" a convite de Geraldo Meirelles e, nesse disco, ele cantou 6 clássicos da Música Caipira Raiz e Folclórica acompanhado de Coral e Orquestra.
Dentre elas, "Chuá, Chuá" (Pedro Sá Pereira - Marques Porto - Ary Pavão), "Rio de Lágrimas" (Lourival dos Santos - Tião Carreiro - Piraci) e "Negrinho do Pastoreio" (Barbosa Lessa). 
Belmonte e Amarai gravaram mais 5 LPs, tendo sido "Porque Fui te Conhecer" o último disco de carreira, lançado pouquíssimos dias depois do acidente que vitimou Belmonte em 09/09/1972.
Neste último LP, saíram apenas 11 músicas, o que era pouco comum na época, já que a grande maioria dos LPs tinha 12 músicas, sendo 6 de cada lado.
Acredita-se que a música que faltou tenha sido por causa do falecimento repentino do Belmonte antes da conclusão da gravação do disco, apesar de que, segundo Amaraí, todas as músicas programadas para o disco haviam sido gravadas. 
Belmonte e Amaraí tornaram-se um marco dentro da Música Sertaneja, considerado por alguns como sendo os precursores do "Sertanejo Moderno".
Eles inovaram na instrumentação incluindo Harpa Paraguaia, Piano, Bongô e Trompetes, instrumentos musicais praticamente inéditos até então na Música Caipira.
A Música Caipira Raiz também sofreu influência de diversos ritmos estrangeiros como se pode notar nas Guarânias compostas por José Fortuna e interpretadas por Cascatinha e Inhana bem como a influência dos Mariachis Mexicanos em Pedro Bento e Zé da Estrada e também em "Tibagi e Miltinho" e "Milionário e José Rico". 
Belmonte e Amaraí também foram influenciados pela Música Folclórica Mexicana (a qual possui em Miguel Aceves Mejia um de seus expoentes máximos) e, além disso, gravaram também versões de músicas de Nat King Cole e Boleros de Augustin Lara (como por exemplo, "Solamente Una Vez") e também músicas românticas que eram sucesso na voz de intérpretes populares como Roberto Carlos, como foi o caso de "Meu Pequeno Cachoeiro" (Raul Sampaio). E, de certo modo "abusaram do pioneirismo" gravando a versão de "The Green Green Grass Of Home" - "Os Verdes Campos de Minha Terra" (Putman - versão: Geraldo Figueiredo), no LP "Boa Noite Amor" lançado em 1968 (possivelmente o primeiro Country na Música Caipira Brasileira). 
Há quem diga também que Belmonte e Amaraí foram a primeira dupla a homenagear os caminhoneiros, através da gravação da versão de “La Carreta Campesina” - “Carretas da Fronteira" (D. Chase - Mauricio Cardozo O campo - versão: Palmeira), em 1972 no penúltimo LP, intitulado "Gente da Minha Terra". 
Belmonte também gostava de ouvir música no rádio do carro; viajava à noite, em vez de dormir, para ter idéias para as versões que queria compor. 
Na curta porém expressiva carreira de Belmonte foram mais de uma centena de músicas gravadas, tendo sido cerca de 25 composições e versões de sua autoria, até que o trágico acidente de automóvel tirou sua vida, antes mesmo dele completar 35 anos. Inesquecível, a dupla "Belmonte e Amaraí" continuam sendo solicitada e tocada nos programas sertanejos de diversas emissoras de rádio em todo o Brasil. 
Seu companheiro Amaraí, por outro lado, seguiu cantando e gravando, formando também outras duplas, inclusive com Tibagi (o mesmo da dupla "Tibagi e Miltinho"), tendo feito também gravações em "carreira - solo".
Foram mais de 40 LPs, os quais alcançaram ótimas vendagens. Tem se apresentado atualmente ao lado do cantor e compositor Djalma Pereira Lima de Nova Xavantina - MT (nascido em 1962), que também possui uma dezena de discos gravados. 
Amaraí também tem se apresentado com seu filho Francis Jr.:     
Amarai e Francis Jr. reviveram alguns sucessos da dupla Belmonte e Amaraí, relembrando o saudoso companheiro.
Amarai possui o Registro Federal Nº. 823.512.371 o que garante a ele a propriedade legítima da patente “Belmonte & Amaraí”, nome que a dupla atualmente usa com o amparo legal da lei. 
Amarai também apresenta o Programa Caravana da Viola que vai ao ar todos os Domingos das 10h10min às 10h50min da manhã, programa esse que está sendo veiculado também através da TVs Educativas pelo Interior do Brasil.
O programa tem como proposta defender e valorizar a Música Caipira Raiz e as verdadeiras tradições sertanejas, as quais não podem jamais perder espaço na memória do povo. 
Belmonte e Amaraí também são homenageados através do CD "Tributo a Belmonte e Amaraí" gravado pela dupla "Julinho e Janel" (irmãos nascidos em Inajá - PR, criados em Santo Antônio do Caiuá - PR, e que residem atualmente em Mauá-SP); a produção desses CD contou com a ajuda do Maestro Marinho e do empresário José Reinaldo e contém regravações de grandes sucessos da dupla homenageada, com arranjos que mostram uma incrível fidelidade às gravações originais.
Destaque para as faixas "Morrendo de Amor" (Nenete - Amaraí) “(Quero Esquecer)" (Belmonte - Cambará), "Pombinha Mensageira" (Belmonte - Dino Franco), "A Andorinha" (Biá - João Borges) e "A Fronha" (Anacleto Rosas Jr. - Belmonte). 



Belmonte
      Nascido em 02 de novembro de 1937, como Paschoal Todarelli, aos 16 anos de idade, ainda praticamente uma criança, Belmonte já se aventurava pela grande São Paulo, perseguindo o sonho de ser cantor.
Aos 18 anos ele conheceu Belmiro e com ele formou dupla, gravando seu primeiro elepê, de título Aquela Mulher. 
Mas o jovem Paschoal Todarelli, ou Lico, como era conhecido em Barra Bonita, tinha gravado seu disco, realizado o sonho de ser cantor, mas o sucesso ainda estava longe.
Este só veio em 1966, quando Belmonte conheceu Amaraí, e já no primeiro disco gravado por eles, com o título Saudade de Minha Terra, que faria a dupla imortal; o sucesso estourou com tanta potência quanto à voz dos dois, que segundo afamadas duplas como Mato Grosso e Mathias e Milionário e José Rico, eram as vozes mais afinadas e que melhor se "casavam" naqueles tempos. 
Mas se as vozes do dois se entrosavam perfeitamente, a personalidade dos artistas era bem diferente, e isso gerava desentendimentos e separações esporádicas.
Nessas "brigas", Belmonte chegou a gravar um elepê com Miltinho Rodrigues e até a fazer show com Amauri, mas sem gravar.
No início da década de setenta, ele acabou gravando, a convite de Geraldo Meirelles, um elepê solo, acompanhado de coral e orquestra, onde interpreta seis clássicos da música raiz e folclórica, e onde também se pode aquilatar toda beleza da voz daquele que se transformou no mais famoso filho de Barra Bonita.
Porém, o destino de Belmonte e Amarai estava entrelaçado pela música e eles gravariam ainda cinco elepês.
E nesse trabalho é que se percebe porque a dupla se tornou um marco dentro da música sertaneja, sendo os precursores do sertanejo moderno.
       Nos trabalhos de Belmonte e Amarai pela primeira vez se via arranjos com harpa, piano, bongô, viola e violão e pistons, coisa até então inédita na música sertaneja.
E, apesar de influenciado fortemente pela música mexicana de Miguel Aceves Mejia, do qual Miltinho e Amarai eram perfeitos intérpretes, Belmonte e Amarai inauguravam o sertanejo moderno gravando músicas de Nat King Cole, como La Golondrina e Adios Mariquita Linda, boleros de Augustin Lara (Solamente una vez) e de Elaido Martinez (Oracion a mi Amada).
Até a música de Raul Sampaio, Meu Pequeno Cachoeiro, que se tornou símbolo de Roberto Carlos.
      Além destas, Belmonte e Amaraí também gravaram South Of The Border, de Kennedy e Carr e L'ora Dell Amore, de Reld e Brooker, que seriam gravadas por Agnaldo Timóteo.  E ousados, como todos pioneiros, eles gravaram um dos primeiros countrys, Green, Green Grass Of Home, de Putman, que também seria gravada por Timóteo, e como primeira dupla a homenagear os caminhoneiros, eles gravaram a bela Carreta da Fronteira. 
      Faz 39 anos que Belmonte nos deixou.
Em 09 de setembro de 1972, perto da cidade de Santa Cruz das Palmeiras-SP, ele perdia a vida num acidente automobilístico. Belmonte tinha apenas 34 anos de idade.
Mas, como dizem que o sol  jamais se põe sobre uma lenda, Belmonte continua brilhando até hoje, sendo  a dupla Belmonte e Amaraí pedida e tocada nas rádios de todo o país, e sua música Saudade de Minha Terra é cantada pelas maiores duplas sertanejas da atualidade, pelos quatro cantos do Brasil.
Esta é a grande prova de que o grande astro não morreu.
Belmonte continua, para sempre.
Toda a obra de Belmonte está em 06 LPs gravados com Amaraí.
01 gravado com Belmiro.
01 com Miltinho Rodrigues e 01, de título Jóia da Música Brasileira, onde ele se apresenta em solo, acompanhado de Coral e Orquestra, totalizando 09 LPs.
Além disso, existe "singles" (compacto) gravado em parceria com Pirassununga - raridade e fitas gravadas em shows ao vivo em várias cidades do interior e pela televisão (na época não havia video-tape e não se tem registro dessas apresentações).
Mas as fitas cassetes ainda existem e é hoje uma preciosidade.
Numa delas, gravada na cidade de Rio Claro, Belmonte faz dupla com Andaraí (Getulio, também já falecido, e que era irmão de Cristiano, de Carlos César e Cristiano).
Não chegou a gravar com Belmonte, assim como também fez parcerias, mas não gravou com Clodoaldo, primeiro parceiro não-oficial e nem com Amauri.
No disco Jóia da Música Brasileira, também uma raridade, Belmonte canta em solo as músicas Chuá, Chuá, Rio de Piracicaba, Negrinho do Pastoreio, De Papo pro Ar, Boiadeiro e Ferreirinha na Viola.
Porque Fui Te Conhecer foi o último LP gravado por Belmonte. 
Em toda sua obra, foram mais de 100 canções gravadas e cerca de 25 composições e versões suas.
Neste último LP, lançado após a morte de Belmonte saiu apenas 11 músicas, o que não era comum na época.
Muitos dizem que faltou uma música por causa da morte do cantor, e Amaraí garante que o elepê era com 11 melodias mesmo  que todas as músicas foram gravadas. 
Belmiro - Primeiro parceiro   
Oficial de Belmonte
Paschoal então achou Belmiro, um moço de Santa Maria da Serra, com uma voz linda, aveludada, e com ele formou a primeira dupla oficial, com o horrível nome de Belmiro e Caxambu.
 Eles gravaram um compacto simples de título Verdadeiro Trono, que hoje é uma verdadeira relíquia, já que não conheço quem tenha tal disco.
E Paschoal acabou se acertando com Belmiro e, caindo nas graças de José Fortuna, gravaram o elepê Aquela Mulher.
O disco além de lindo, também é histórico, pois foi o primeiro e único elepê de Belmiro e Belmonte.
No disco, como já contei no livro sobre Belmonte, Geraldo Meirelles já havia mudado o terrível nome de Caxambu para Belmonte, que foi eternizado pelos fãs de Belmonte.
Neuza e Clodô
Os primeiros parceiros (não oficiais) de Belmonte
O primeiro parceiro não oficial de Belmonte, ou seja, o amigo que começou a ensaiar os primeiros acordes de viola e cantos com aquele que mais tarde se tornaria um dos maiores astros da música sertaneja, chama-se Clodoaldo de Freitas, ou Clodô, para os íntimos.
Clodoaldo nasceu e vive em Barra Bonita, no  chamado Bairro do Barreirinho. Mas não foi só ele que cantou pela primeira vez com Belmonte.
Sua irmã, Maria do Carmo Freitas, conhecida como Neuza, ninguém sabe por que, também arriscou uns solfejos com Belmonte.
E olha que eles, praticamente amigos de adolescência, levaram tão a sério a dupla (ou trio), que chegaram a se apresentar no programa de rádio do Capitão Furtado, na década de 50, na cidade de São Manuel-SP.
Belmonte, claro, ainda era só o Paschoal Todarelli.
Ele deveria ter na época, uns 16 anos de idade e, Clodô não se lembra, mas a dupla deve ter se apresentado como Paschoal e Clodô.
Mas o que importa é que ganhou o troféu de primeiro lugar, uma medalha de honra ao mérito, oferecida pela Casa Melilli, do comércio da cidade, o que animou o jovem Paschoal.
A Neuza, que acompanhou a dupla, ganhou um “corte de vestido”, como se chamava na época o tecido para fazer roupa.
Clodô me informou, na época em que eu levantava dados sobre Belmonte, que além dele, outro barra-bonitense, Santo Vasquez ou Santo Libâno, formou também uma dupla extra-oficial com Paschoal, até quando este completou 17 anos de idade, fez as malas e foi para São Paulo, capital.
Clodô também lembra que já naquela época, ainda um garoto, Paschoal, mais conhecido por Lico, tentava compor suas canções e, além de São Manuel, os dois e mais Neuza, também se apresentaram na Rádio Jauense e em Pederneiras.
Clodô, por algum tempo, chegou a entrar na conversa (boa) de Paschoal e os dois foram morar em uma marcenaria em Mineiros do Tietê, cidade próxima a Barra Bonita, onde até hoje mora a irmã de Belmonte, Cidinha. 
Em 1959, segundo Clodô, Belmonte viajou para a capital para tirar sua “carteira de músico”. Há anos ele se dedicava ao violão, e, quando se sentiu apto, foi fazer o teste e uma semana depois voltou com a desejada carteirinha.
“Nas idas e vindas do Lico a São Paulo, na década de 50, ele ficava numa pensão  perto da velha rodoviária.
“Ele tinha uma violinha preta, a primeira que usou, mas que acabou perdendo e nunca mais encontrando”, relembra Clodô.
Todos os domingos o trio (Paschoal, Clodô e Neuza) ia cantar na Rádio Clube de Pederneiras. Iam de trem, segundo Neuza, e os vagões ficavam vazios, pois todos os passageiros se juntavam no vagão onde eles estavam para ouvir cantar.
 “A gente não ganhava dinheiro, recorda Neuza, mas era divertido. Muito divertido”.
Para os dois irmãos, o Lico, mesmo após virar Belmonte e conquistar o sucesso, jamais deixou de visitá-los quando vinha a Barra Bonita. “Às vezes ele vinha sozinho, às vezes com o Amarai.
“O Lico sempre foi assim, alegre, boa gente, uma pessoa humilde e muito bom amigo”, conclui Clodô.
Quando o pai de Clodô ficou doente, Belmonte escreveu uma carta de próprio punho, desejando melhoras para ele. O irmão de Clodô guarda esta carta até hoje, como um troféu da amizade de Belmonte com a família.
E o que chama a atenção, além da importância histórica do documento, é que a carta foi escrita por Belmonte em 12 de abril de 1972.
Cinco meses depois, já com o pai de Clodô são Belmonte perdia a sua vida no acidente em Santa Cruz das Palmeiras, SP. 
 Andaraí
O  Andaraí foi o derradeiro parceiro de Belmonte.
Foi com ele que Belmonte fez seu último show em Itápolis, SP. Andaraí resolveu  passar a noite na cidade, e Belmonte, que tinha um compromisso familiar em Poços de Caldas, MG, quis viajar, mesmo cansado.
E a tragédia se deu. Sobre Andaraí, pouco sabe, a não ser que seu nome de batismo era Getúlio e que ele era irmão do cantor Cristiano, dos cantores Carlos César e Cristiano.
Andaraí, último parceiro de Belmonte, assim como Belmiro, o primeiro parceiro, também já faleceram, ou melhor, já se encontraram no andar superior e devem ter formado um belo trio. 

 




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