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domingo, 27 de novembro de 2011

Os que pessam ser, mas não são. 27/11/11

Os que pensam ser, mas não são.
O chamado sertanejo universitário está se firmando como um dos estilos mais populares e rentáveis do panorama musical brasileiro, com Victor e Léo puxando a fila e encaixando CDs e DVDs entre os mais vendidos do Brasil.
Agora que começam a aparecer mais freqüentemente nos mercados das grandes capitais do Sudeste, as duplas novas vêem um mar de oportunidades se abrindo à sua frente e aproveitam pra surfar nessa nova onda do sertanejo dito universitário.



Enfeitando se com instrumentos novos, sem terem gargantas suficientes para cantar sem apagar uma vela, se arranjando pelo recurso do nariz.
Os irmãos goianos que gravaram o hit Pega Fogo Cabaré são uma das duplas revelações.
Eles têm com uma média de 20 apresentações por mês, com 5 a 6 mil pessoas cada. Atualmente, estão em uma corrida turnê pelo interior das Minas Gerais e outros. 
"Pra falar a verdade, a gente não gosta de saber quantos convites a gente vendeu antes do show", explicou o humilde que forma outra dupla bastante bem-sucedida no sertanejo atual.
“Nós preferimos saber se a casa está cheia na hora que abrem as cortinas”.
“Claro que, quando tem muita gente, a sua adrenalina sobe e você fica mais tranquilo, mas nós tocamos com a mesma emoção pra cinco, dez, cinco mil, ou dez mil pessoas”, explicou.
Esqueceu de dizer que a grana esta no bolso. Cachê, rarara ran 

 O fato de eles terem sido eleitos pelas fãs como os mais galãs entre as duplas da nova geração não derruba o bem-humorado  , da parceria  , do cavalo. Ao ser indagado se concorda com esse título, o cantor não pestanejou e respondeu de primeira: "Não acho não.” 
Você ainda vai ouvir falar muito nesses e em outros nomes,  Universitário ou não, o fato é que o sertanejo está novamente chegando a São Paulo e Rio de Janeiro sem ser sertanejo de sangue, alma espírito e dom do verdadeiro caipira.
onde começou de verdade o sertanejo e veio parar nas grandes cidade foi com 
Cornélio Pires, nascido em Tietê, São Paulo, em 1884, foi escritor, compositor, conferencista, jornalista, contador de causos, folclorista e poeta.
Porém, a importância maior deste tieteense, foi à dedicação de uma vida inteira à compilação e à divulgação da cultura sertaneja, Caipira,
Agreste, Campestre, Campesino, Camponês, Roceiro,
Rural, Rústico.
Através de livros, discos, filmes, conferências, artigos de jornais e composições musicais.
Já existia evidentemente esta cultura, mas foi ele que, com o seu inestimável trabalho possibilitou que a música caipira fosse divulgada, inicialmente em discos, com selo próprio, e depois através das rádios AM de São Paulo.
As nossas duplas rurais devem muito a ele a abertura deste caminho e que depois também foi trilhado por inúmeras duplas, e trios sertanejos de tão boa qualidade.
Não se tira um chapéu de dentro do armário, dando um brilho na bota e sai por ai dizendo que é caipira, a nova explosão do sertanejo nos grandes centros não pode ser assim chamado sertanejo, estão usando os rurais para seus ganhos sendo hipócritas, impostores sem sangue e sem calos.
Aos falsos roceiros  digo corda de viola e violão dá se calos fundos e ardidos.
 Eis algumas duplas que pensam ser campesinos, mas não são! 
  Jorge e Mateus
     Fernando e Sorocaba
       Maria Cecília e Rodolfo
         João Bosco e Vinícius
             Anderson e Alyson
            Marcio e Marcinho
                Hugo Pena e Gabriel
                  João Neto e Frederico
                     Marcos e Belutti
                       João Carreiro e Capataz (esses são meio camponeses,)
                           Zé Henrique E Gabriel
                             Henrique e Diego
                           Marco e Mario
                          Marcos e Fernando
                        Christian e Cristiano
                 João Márcio e Fabiano
           Humberto e Ronaldo  
           Conrado e Aleksandro  
       Hugo e Tiago  
Jeann e Julio
O que vem ser sertanejo;
 Caipira, Agreste, Campestre, Campesino, Camponês, Country, Roceiro, Rural e Rústico, aquele que aprende com todo sotaque o que tem de melhor esparramado circulando pelo sangue e percorrendo a alma dando o remédio certo para o espírito a si e a seus ouvintes.



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