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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

06.01.12 Eduardo Costa

Breno Reis e Marco Viola
A história dessa dupla começou no ano de 1997, quando os dois se conheceram por um acaso do destino!!
Breno Reis, (Adilio Malacarne) nascido na cidade de Nonoai – RS, (região do alto Uruguai gaucho) em 21 de junho de 1971. E Marco Viola (Marcos Luiz Rivarola da Silva) nasceu na cidade de Pojuca – BA (região metropolitana de Salvador) em 23 de fevereiro de 1977. Nasceram em lugares tão opostos do brasil e num belo dia se encontraram num posto de combustível na cidade de Cuiabá – MT, onde Marco trabalhava.
Criou – se uma grande amizade entre os dois e aproximadamente um ano após se conhecerem, iniciava a carreira de Breno Reis e Marco Viola.
Junto com a dupla (por iniciativa de Marco) começava também o movimento da nova geração da viola caipira.


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A proposta era modernizar o estilo da música tocada pela viola caipira de uma forma que os jovens passassem a gostar da música caipira.
Para atingir esse objetivo a dupla acelerou algumas musicas de viola e também modernizou os arranjos das musicas romântica com o som da viola caipira, tudo isso em outubro de 1998.
O começo foi difícil com os primeiros shows quase vazios, em razão do preconceito existente na época em relação à viola.
Com muita luta e persistência a dupla gravou seu primeiro cd, e viu o sucesso de perto logo na primeira gravação(hits como : pode voltar paixão, piracicabano e faca que não corta , ficaram entre as musicas mais tocadas nas radios locais e estados vizinhos ( o ano era 99 /2000.)
Em 1999 e 2000, a dupla foi convidada para cantar em barretos- sp. Na festa do peão, onde foram muito bem recebidos pelo clube os independentes na pessoa do sr Milton Colengui.
A dupla já gravou 6 cds, com o lançamento do sexto cd em abril/maio de 2006.
A dupla se prepara agora pra gravar o primeiro dvd ou um cd ao vivo.
Algumas cidades que a dupla se apresentou: Joinvile – SC, Porto Alegre - RS , Campo Grande- MS, Umuarama-PR, Maringá-PR, Ponta Grossa - PR, Dourados - MS, São Paulo – SP, Barretos-SP, Cuiabá- MT, Porto Velho-RO, em algumas apresentações dividiram o palco com grandes nomes da musica sertaneja.
A dupla tem estilo próprio, hoje copiado por muitos violeiros da nova geração, seus shows incluem musicas de Tião Carreiro, Ronaldo Viola e hits que mais se destacaram na carreira, como:
Pode voltar paixão, Piracicabano, O amor tem dessas coisas, Morrer de amor, Faca que não corta, Queima- do -alho, Cobra venenosa, Prisioneiro, Chamada à cobrar, Pagode(morena bonita), Nóis é jeca mais nóis é jóia, Eu te amo, O tigrão, Entre o rodeio e você e muitas outras.
Em reconhecimento ao sucesso de Brenno Reis e Marco Viola no cenário nacional, a dupla recebeu moção de aplausos e a aprovação do título de cidadão mato-grossense, da Assembléia Legislativa de MT, além de moção de aplausos da Câmara de Vereadores da cidade de Cuiabá-MT.
Apesar do sucesso a dupla não abandonou sua base, Cuiabá, onde tudo começou, e mantém residência fixa e escritório na mesma cidade.
”pop, mas sem abandonar as raízes
Biografia enviada por super fofinha em 26/8/2009

Belmonte e Amarai
Você Sabia?
Atualmente Amarai canta com seu filho fazendo dupla na qual seu filho é o Belmonte.
Contribuição de cannata
"Saudade De minha terra" ( Goiá - Belmonte) se tornou um clássico da Música Caipira Raiz, gravado também por inúmeros outros intérpretes tais como Sérgio Reis, Liu e Léu, Chitãozinho e Xororó, e até mesmo em versões instrumentais, a cargo de Ivan Vilela, em solo de viola e Laércio Ilhabela, em solo de violão!
Contribuição de Elizabeth
A dupla Belmonte & Amaraí tornaram-se um marco dentro da Música Sertaneja, considerado por alguns como sendo os precursores do "Sertanejo Moderno". Eles inovaram na instrumentação incluindo harpa paraguaia, piano, bongô e trompetes, instrumentos musicais praticamente inéditos até então na Música Caipira.
Contribuição de Elizabeth
Belmonte & Amaraí homenagearam os caminhoneiros, gravando uma versão de "La carreta campesina" -"Carreta da fronteira" (D. Chase - Mauricio Cardozo Ocampo - versão: Palmeira), em 1972 no LP intitulado 'Gente da Minha Terra'.
Contribuição de Elizabeth
Em 1966 Belmonte & Amaraí lançaram o primeiro LP, no qual o sucesso da faixa-título "Saudade De Minha Terra" (Goiá - Belmonte) se encarregou de imortalizar a dupla. E foram mais de 1.650.000 cópias vendidas, número expressivo até hoje.
Pascoal Zanetti Todarelli, o Belmonte, nasceu em Barra Bonita-SP no dia 02/11/1937 e faleceu num acidente de carro em Santa Cruz das Palmeiras-SP no dia 09/09/1972. Domingos Sabino da Cunha, o Amaraí, nasceu em Rui Barbosa-BA em 1940.
Belmonte, conhecido carinhosamente como Lico em Barra Bonita-SP, formou duplas com Belmiro e também com Miltinho Rodrigues (que mais tarde, por sua vez, formou dupla com Tibagi: a famosa dupla "Tibagi e Miltinho").
Domingos Sabino, por outro lado, com apenas 16 anos, em Rio Verde-GO, já cantava em dupla com Amoroso. A dupla foi desfeita e Amaraí seguiu para São Paulo-SP, onde passou a se apresentar sozinho, cantando na noite. Amaraí também chegou a formar dupla com Tibagi, algum tempo depois.
Com apenas 16 anos, Belmonte também já se aventurava pela Capital Paulista atrás do sonho de cantar; e foi com 18 anos que conheceu Belmiro e formou com ele a dupla "Belmiro e Belmonte", dupla essa que gravou o LP "Aquela Mulher", pela gravadora Sabiá, e que foi o primeiro disco na carreira artística de Belmonte.
O sucesso demorou e só chegou em 1964, quando Belmonte, já com 26 anos de idade, conheceu o Amaraí no “Café dos Artistas”; formou-se a célebre dupla “Belmonte & Amaraí”, a qual se apresentava em casas noturnas e bares, interpretando os mais diversos estilos musicais, em diversos idiomas.
No ano seguinte, Nenete (da dupla “Nenete e Dorinho”), sendo Diretor Artístico da gravadora RCA (hoje BMG), propôs à dupla o contrato de gravação. E em 1966 Belmonte e Amaraí lançaram o primeiro LP, no qual o sucesso da faixa-título "Saudade De Minha Terra" (Goiá - Belmonte) se encarregou de imortalizar a dupla. E foram mais de 1.650.000 cópias vendidas, número até hoje raramente igualado.
No pouco tempo que durou, a dupla Belmonte e Amaraí deixou sua História na Música Caipira Raiz e, obviamente não poderemos jamais mencioná-los sem citar o grande sucesso "Saudade De Minha Terra" ( Goiá - Belmonte) que se tornou um clássico da Música Caipira Raiz, gravado também por inúmeros outros intérpretes tais como Sérgio Reis, Liu e Léu, Chitãozinho e Xororó, e até mesmo em versões instrumentais, a cargo de Ivan Vilela, em Solo de Viola e Laércio Ilhabela, em Solo de Violão!
Segundo "Mato Grosso e Mathias" e também "Milionário e José Rico", Belmonte e Amaraí possuíam as vozes mais afinadas e que "melhor se casavam" na época. No entanto, apesar do belíssimo entrosamento vocal, haviam freqüentes desentendimentos e separações esporádicas da dupla. E foi numa dessas brigas que Belmonte chegou a gravar um LP com Miltinho Rodrigues (o LP "Sucessos" - "Belmonte e Miltinho"); e chegou a se apresentar também com Amauri, apesar de com ele não ter gravado nenhum disco.
Belmonte também chegou a participar no início da década de 1970 o do LP "Jóias da Música Brasileira" a convite de Geraldo Meirelles e, nesse disco, ele cantou 6 clássicos da Música Caipira Raiz e Folclórica acompanhado de Coral e Orquestra. Dentre elas, "Chuá, Chuá" (Pedro Sá Pereira - Marques Porto - Ary Pavão), "Rio de Lágrimas" (Lourival dos Santos - Tião Carreiro - Piraci) e "Negrinho do Pastoreio" (Barbosa Lessa).
Belmonte e Amarai gravaram mais 5 LP's, tendo sido "Porque Fui te Conhecer" o último disco de carreira, lançado pouquíssimos dias depois do acidente que vitimou Belmonte em 09/09/1972. Neste último LP, saíram apenas 11 músicas, o que era pouco comum na época, já que a grande maioria dos LP's tinham 12 músicas, sendo 6 de cada lado. Acredita-se que a música que faltou tenha sido por causa do falecimento repentino do Belmonte antes da conclusão da gravação do disco, apesar de que, segundo Amaraí, todas as músicas programadas para o disco haviam sido gravadas.
Belmonte e Amaraí tornaram-se um marco dentro da Música Sertaneja, considerado por alguns como sendo os precursores do "Sertanejo Moderno". Eles inovaram na instrumentação incluindo Harpa Paraguaia, Piano, Bongô e Trompetes, instrumentos musicais praticamente inéditos até então na Música Caipira.
Conforme já foi mencionado nesse site, a Música Caipira Raiz também sofreu influência de diversos ritmos estrangeiros como se pode notar nas Guarânias compostas por José Fortuna e interpretadas por Cascatinha e Inhana bem como a influência dos Mariachis Mexicanos em Pedro Bento e Zé da Estrada e também em "Tibagi e Miltinho" e "Milionário e José Rico".
Belmonte e Amaraí também foram influenciados pela Música Folclórica Mexicana (a qual possui em Miguel Aceves Mejia um de seus expoentes máximos) e além disso gravaram também versões de músicas de Nat King Cole e Boleros de Augustin Lara (como por exemplo "Solamente Una Vez") e também músicas românticas que eram sucesso na voz de intérpretes populares como Roberto Carlos, como foi o caso de "Meu Pequeno Cachoeiro" (Raul Sampaio). E, de um certo modo "abusaram do pioneirismo" gravando a versão de "The Green Green Grass Of Home" - "Os Verdes Campos de Minha Terra" (Putman - versão: Geraldo Figueiredo), no LP "Boa Noite Amor" lançado em 1968 (possivelmente o primeiro Country na Música Caipira Brasileira).
Há quem diga também que Belmonte e Amaraí foi a primeira dupla a homenagear os caminhoneiros, através da gravação da versão de "La Carreta Campesina" - "Carreta da Fronteira" (D. Chase - Mauricio Cardozo Ocampo - versão: Palmeira), em 1972 no penúltimo LP, intitulado "Gente da Minha Terra".
Belmonte também gostava de ouvir música no rádio do carro; viajava à noite, em vez de dormir, para ter idéias para as versões que queria compor.
Na curta porém expressiva carreira de Belmonte foram mais de uma centena de músicas gravadas, tendo sido cerca de 25 composições e versões de sua autoria, até que o trágico acidente de automóvel tirou sua vida, antes mesmo dele completar 35 anos. Inesquecível, a dupla "Belmonte e Amaraí" continua sendo solicitada e tocada nos programas sertanejos de diversas emissoras de rádio em todo o Brasil.
Seu companheiro Amaraí, por outro lado, seguiu cantando e gravando, formando também outras duplas, inclusive com Tibagi (o mesmo da dupla "Tibagi e Miltinho"), tendo feito também gravações em "carreira-solo". Foram mais de 40 LPs, os quais alcançaram ótimas vendagens. Tem se apresentado atualmente ao lado do cantor e compositor Djalma Pereira Lima de Nova Xavantina-MT (nascido em 1962), que também possui uma dezena de discos gravados.
Amaraí também tem se apresentado com seu filho Francis Jr.: eles se estiveram presentes no "Viola Minha Viola" apresentado pela "Madrinha" e Comendadora Inezita Barroso, na TV Cultura de São Paulo-SP no programa que foi ao ar no dia 11/06/2003. Amaraí e Francis Jr. reviveram alguns sucessos da dupla Belmonte e Amaraí, relembrando o saudoso companheiro. Também estiveram presentes no mesmo programa o Tinoco que falou inclusive sobre o seu recém-lançado livro "Um Herói do Sertão" (escrito por Gildo Sanches - Editora Perez - 2003) e a dupla Jacó e Jacozito.
Amaraí possui o Registro Federal Nº. 823.512.371 o que garante a ele a propriedade legítima da patente “Belmonte & Amaraí”, nome que a dupla atualmente usa com o amparo legal da lei.
Amaraí também apresenta o Programa Caravana da Viola que vai ao ar todos os Domingos das 10h10min às 10h50min da manhã, programa esse que está sendo veiculado também através da TVs Educativas pelo Interior do Brasil.
O programa tem como proposta defender e valorizar a Música Caipira Raiz e as verdadeiras tradições sertanejas, as quais não podem jamais perder espaço na memória do povo.
Belmonte e Amaraí também são homenageados através do CD "Tributo a Belmonte e Amaraí" gravado pela dupla "Julinho e Jardel" (irmãos nascidos em Inajá - PR, criados em Santo Antônio do Caiuá - PR, e que residem atualmente em Mauá-SP); a produção desse CD contou com a ajuda do Maestro Marinho e do empresário José Reinaldo e contém regravações de grandes sucessos da dupla homenageada, com arranjos que mostram uma incrível fidelidade às gravações originais. Destaque para as faixas "Morrendo de Amor" (Nenete - Amaraí) “Quero Esquecer" (Belmonte- Cambará), "Pombinha Mensageira" (Belmonte - Dino Franco), "A Andorinha" (Biá - João Borges) e "A Fronha" (Anacleto Rosas Jr. - Belmonte).
Biografia enviada por ale_sdr em 18/2/2009

Bonni e Belluco
Alessandro Oliveira (Bonni), nasceu em Brasília-DF e começou a cantar muito cedo. Aos 10 (dez) anos de idade aprendeu a tocar violão, presente dado por uma amiga de sua mãe.
Filho de Princesa da dupla sertaneja "Princesa e Paloma". Bonni seguiu os passos da mãe e da tia e ainda pequeno cantava nos intervalos dos shows da família. Dali em diante não parou mais, o talento e a vocação pela música falaram mais alto, dando a Bonni até aqui, dezesseis anos de carreira.
Rodrigo Belluco (Belluco), também nasceu em Brasília e desde pequeno influenciado por seu pai, começou a cantar as primeiras canções sertanejas. Cantor e compositor, Belluco tem várias de suas músicas gravadas por outros artistas.
Em oito anos de estrada, cantou na noite de São Paulo e participou de vários outros projetos tendo como maior deles as eliminatórias do programa Fama da TV Globo, onde se destacou.
Segundo a dupla a música sertaneja universitária:
"...não chega a ser um movimento e sim mais um processo evolutivo da música sertaneja. A música sertaneja deixou de ser uma coisa só do campo e ganhou também a cidade grande. O público passou a ser também universitários. Músicas alegres e regravações com outras roupagens ganharam de vez o coração dos jovens e caíram no gosto dessa moçada mais jovem, por isso o nome sertanejo universitário".
Em setembro de 2008 a banda esteve em Londres e disseram que a experiência foi maravilhosa. Os brasileiros que moram lá os receberam de braços abertos e cantaram o tempo inteiro com eles, que ficaram emocionados e honrados pela oportunidade de levar um pouquinho do Brasil pra eles.
Biografia enviada por Elizabeth em 18/12/2009

Breno e Caio Cesar,
Irmãos gêmeos, cantam e encantam por onde passam, cativando todos ao redor pela simpatia, talento e simplicidade.
O gosto pelo desafio levou-os a abraçar o conceito e o estilo do moderno sertanejo universitário e rapidamente ser a maior sensação de dupla “teen” do momento.
Sempre muito afinados e com timbre de voz diferenciado, Caio Cesar desafia as mais altas notas musicais, se posicionando como primeira voz e Breno, com dedicação, estudo e disciplina desenvolveu uma técnica surpreendente para a colocação da segunda voz.
O resultado é um trabalho de extrema qualidade, repertório seleto e afinado com as mais modernas tendências do estilo musical que mais encantam no país. Isso sem falar da sintonia que os irmãos gêmeos transferem da rotina do dia a dia para os palcos.
Breno e Caio Cesar nasceram e sempre moraram na chácara da família, no interior de São Paulo. Cresceram em contato com a natureza, os animais e as coisas simples do campo. Desde muito cedo eram vistos montando em cavalos, acompanhados de perto do irmão mais velho, Gabriel Lolli – que depois se transformaria em grande mestre e incentivador da dupla. A paixão pelos cavalos levou à família a criar uma equipe de competição com cavalos de quarto de milha.
A estrela dos meninos gêmeos começava a brilhar e de 2002 a 2008, acumularam inúmeros títulos regionais, estaduais e nacionais em provas de baliza e tambor.
Com a equipe percorreram o Brasil e seu carisma era notado por todos. Nas rodas de amigos e violeiros em volta da fogueira, entre uma competição e outra, era inevitável a “palhinha” dos “irmãos Lolli”: Gabriel no violão e os gêmeos no vocal. As apresentações encantavam o público de todas as idades e muito rapidamente a dupla Breno e Caio Cesar surgia como furacão nos palcos do sertanejo teen universitário.
Desde os primeiros passos para a realização do projeto, o grande objetivo foi conceber um produto diferenciado no gênero musical que mais cresce atualmente e que fosse aceito pelo público, priorizando a profissionalização da estrutura, a excelência de qualidade em todos os aspectos e o bom gosto do repertório.
Doideira – Virou Minha Cabeça, é o segundo CD de Breno e Caio Cesar e conta com a produção do maestro Pinocchio, consagrado produtor artístico de grandes nomes do segmento sertanejo.
A trajetória de divulgação do disco, iniciada em 2010, surpreendeu a todos pela rápida aceitação. O sucesso, Doideira – Virou Minha Cabeça, com Breno e Caio Cesar conquistou imediatamente os primeiros lugares entre as músicas mais pedidas e executadas nas rádios do interior paulista, sul de Minas Gerais, Santa Catarina e Paraná.
A trajetória de divulgação do disco, iniciada em 2010, surpreendeu a todos pela rápida aceitação. O sucesso, Doideira – Virou Minha Cabeça, com Breno e Caio Cesar conquistou imediatamente os primeiros lugares entre as músicas mais pedidas e executadas nas rádios do interior paulista, sul de Minas Gerais, Santa Catarina e Paraná.
Biografia enviada por Thula em 15/12/2010

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