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segunda-feira, 21 de maio de 2012

Nerildo e Nerivan 21/05/12

Nerildo e Nerivan
Com a carreira já consolidada a dupla goiana Nerildo e Nerivan já é sinônimo de sucesso em todo Brasil. 
Com musicas que batem e ficam tais como: larga eu pro ce vê, De caso pensado, reza pra nois, calcinha de renda, chegou as paradas de sucesso em todas as rádios do Brasil rapidamente deixando o registro do talento e o potencial de uma dupla e uma carreira consolidada. 
De família bastante humilde eles eram cortadores de cana (Bóia fria), começaram bem cedo na lida no campo sem abandonar o sonho de ser tornar artistas, buscaram este sonho com bastante objetivo e respeito a boa música sertaneja e hoje já é comprovado em todo território nacional o sucesso no Brasil. 
Nerildo e Nerivan já se tornaram a dupla mais popular , com jeito arrojado, irreverentes com seu público e um carinho inigualável com seus fãs , assim definimos o marca do sucesso! 
Com volume muito grande de shows em sua agenda, a dupla corre o Brasil inteiro se apresentando em cidades do interior e grandes centros como São Paulo, Campo Grande, Ribeirão Preto, Cuiabá, Belo Horizonte, Tocantis e onde a música sertaneja acontece com grande intensidade.



Biografia enviada por caarol-54
Tiago Violeiro e Robertinho
            Estão prontos para uma carreira nacional. A dupla Tiago Violeiro e Robertinho, é formada por um mato-grossense e um goiano que misturam o modão da viola, com a música universitária.
            As músicas de maior sucesso são: "MINHA PAIXÃO" - Autor: Tiago Violeiro; "AMO VOCÊ" - Autor: Tiago Violeiro; "NÃO CONSIGO FICAR SEM VC" - Autores: Tiago Violeiro e Robertinho.
Tiago Violeiro, filho de André Luiz Gonçalves e Nilene Coelho Gonçalves, nasceu em Campo Grande/MS. Ele toca viola e canta desde os 13 anos de idade, de personalidade forte, marcante, passa todo esse sentimento em suas composições e no seu modo de tocar a viola.
            Teve influências de Almir Sater, Chrystian e Ralf, João Paulo e Daniel, Tião Carreiro e alguns amigos também de duplas como João Neto e Frederico, Victor e Leo, Jorge e Mateus, Hugo Pena e Gabriel, Bruno e Marrone, Chitãozinho e Xororó entre outros.
Tiago Violeiro, nos conta que suas influências na vida sertaneja iniciaram aos 13 anos, pois ate então ele me falou que não gostava de sertanejo, e foi apresentado a uma viola caipira de 10 cordas por seu pai e seu tio Sebastião Silva Soares que deu seus primeiros passos na música.
Tiago foi descobrindo o universo artístico ensaiando, tocando em apresentações culturais, festivais e revela que sua primeira apresentação foi em praça pública para 2000 pessoas na cidade de Jataí/GO em que vive atualmente.
Tiago sempre foi lembrado e identificado por seu jeito diferente de manusear a viola, como marca registrada pelos sons que consegue tirar do instrumento.
Após esse período de evolução musical, Tiago também chegou a formar algumas duplas e viajar por esse Brasil, cantando e mostrando seu trabalho. Nas horas vagas, Tiago gosta de pescar, viajar e tá sempre em contato com música.
Biografia enviada por Elizabeth em 7/1/2010
José Mendes
            Cantor, Compositor, José Mendes nasceu na localidade de Machadinho, no município gaúcho de Lagoa Vermelha. Com a separação dos pais, mudou-se para a cidade de Santa Terezinha, no distrito de Esmeralda, em 1944, passando a residir com pais adotivos.
            Viveu em Santa Terezinha durante 14 anos, período no qual trabalhou como peão de estância e começou a fazer suas primeiras serenatas.
Começou a se interessar pela música aos 14 anos, formando pouco depois, com um amigo, uma dupla amadora chamada "Os Irmãos Teixeira".
            Em 1958, foi prestar o serviço militar e mudou então para a cidade de Vacaria, onde se fixaria depois do serviço militar, decidindo, então, seguir a carreira artística.
Iniciaram a carreira artística em 1960, quando se mudou para a cidade de Júlio de Castilhos, onde formou o trio Os Seresteiros do Pampa.
            Em 1962, depois de excursionar pelo nordeste do Rio Grande do Sul e por algumas cidades de Santa Catarina, decidiu que era hora de gravar um disco, ou abandonar a carreira. Pediu dinheiro emprestado ao fazendeiro Irineu Nery da Luz, que lhe cedeu a quantia de 20 mil cruzeiros, para viajar até São Paulo. Na capital paulista, dormiu vários dias em bancos da rodoviária, alimentando-se de pão e banana.

Conheceu então os radialistas Zé Tomé da Rádio Tupi, e Teixeira Filho da Rádio Cultura, e os artistas Pedro Bento, Zé da Estrada, Zilo e Zalo, Palmeira, então diretor artístico da gravadora Continental e Biá, além do acordeonista Alberto Calçada, que tocou acordeom em seu primeiro disco.
            Apresentou suas composições a Palmeira que o levou para gravar o disco pela Continental, aconselhando-o a colocar as músicas que eram todas dele em parceria com radialistas de São Paulo e Rio de Janeiro, para que tivessem divulgação.
Utilizando o nome artístico de Gaúcho Seresteiro, gravou o LP "Passeando de pago empago", uma autêntica crônica de suas viagens pelo Rio Grande do Sul.
Nesse disco, gravou doze composições, todas de sua autoria, mas que acabaram aparecendo com diferentes parceiros, todos radialistas: a música título, com Sebastião Ferreira da Silva, "Roubei a fazendeira", com Carlos Armando, "Cantando ao luar", com Nino Silva, "Porteira do Rio Grande", com Teixeira Filho, "Não sou culpado", com José Teixeira, "Saudades de Júlio de Castilhos", com Leonel da Cruz, "Excursão catarinense", com Sertãozinho, "Sou do Rio Grande", com Milton Gomes, "Capital gaúcha", com Domingos de Palo, "Gaúcho gaudério", com Zé Tomé, "Sem teu amor", com Carlos Armando, e "Cruzaltense", com Coronel Narcizinho.
            Depois da gravação do disco, retornou para a cidade gaúcha de Vacaria e, logo em seguida, mudou-se para a cidade de Porto Alegre, onde chegou a dormir dentro de carros em uma garagem na qual trabalhava um amigo.
Começou a fazer apresentações em cidades do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, a fim de divulgar o disco, fazendo isso por cinco anos.
Em Porto Alegre, apresentou-se em diversos programas de Rádio, entre os quais, "Festa na roça" apresentado por Nelson Souza na Rádio Itay, e "Programa Grande Rodeio Coringa", na Rádio Farroupilha, no qual conheceu Darcy Fagundes e Luiz Menezes que se tornaram grandes amigos seus.
            Nesse período, participou de várias caravanas artísticas ao lado de nomes como Airton Pimentel, Os Araganos, Velho Mirongueiro, Os Mirins, Luiz Mullher, Portela Delavy, e as duplas Milton e Almerinda e Xará e Timbaúva, entre outros.
Numa dessas viagens, em companhia de Portela Delavy e Luís Muller, ocorreu um episódio que mudaria sua vida. Viajavam de kombi para a realização de um show, quando o carro quebrou e tiveram que pegar um ônibus.
A certa altura dois peões começaram a discutir até que um deles, para terminar o assunto falou: "Pára Pedro", e tornou a repetir "Pedro, pára". Estava dado o mote para ele e Delavy comporem o xote "Pára, Pedro".
A música foi apresentada primeiramente no programa radiofônico "Grande Rodeio Coringa" causando grande impacto, recebendo o incentivo de todos para que a gravasse.
            Em 1967, voltou a São Paulo, a fim de gravar seu segundo disco. Foi recusado pela Continental e pela Chantecler, até que a gravadora Copacabana resolveu lançar "Pára Pedro" em compacto simples.
            O disco tornou-se rapidamente um grande sucesso nacional e internacional, sendo regravado em diversos gêneros, por diferentes cantores na América Latina. O compacto vendeu mais de 600 mil cópias e se tornou o disco mais vendido do ano, o que lhe valeu da TV Gaúcha o "Troféu de Consagração popular".
Na época, uma reportagem da revista "O Cruzeiro" dava conta da enorme popularidade alcançada por ele: "Ligue o rádio e ouça. Esteja você em São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Recife, Porto Velho ou no Acre".
E até atravessando fronteiras, na Argentina, Uruguai ou Bolívia. Você poderá ouvi-la com o seu criador, um moço gaúcho, chamado José Mendes, ou com Raul Gil, Élcio Alvarez, Trio Irakitan, Os Araganos, e também em ritmo de iê-iê-iê, com os Brazilian Beatles, ou The Stranger's.
            No mesmo ano, lançou o LP "Pára Pedro" que, além da música título, tinha ainda as composições "Picaço velho", "Surpresa da vida" e "Mensagem de saudade", de sua autoria e mais, "Mulher feia", com Noel Silveira, "Canto da siriema", com Leonel dos Santos, "Valsa do adeus", com Ney Fernandes, "Terra brasileira", com Luis Muller, e "Corações amantes", com Milongueiro, além de "Saudades de Lagoa Vermelha", de Elyo Theodoro, e” Terra que canto" e "Última lembrança", de Luis Menezes.
            Nessa época, assim referiu-se a revista "Contigo" sobre ele: “Surge um vaqueiro sulino com melodias regionais, de chimarrão e bombacha, largando uma tremenda lenha em todo mundo, fazendo cair por terra às previsões de preferência popular”.
No bar, no cabelereiro, em casa, no escritório ou à saída da missa, todos assobiam e cantarolam a história do Pedro que entrou numa festa lá na fazenda da Ramada. Todos querem imitar a velha apaixonada, no Pára Pedro! Pedro, pára!".
            Em 1968, lançou, também pela Copacabana, o LP "Não aperta, Aparício", com música título de sua autoria e mais "Laços de Saudade" e "Não Chores Chinoca", de sua autoria, "Saudades de Vacaria", com Paulo Finger, "Vai embora tristeza", com Oiram Santos, "Pedras no caminho", com Cláudio Paraíba, e "Esmeralda", com Airton Pimentel, além de "O pranto dos meus olhos", de J. Pereira Jr.e Néco, "Pequena paisagem de amor", de Zaé Jr. e Theotonio Pavão, "Adeus Bragança", de Geraldo Nunes, e "Gaudério", de Luis Muller e Antoninho Duarte.
Ainda nesse, ano visitou o Rio de Janeiro e apresentou-se no "Programa do Chacrinha". Também em 1968, participou da coletânea "Carnaval Copacabana", que contou as presenças de diversos artistas como Ângela Maria, Gilberto Alves, Carequinha, e Roberto Silva, interpretando "Pedro no carnaval", de sua autoria e "Maria Antonieta", parceria com Paulo Finger.
            Em 1969, atuou no filme "Pára, Pedro!", baseado em sua música, filmado pela produtora Leopoldis-Som, com roteiro de Antônio Augusto Fagundes e direção de Pereira Dias, sendo esse, o primeiro longa metragem colorido produzido no Rio Grande do Sul. O filme foi grande sucesso, permanecendo em cartaz por 23 semanas no Rio Grande do Sul, antes de se lançado no Rio de Janeiro.
            Ainda em 1969, lançou pela Copacabana seu quarto LP, "Andarengo", disco no qual interpretou a música título e "Valsa das mães" , parcerias com Antônio Augusto Fagundes, "Uma aventura a mais", com Leonardo,
"“Vá embora tristeza”, com Oiram Santos, “ Couringando" e "Fronteira que não faz fronteira", com Airton Pimentel, "Hei de amar-te até morrer", "Para amar não tem distância", e "Nasci para você", de sua autoria, além de "Parabéns", de Dimas Costa, "Brasileiro meu irmão", de Antônio Augusto Fagundes, e "Comadre Chica", de Otávio Pereira Rodrigues e Cláudio Lima.
Também em 1969, atuou no filme "Não aperta Aparício", baseado na sua música homônima, filme também com direção de Pereira Dias e que contou, entre outros, com as participações de Grande Otelo e José Lewgoy, sendo também um grande sucesso.
Em 1970, desfrutando de intensa popularidade, fez shows em quase todas as cidades gaúchas, além de se apresentar em Santa Catarina, Paraná, Amazonas, São Paulo e Rio de Janeiro.
            Nesse ano, tornou-se, juntamente com o cantor Altemar Dutra, o artista brasileiro com disco mais tocado em Portugal.
Foi convidado para desfilar na Escola de Samba Unidos de Vila Isabel, saindo como destaque ao lado de Martinho da Vila no enredo "Glórias gaúchas".
            Ainda nesse ano, lançou o LP "Mocinho do cinema gaúcho" cantando "História dos Pedros", "Acordeona do Nego Mendes" e "Gaúcho aventureiro", de sua autoria, "Palmeira das Missões", com Odalgiro Correia, "Roubei a fazendeira", com Carlos Armando, "Cantando minha palmeira", com Odalgiro Correia.
"Três flores", com Nonô Basílio, "Quero beijar-te agora", de Gilberto Nedel e J. Martins, "Não espalha", de Airton Pimentel, "Moda de agora", de Senair Maicá e Gaúcho do Rincão, "Sangue criolo", de Lauro Rodrigues, e "Largo da felicidade", de Rubens Alcântara.
            Uma outra comprovação do sucesso da música "Pára, Pedro" foi o lançamento, na época, dos bonecos com o nome "Pára, Pedro". Além disso, polícia carioca desencadeou a "Operação Pára, Pedro!" nos morros cariocas, e o cantor Wilson Simonal, que gravou a música, chegou a comprar um carro mustang, com os rendimentos obtidos com a gravação.
Suas músicas foram tocadas a partir de Portugal, na Áustria, Suécia, Suiça e Bélgica.
            Em 1971, gravou o LP "Gauchadas" com sete composições de sua autoria: "Churrasco", com Luis Muller, "As coisas do meu rincão", "Conversa fiada", "Rodeio de Vacaria", "Minha acordeona", "Ciganinha", e "Lágrimas do adeus", além de "Roubo da gaita velha" e "Baile do Rancho", de Nilda Beatriz de Castro, "Três companheiros", de José Batista, "Palavra triste", de Oscar de Almeida Macedo e Oiram Santos, e "Chê Florência", de Oiram Santos.
Em 1972, filmou seu terceiro filme, "A morte não marca tempo", tendo como música de abertura a "Balada da solidão", parceria com Pereira Dias. O filme foi lançado em abril do ano seguinte.
Em 1973, lançou, pela Continental, o LP "Isto é integração" no qual interpretou obras de sua autoria como "Minha biografia", "Isto é integração", com Pereira Dias, "Prece", com Jaime Caetano Braun,
"Carancho", com Zequinha Silva, "Volta Benzinho", com Sonia Maria, e "Berço saudoso", com Paulo Lima, além de "Pago santo" e "Herança", de Telmo de Lima Freitas, "Uma Cruz em cada mão", de Luiz Machado e Celina Paiva, e "Mensagem de artista", de Bruno Neher e Deroi Marques.
            Faleceu em 1974, no auge do sucesso, quando a camionete Veraneio na qual viajava com mais três pessoas, voltando do show em um circo na cidade de Pelotas, colidiu de frente com um ônibus na altura de Porto Novo na rodovia Rio Grande-Pelotas.
Nesse ano, foi editado o LP "Adeus Pampa querido", uma cópia do seu primeiro disco "Passeando de pago em pago" com as substituições das músicas "Passeando de pago em pago", por "Adeus Pampa querido", versão sua, para música de F. Canaro, M. Mores e Pelay, e "Excursão catarinense", substituída pela "Balada da solidão".
Em 1979, suas músicas "Carancho" e "Baile de Campanha" foram incluídas no LP "Gauchíssimo - Vol. 4", da Musicolor/Continental, que contou com participações de diversos artistas gaúchos entre os quais, Os Milongueiros, Gildo de Freitas, e Berenice Azambuja.
            “Em 2002, foi homenageado com a publicação do livro ““ Pára, Pedro - José Mendes - Vida e obra”, de Ajadil Costa.
Nesse livro, o autor afirma que: "Passados quase 30 anos é firme a devoção ao mito José Mendes. Existem hoje diversos louvores em todo o Rio Grande, em sua lembrança: nome de ruas em diversas cidades espalhadas pelo Estado. Homenagens em diversos programas de rádio e festividades em muitas cidades exaltando sua memória."
Em 2004, em sua homenagem, foi feita a cavalgada "José Mendes de volta a querência", uma iniciativa da Prefeitura Municipal de Esmeralda e da Universidade de Caxias do Sul, com coordenação de Nilson Hoffmann. A cavalgada destinou-se a transladar os restos mortais do cantor e compositor enterrado em Porto Alegre, para a cidade de Santa Tereza, seu berço natal.
Em 2006, o "Memorial José Mendes", localizado no município de Esmeralda, foi transformado em patrimônio cultural do Estado do Rio Grande do Sul.
Biografia enviada por Elizabeth
Leonardo Magalhães
            Nasceu em Teófilo Otoni, Minas Gerais, e desde criança gostava de cantarolar músicas sertanejas. Mais tarde começou a cantar em bares, rodeios, exposições agropecuárias e vaquejadas. Seu repertório era baseado nos sucessos das duplas: Leandro e Leonardo, João Paulo e Daniel, Bruno e Marrone entre outros.
O primeiro álbum gravado atingiu a marca de 150.000 cópias vendidas e traz as canções: Camas separadas, Amor rebelde etc. O segundo CD tem o título "Em Ritmo de Arrocha" cuja tiragem inicial de 100.000 cópias foi vendida em um piscar de olhos.
Os demais trabalhos do cantor vêm alcançando um grande sucesso e emplacando vários hits. Um dos seus shows no ano de 2007 foi transformado em DVD com o apoio do empresário Jânio Maciel. Léo Magalhães e o DVD Ao Vivo em São Luís do Maranhão marcam a carreira deste jovem cantor com os seus grandes sucessos e homenagem aos seus artistas preferidos.
Biografia enviada por Marrone
Humberto e Marçal
            Com um estilo próprio Romântico e vozes marcantes, iniciou a carreira em 1982 na cidade de Ribeirão Preto interior de São Paulo; com muito trabalho Humberto e Marçal começou a ser conhecidos e muito solicitados em pouco tempo de formação.
No ano de 1983 participaram do festival Arizona, conseguiram o Primeiro lugar concorrendo com mais de 80 duplas inscritas; 1985 gravaram o 1º Disco (Momentos de Amor) produzido por Mario Zan com Selo (Lup’Som), distribuído pela Gravadora Polygram.
Era a realização do maior sonho de Humberto e Marçal, o disco foi bem executado nas emissoras de rádios e TVs de Ribeirão Preto e Região.
            Em 1987 foram morar em São Paulo a fim de conquistar o apoio de uma gravadora; cansados de ouvir promessas e sem êxito resolveram gravar o 2º disco (Miragens), um trabalho independente que contou com ajuda de amigos e patrocinadores.
Lançado em 1991, o mesmo relançado pelo selo (Brasil Rural Discos) destacando nesse trabalho as músicas “O romance da gaguinha/ Miragens e Coração ferido”.
Nesta época por haver vários nomes de artistas com grande semelhança a Humberto e Marçal, Veio a sugestão da direção da gravadora de trocar o nome da dupla.
O nome mudou para “William e Wallace” e assim continuou a caminhada desses amantes da boa música sertaneja. Que com forte entusiasmo e esperança de vencer trabalharam muito, passaram por diversas dificuldades, mas não desistiram...
1999 já com mais condições e experiências gravaram o 3º trabalho da carreira (Quem vai te amar mais do que eu) e puderam então gravar com autores de renome, onde despontaram as músicas “Boi na linha/ Chapéu de touro/ Ao lado dela e Quem vai te amar mais do que eu”; percorreram vários estados fazendo divulgações e shows, com ótima aceitação pelo publico.
            Após vários anos trabalhando longe de casa e das origens, em 2003 “William e Wallace” resolveram voltar à terra natal Ribeirão Preto, decididos a renovar adotaram o antigo nome artístico “Humberto e Marçal”, pois além do nome “William e Wallace” serem difícil a pronuncia a patente pertence ao ex-empresário.
Nasceu em 2005, (Paixão Sertaneja) o 4º álbum desta linda trajetória. Um CD de regravações direcionadas ao publico sertanejo autentico. Surpreenderam mais uma vez, pois este álbum com um dos mais respeitados e admirados repertórios entre o estilo sertanejo contou com inúmeros sucessos que voltaram a ficar no topo das paradas entre as mais tocadas em várias regiões.
As músicas “O Riozinho, Canarinho Prisioneiro, Couro de Boi, Filho Pródigo, A Velha Porteira e o Rei do gado” é apenas um aperitivo entre as dezesseis canções que compõe este clássico.
A humildade e o talento de Humberto e Marçal comprovado por todos explicam o segredo deste sucesso crescente. Após anos de perseverança e apoio de amigos, patrocinadores, fãs e familiares eles continuam com muita irreverência, alegria e animação fazendo grandes espetáculos de encher os olhos e tocar no fundo dos corações.
Em 2009, devido ao grande sucesso do trabalho anterior e a pedidos do publico Humberto e Marçal acaba de lançar o 5º álbum da carreia (Paixão Sertaneja 2) com produção e logística independente, reúne dezesseis músicas românticas sendo quinze regravações mostrando ainda mais o talento e musicalidade que Humberto e Marçal possuem. Vale a pena ouvir e conferir a nova música “To Deixando Você” que já é um sucesso.
            E com muito carinho e responsabilidade, eles agradecem a Deus, e a todos que os incentivaram e que ajudaram a fazer de Humberto e Marçal uma grande história na música sertaneja.
Biografia enviada por Elizabeth

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