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sábado, 29 de setembro de 2012

Hebe Camargo morre aos 83 anos 29/09/12

Hebe Camargo morre aos 83 anos

Falando a campesina;

 A apresentadora Hebe Camargo morreu em São Paulo, neste sábado (29/09/12), aos 83 anos, vítima de parada cardíaca.

Ela morreu ao deitar para dormir, nesta madrugada.
Hebe ficou internada pela última vez por quase duas semanas em agosto, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo.
Nos últimos dois anos, contudo,  passou por várias cirurgias e tratamentos contra o câncer  após descobrir  em 2010. 
Consagrada como apresentadora de TV, ela começou a carreira cantando.
Um dos maiores íncones da TV brasileira, a morte da apresentadora causa repercussão entre artistas brasileiros.


Biografia
Nascida em Taubaté (SP), a 130 km da capital, Hebe Maria Monteiro de Camargo Ravagnani começou a carreira cantando. Entrou para a TV logo após a fundação da primeira emissora brasileira, a TV Tupi, onde ela fazia aparições nos programas como cantora.
Estreou como apresentadora em 1955, no programa “O mundo é das mulheres”, na TV Carioca, a primeira atração voltada especialmente para mulheres. Antes disso, havia substituído Ary Barroso no programa de calouros apresentado por ele.
Depois disso, a apresentadora ficou afastada da TV por um período, até que em 1966 estreou o dominical que levava seu nome na TV Record. A atração contava com o músico
Caçulinha e era líder de audiência.
Foi responsável por dar espaço para novos talentos ligados à Jovem Guarda.
Para dedicar-se ao filho, Hebe ficou afastada da televisão por cerca de dez anos, quando voltou a aparecer na TV Bandeirantes.
Em 1985, aceitou o convite do SBT para comandar uma atração na emissora. Em quatro de março de 1986, entrava no ar o “Programa Hebe”, comandado por ela até 2010. Em dezembro do mesmo ano, Hebe assinou contrato com a Rede TV e estreou na emissora em março de 2011, onde ficou até este mês, quando acertou retorno ao SBT.
Segundo a assessoria do SBT, ela estava muito feliz com a volta à emissora.
“Posso até morrer daqui a pouco, que vou morrer feliz da vida”.
Hebe Camargo, sobre o diagnóstico de câncer, em 2010.
'Uma gracinha'
Em mais de 60 anos de história na televisão brasileira, a apresentadora tornou popular a expressão “gracinha”, usada para elogiar convidados. Outra marca registrada de Hebe era dar selinhos nos entrevistados que passavam por seu famoso sofá.
Famosa como apresentadora, ela não deixou de lado a carreira musical. Após lançar três discos entre 1959 e 1966, compilaram suas canções mais conhecidas no CD “Maiores sucessos”, de 1995.
Depois, lançou mais quatro discos. "Pra você" (1998), "Como é grande meu amor por você" (2001), "As mais gostosas da Hebe" (2007) e "Hebe mulher" (2010, ano em que participou do Grammy Latino).
O último álbum da carreira contou com participações de Daniel Boaventura e Roberto Carlos.
Em todos os discos, o repertório foi abastecido por canções românticas.
'Morrer feliz da vida'
A apresentadora foi diagnosticada com câncer no peritônio, membrana que envolve os órgãos do aparelho digestivo, em janeiro de 2010. Em sua primeira gravação após 12 dias internada para a retirada de nódulos e para o início do tratamento quimioterápico, Hebe mostrou gratidão com fãs e celebridades que a apoiaram. “Posso até morrer daqui a pouco, que vou morrer feliz da vida”, comentou em março de 2010, ainda no SBT.
Na ocasião, Hebe subiu ao palco ao som de Ivete Sangalo, Ney Matogrosso, Leonardo e Maria Rita cantando juntos. “Vocês são a causa disso tudo. Colocaram-me nesse pedestal que eu não mereço. É impossível encontrar palavras para descrever esse momento”, disse para a platéia. Depois, entoou “Ó nóis aqui traveis”, samba do grupo Demônios da Garoa.
Novas internações
Em setembro de 2011, Hebe iniciou um novo tratamento contra o câncer, com sessões de quimioterapia preventivas. "Não estou doente, apenas continuo me tratando pra poder ficar com vocês muito tempo ainda", disse. Por conta do retorno ao tratamento, ela havia voltado a perder cabelo e, consequentemente, a usar perucas.
"Evidentemente, todo remédio forte causa algum problema. O meu problema é que eu, de novo, fiquei carequinha. Eu não estou careca, mas quase. Então, evidentemente, estou de peruca", afirmou, em comunicado enviado à imprensa. Ela ainda brincou, referindo-se ao ator Reynaldo Gianecchini, que fazia um tratamento contra um câncer no sistema linfático. "Vou sair linda, igual ao Reynaldo Gianecchini”, disse.
Em março de 2012, foi submetida a uma cirurgia de emergência para a retirada de um tumor que causava obstrução intestinal. Muito bem humorada, ela deixou o hospital após 13 dias de internação. “Se vocês pensaram que eu ia embora, eu enganei vocês. Olha eu aqui outra vez”, brincou. Em junho deste ano, foi submetida a uma cirurgia de emergência para retirada da vesícula.
Xandica e Xandoca: Rosalinda e Florisbela
Pouquíssimo se sabe sobre essa dupla formada pelas irmãs Odete Namur e Selma Namur, ambas nascidas em Assis-SP em 1932 e 1928, respectivamente.
Odete e Selma iniciaram a Carreira Musical na própria cidade-natal cantando em diversas festas com repertório internacional, com as letras das músicas em Inglês, Francês e Castelhano.
Tendo se mudado mais tarde para a Capital Paulista juntamente com a família, as duas irmãs se apresentaram num programa de calouros da Rádio Difusora de São Paulo-SP (PRF-3) e, com o êxito alcançado, foram rapidamente contratadas por Ariowaldo Pires (o inesquecível Capitão Furtado) para atuarem no seu inesquecível programa "Arraial da Curva Torta", ocasião na qual Odete e Selma adotaram os nomes artísticos de Xandica e Xandoca, respectivamente.
Xandica e Xandoca foram a primeira dupla feminina naquele programa e, com o sucesso obtido, foram convidadas a gravar os dois primeiros discos 78 RPM na gravadora Colúmbia (hoje Warner Music), no ano de 1943, com destaque para o famoso sucesso "Bate Co Pé, Bate Co A Mão" (Capitão Furtado).
E a jovem dupla feminina também gravou na Continental outro disco com as músicas "Meu Bandoleiro" (Capitão Furtado - Anthony Sergi) e "Moreninho" (Anthony Sergi - Xandoca). Ao que consta, parece ter ficado em apenas três "bolachões" 78 RPM a discografia completa de Xandica e Xandoca: 
 Apesar do sucesso e da popularidade rapidamente conquistados, Xandica e Xandoca abandonaram a Carreira Artística, por volta do ano de 1956, sendo que já haviam largado antes (e repentinamente) o "Arraial da Curva Torta". Como curiosidade, vale lembrar que a dupla Xandica e Xandoca foram logo substituídas pela jovem dupla Rosalinda e Florisbela, que eram Hebe e sua irmã Estela Camargo, filhas do Violinista Sigesfredo Monteiro de Camargo (conhecido carinhosamente como Fego Camargo).
Apesar de curtíssima duração, Xandica e Xandoca fazem parte da História das Duplas Femininas na Música Caipira Raiz. , Professora e também Farmacêutica, que é a Ely Camargo! Conheça um pouquinho da trajetória musical desse ícone que é de fundamental importância não apenas para o Folclore Goiano, mas também para o riquíssimo Folclore


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