Total de visualizações de página

Quer sua Biografia aqui = escreva a sua e envie pelo contato que se encontra em baixo. 

R

R-Sertaneja sempre ligada a Melhor Rádio de se Ouvir.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Marcos Mesquita:

Marcos Mesquita:
"A Viola Caipira que veio de Portugal, ganhou uma linguagem própria em Terras Brasileiras e, nos braços deste Violeiro que traduz a essência da Música do Planalto Central, onde se concentra a diversidade da Cultura Brasileira, tem seu potencial amplamente desenvolvido, abrindo portas, navegando em novos segmentos musicais, nunca adentrados por outros Violeiros".
Comentário de Ivan Vilela.
"Talento é um presente de Deus para auxiliar o homem na sua escalada evolutiva. Aqui celebramos o trabalho de Marcos Mesquita, Violeiro e Cantador de sensibilidade suave que, com suas composições e apurado toque de Viola, consegue mostrar com dignidade seu talento numa proposta inquestionavelmente brasileira."
Comentário de Eugênio Avelino (Xangai).
Violeiro, Instrumentista, Cantor e Compositor, Marcos Mesquita é formado em Música pela Universidade de Brasília, onde também é Professor.
Procurando realizar a fusão entre a Música Rural e a Música Urbana, Marcos considera ser sua formação musical estruturada, principalmente, fora dos Meios Acadêmicos, no contato com Músicos e na audição de gravações e shows de grandes intérpretes tais como Tião Carreiro e Pardinho, Renato Teixeira, Almir Sater, Dorival Caymmi, Beto Guedes, 14 Bis e Caetano Veloso, além de Músicos Estrangeiros.
Tais como Pink Floyd, The Beatles, Eric Clapton, e outros. Daí o seu repertório eclético, que vai da Música Caipira Raiz até o Rock Progressivo... e algo mais, "sem rótulos", como o próprio Marcos gosta de salientar.
Marcos também já tocou com diversos nomes da nossa Música Regional, dentre os quais Rubinho do Vale, Xangai, Papete, Zé Mulato e Cassiano, Rosa Maria, Pena Branca e Xavantinho e Grupo Chaski.
Nas apresentações, Marcos Mesquita (Voz e Viola Caipira) é acompanhado por Fábio Pessoa, (também conhecido como Fabinho) (Voz e Violão), Eric Germano (Bateria e Percussão) e Vladimir Barros (Baixo Elétrico) e nos mostra a riqueza de ritmos do riquíssimo Folclore Brasileiro.
Como Cururu, Toada, Batidão, Pagode, Rasta-Pé, Chamamé, Guarânia e Rasqueado, transcendendo o mundo da Música Caipira, explorando a potencialidade e os recursos do tradicional instrumento musical que ele ponteia nas afinações "Cebolão" e "Rio-Abaixo".
Marcos Mesquita procura mostrar o potencial do qual a Viola Caipira é capaz, sentindo a Música “... como uma Energia que circula o universo e chega até a gente através da inspiração" como ele próprio nos diz.


Quero aqui dar um destaque ao CD "Em Algum Lugar Bonito", que Marcos Mesquita gravou no Zen Studio em Brasília-DF, tendo sido ele próprio o produtor (gravação independente). O Violeiro Aparício Ribeiro também participa desse CD interpretando "Estrela da Madrugada" (Marcos Mesquita), juntamente com o Marcos, tendo a participação de Fabinho no Violão e também no Baixo Elétrico.
Contato para shows e venda de CDs:
Marcos Mesquita: (61) 340-0536
Telefax: (61) 321-2185

Passoca:
Marco Antonio Vilalba, Arquiteto, Violeiro, Cantor e Compositor, nasceu na Cidade de Santos-SP no dia 21/11/1949. Um dos pouquíssimos violeiros de origem urbana que se conhece. Mudou-se depois para Ribeirão Pires-SP.
Quando estudante, foi influenciado por João Gilberto e Chico Buarque. Na década de 70 tocou Violão e Bateria no grupo “Flying Banana”. Trocou então esses instrumentos pela Viola no final dos anos 70, influenciado por Renato Teixeira e Almir Sater. Fez também aberturas de shows de Ednardo e do grupo Bendegó.
O primeiro disco, Passoca lançou em 1978, um “Compacto Simples” com as músicas "Cão Vadio" e "Sombras" (em parceria com Bê, do Flying Banana). E o primeiro LP, em carreira solo, foi lançado em 1980: o disco "Que Moda", no qual gravou entre outras, "Bicho de Pé" (Passoca - Renato Teixeira), "Viola Braguesa" (Passoca), "Era na Era" (Passoca), "Guacyra" (Hekel Tavares - Joracy Camargo), além da belíssima "Pirapora" (Antônio Celso Duarte). Ao que consta, esse LP ainda não foi remasterizado em CD.
Ao longo da carreira, já lançou seis discos. Destaque para o CD lançado em 1997, "Breve História da Música Caipira" (foto da capa à direita), uma verdadeira antologia com clássicos consagrados do repertório Caipira Raiz, tendo como compositores, João Pacífico, Raul Torres, Alvarenga e Ranchinho, entre outros. Consta nesse CD uma de suas principais composições “Sonora Garoa”, a qual foi composta em 1982 (“apadrinhado” por Arrigo Barnabé) e também a inédita “Moda de Botucatu” de Angelino de Oliveira e Chico de Paula.
Em 1999, Passoca gravou um CD independente com músicas inéditas de Adoniran Barbosa, incluindo "Ditado", que ele musicou a partir da letra deixada pelo renomado compositor paulista.
Para Passoca, não é necessário nascer no campo para se tocar Viola Caipira; é preciso ter sensibilidade. Tendo sido autodidata, aprendeu a tocar observando violeiros mais experientes e ouvindo histórias que contavam sobre o instrumento.
Com uma Viola Del Vecchio na afinação “Cebolão”, o trabalho musical de Passoca nos mostra a dualidade Cidade / Campo, bem como a Poética Urbana harmonizada com a Viola Caipira. Ele combina com muito bom gosto as influências da Bossa-Nova com a Viola Caipira que, desse modo, ganhou novas harmonias em seus dedos.
Passoca também participa da Coletânea do CD Caipiríssimo lançada pela Kuarup. Clique na imagem acima à direita e adquira esse e outros excelentes CDs da Boa Música Brasileira diretamente da Kuarup.
Passoca ultrapassou fronteiras, tendo se apresentado em países como a França, a Itália e a Alemanha, valorizando a Viola que ganha cada vez mais espaço também nas grandes metrópoles!!

Pereira da Viola:
Quando Pereira da Viola toca nos cabelos de sua Viola menina, ora "Carmem" de Bizet, ora cantigas e batuques outrora cantados nas folias de Pai João Preto e ainda entoados por Mãe Augusta e sua gente lá de São Julião - um pedaço de terra incrustado, que nem diamante, entre os vales do Mucuri e Jequitinhonha - a gente sente saudades do ser humano pleno, tão sumido do meio de nós (...) A voz de Pereira da Viola invade a alma, timbrando e revelando a ética e as raízes de um povo que se ocupa apenas em tornar indelével um jeito simples, bonito e inteiro de existir e caminhar por essa linda bola solta no meio do espaço (...) Pereira é da Viola e sua Viola é uma menina de canto puro, anunciando um mundo outro a ser construído por nós, seres humanos..."
O comentário acima é de Déa Trancoso, Cantora e Jornalista, sobre o mais recente CD de Pereira da Viola, intitulado "Viola Ética", comentário esse que faz parte do encarte do respectivo CD e também presente no site dedicado ao Vale do Jequitinhonha.
"...está ligado à música desde a infância, quando brincava de roda e ouvia Folia de Reis em São Julião, no Vale do Mucuri, Minas Gerais. Compositor e cantor... descobriu os segredos da viola sozinho. Viajou pelo Brasil Central, Norte e Nordeste, aprendendo toques diferentes. Sua música expressa as Influências Africanas, Indígenas e de Modinhas que ouviu na infância...".
O comentário acima é de Volmi Batista, Violeiro, Sócio-Fundador e Diretor da VBS - Viola Brasileira Show, sediada em Brasília, gravadora e produtora dos CD's de excelentes músicos, dentre os quais Zé Mulato e Cassiano.
José Rodrigues Pereira nasceu no distrito de São Julião em Teófilo Otoni-MG, no Vale do Mucuri, Nordeste Mineiro, sendo de família descendente de Índios Nativos Brasileiros. Também morou algum tempo na cidade de São Mateus, no Norte do Espírito Santo.
Seu pai era lavrador e teve outros 13 filhos. Pereira da Viola também trabalhou na lavoura, assim como os pais. E sua mãe cantava antigas cantigas da roça e Pereira também ouvia Folias-de-Reis na região, o que lhe despertou o interesse musical.
Aprendeu a tocar Viola sozinho. Com dificuldades para freqüentar uma escola, acompanhou os Movimentos Culturais da região e também procurou seguir os passos de Miltinho Edilberto.
Pereira da Viola iniciou sua carreira artística, nos anos 80. E em seu repertório constam diversos ritmos característicos do riquíssimo Folclore Brasileiro, tais como Calangos, Forrós, Catiras, Frevos, Maracatus, Toadas e Folias.
Pereira também possui outras habilidades, incursionando inclusive na Música Erudita dos Grandes Mestres: arranjou para Viola Caipira o famosíssimo "Bolero", de Ravel, e também a "Habanera", da Ópera "Carmen", de Bizet. E, no CD "Viola Ética", podemos também ouvir e apreciar um excelente arranjo para Solo de Viola feito por ele para o Hino Nacional Brasileiro (Francisco Manuel da Silva - Joaquim Osório Duque Estrada).
Mas foi somente em 1993 que Pereira gravou seu primeiro disco: "Terra boa", destacando, dentre outras, as músicas "Menina Flor", "Bicho Calango", "Véio Caipira", "Nas Veias da Viola", e também "Terra Boa", a faixa-título do CD.
Em 1996, lançou seu segundo disco, "Tawaraná", onde se destacam diversas composições de sua autoria, entre as quais "Fantasia Rabisal", "Saudade da Terra Boa", "Estrada de Ferro Bahia - Minas", "Tear", "Viola Menina", "Misturas e Mistérios", e "Tawaraná", que dá título ao disco, entre outras.
Em 1997, convidado pela escritora e ensaísta Lélia Coelho Frota, apresentou-se no Rio de Janeiro, ao lado da cantora Titane, quando foi apreciado em noite única, na Urca, por muitos críticos cariocas, entre os quais Ary Vasconcelos, Ilmar de Carvalho e Ricardo Cravo Albin, em casa do qual fez a exibição. Vale destacar que Ricardo Cravo Albin é o criador do excelente site Dicionário Cravo Albin de Música Popular Brasileira, o qual tem sido bastante citado e é uma fonte de consulta indispensável com riquíssimas informações sobre nossa Boa Música Brasileira.
Em 1998, lançou "Viola Cósmica", considerado por muitos como sendo seu melhor disco, no qual, dentre 18 músicas, se destacam "Eu Tenho Saudade" (autor desconhecido) (que ele interpreta juntamente com a mãe) a Moda de Viola "Princesinha", (Braguinha Barroso - Juraildes da Cruz), "Viola Cósmica", composição de sua autoria que dá título ao CD, "Boi Graúna" (Domínio Público), "Prucutundá" (Chico Lobo) e "Boi encantado" (Pereira da Viola - João Rodrigues).
No mesmo ano de 1998, Pereira da Viola participou do show e da gravação do CD "Violeiros do Brasil", (por sinal, um excelente trabalho da gravadora Núcleo Contemporâneo, gravado ao vivo no Teatro SESC-Pompéia em São Paulo-SP, em Agosto de 1997), junto com os 12 violeiros mais importantes do país, dentre eles, Almir Sater, Roberto Corrêa, Paulo Freire, Renato Andrade, Passoca, Zé Coco do Riachão e também a excelente "Dupla Três Em Um" Zé Mulato e Cassiano. No respectivo CD, Pereira participa interpretando o pot-pourri contendo as músicas "Embolada de Caboclo" (Pereira da Viola - J. Santos) e "Sinhá Maria" (Domínio Público), ambas também presentes no seu segundo CD "Tawaraná".
Ainda no mesmo ano de 1998, Pereira da Viola também participou da gravação do CD "Feito na Roça", o qual conta também com a participação especial de grandes nomes da Música Caipira Raiz, tais como Inezita Barroso, Zé Mulato e Cassiano e Paulo Freire, além da participação da Orquestra de Viola Caipira sob a regência de Braz da Viola.
A idéia deste CD, como Braz da Viola menciona no encarte, foi a gravação da Viola Caipira em seu ambiente natural. Foram três dias em contato com a natureza (24, 25 e 26/04/1998) no Sítio Santa Tereza na Serra da Mantiqueira em São José dos Campos - SP. E o trabalho foi gravado ao ar livre. Pereira da Viola participou interpretando "Encontro de Bandeiras" (Tavinho Moura - Xavantinho) (juntamente com a "Madrinha" Inezita Barroso e a Dupla Zé Mulato e Cassiano) e "Trem da Estrada" (Bartira - Pereira da Viola).
E depois de enorme prestígio conquistado pelo CD "Viola Cósmica" Pereira da Viola gravou o CD "Viola Ética", o qual conta também com a participação especial de Inezita Barroso, Paulo Freire e Braz da Viola, entre outros.
E, no dia 13/03/2004, durante a realização do Segundo Encontro Nacional de Violeiros em Ribeirão Preto-SP, nasceu sob o comando de Pereira da Viola a Associação Nacional dos Violeiros, que tem como objetivo fazer com que a voz de quem toca a Viola seja ouvida de forma representativa e organizada. Na foto à direita, em primeiro plano, Inezita Barroso, Pereira da Viola e Volmi Batista.
Além de Pereira da Viola, estiveram presentes também no inesquecível show realizado no dia seguinte, diversos excelentes Cantadores, Duplas Caipiras e Solistas de Viola.
Como Zé Mulato e Cassiano, Celia e Celma, Inezita Barroso, Simões e Santana, Zeca Collares, Zico e Zeca, Marcos Mesquita, Fábio Pessoa (Fabinho), Fernando Deghi, Rodrigo Mattos, Levi Ramiro, Fernando e Osmair, Aparício Ribeiro, Tião do Carro e Odilon, Paulo Freire, Ivan Vilela, Chico Lobo e também a Orquestra Paulistana de Viola Caipira sob a regência de Rui Torneze.
E foi assim eleita a Diretoria para a Associação Nacional dos Violeiros:
Presidente: Pereira da Viola
Vice-Presidente: Rui Tornese
Secretária: Ângela Lopes
Vice-Secretário: Zeca Collares
Tesoureiro: Victor Batista
Vice-Tesoureiro: Montoni
Conselho Deliberativo:
Volmi Batista, Mineirinho, Chico Lobo, Oswaldo Rios, Sidney do Sul, Pinho (Editor e Diretor de Arte da Revista Viola Caipira), Kuru e Tarcísio (integrante do Grupo Viola de Nóis).
Conselho Fiscal:
Johaci Ornelas, Levi Ramiro, Luiz Faria, Ralf Campos, Rogério Gulin e Bilora.
Contato para shows:
(31)3284-0709 - falar com Tiago
(31)9965-2737 - falar com Kuru (Cria Cultura)

E-mail: pdaviola@bol.com.br

Nenhum comentário:

Postar um comentário