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domingo, 8 de abril de 2012

Mogiano e Mogianinho 08/04/12

Mogiano e Mogianinho
Na década de 50, precisamente em 1957 incentivados pela família e por amigos surge a dupla "Irmãos Moreno" (José dos Santos Moreno e João Cleto). Naturais de Mogi-Mirim, interior do estado de São Paulo, adotam o nome artístico de "Mogiano e Mogianinho".
O pai da dupla, o Sr. Pedro Moreno foi o maior incentivador dos meninos e os levou para a capital paulista, onde já conseguiram contrato com a antiga Rádio Nacional (hoje Rádio Globo), permanecendo nessa emissora durante 8 anos. Passaram pelas principais emissoras paulistas.
Na década de 70 foram para a televisão, onde trabalharam na TV Bandeirantes e Globo. 



Nessa época fizeram parte da famosa "Caravana do Bolinha" viajando por mais de um ano. Depois passaram a viajaram uma temporada com seus ídolos: Tonico e
Tinoco.
Participaram de três filmes: "Chumbo Quente" com a dupla Léo Canhoto e Robertinho, "Fuscão Preto", junto com Xuxa Meneguel e Almir Rogério, e por último tiveram uma participação no filme "A Volta do Jeca".
Ao longo de sua carreira gravaram 10 discos e acabam de lançar um CD em "Tributo a Tonico e Tinoco" relembrando os grandes sucessos da dupla.
Texto: Sandra Cristina Peripato
Fonte: Maikel Monteir
Tom & Arnaldo
Tudo começou como brincadeira.
Mas quem presenciava as apresentações de Tom & Arnaldo, seja em festas de faculdades, repúblicas ou até mesmo em churrascos de amigos notava que o talento dos dois jovens era grande demais para ficar restrito a eventos informais. Foi dessa forma e com muito talento e carisma que a dupla iniciou sua carreira no ano de 2006.
Mas a intimidade dos garotos com a música vem de longe. TOM além de tocar violão desde pequeno animava os amigos de escola cantando sucessos sertanejos. Assim como o parceiro, ARNALDO também se dedica ao violão desde criança. Foi então que em 2002 o destino tratou de fazer cruzar o caminho dos garotos. A partir daí nasceu uma grande amizade que culminou com o desejo de dividir juntos a paixão pela música.
Em 2008, o alto astral que a dupla demonstra nos palcos está se refletindo na carreira. No dia 7 de março deste ano TOM & ARNALDO realizaram um sonho: a gravação do primeiro CD. O disco que foi gravado ao vivo no Villa das Flores contou com um repertório descontraído, fazendo jus perfeitamente ao estilo apresentado por eles, o sertanejo Universitário. Aliás, estilo esse que tem casado com a personalidade da dupla, sempre afeita a brincadeiras e interações com o público, gerando uma empatia única que já se transformou na marca registrada de TOM & ARNALDO.
Com shows marcados para várias cidades do interior paulista e até em estados longínquos como Alagoas, a dupla que conquistou Ribeirão Preto pretende agora levar seu estilo único para outros cantos do Brasil.
Fonte
Praião & Prainha 
são uma dupla de cantores e compositores sertanejos.
Iniciaram-se suas atividades na Rádio Platina de Ituiutaba - MG, por volta de 1957.
Foram para São Paulo em 1959 a fim de lançar o primeiro disco da dupla que aconteceu somente por meio particular. No mesmo ano já iniciaram no rádio com uma participação semanal somente a convite do Radialista Nhon Zé que apresentava o programa Alvorada Cabocla pela Rádio Nacional de São Paulo.
O segundo trabalho já em série comercial foi lançado pela Gravadora Califórnia, que com a música Bebendo nos Bares ultrapassou a casa de 20.000 (vinte mil) discos vendidos em todo país, que para a época era um número extraordinário. No início de 1960 vieram outros sucessos como: Belezas do Araguaia, Não entro naquele bar, Ingratidão entre outras. A cada ano que se passava outros sucesso era lançado pela dupla que constantemente fazia shows em, Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso (sul e norte), sempre acompanhados pelo o acordionista Rezendinho, formando o Trio da Simpátia Sertaneja que também os acompanhava nas suas apresentações no Rádio e gravações.
Em 1963 entre tantas duplas famosas da época foram consagrados com o Prêmio Viola Dourada, lançado pela conceituada Revista Melodias, prêmio este que era feito através de votação espontânea pelos fãs do estilo sertanejo. Uma prova que o Trio era também muito popular, simples e humildes "diferente do que é hoje com muitos cantores famosos". Foram tantos sucessos lançados que seria impossível citar todos, como por exemplo: Atravessando a fronteira, voltando para a Goiânia, Casamento é um negócio, Roubando uma Goiana, Linda menina, Percorrendo o Mato Grosso, Duas vidas iguais, Que Saudade, Meu consolo é beber, Duas coisas, É chato Gostar, Amor Distante, Bebo e não choro, Canarinho Prisioneiro, Viola Dourada, Perguntando a Deus, De São Paulo a Brasília, Minha vida é você, Igrejinha da Serra e tantos outros. Todas as terça-feira das 21:00 às 21:30 tinham programa exclusivo na Rádio Nacional de São paulo onde falavam de lançamentos de discos, agenda de shows na maioria em circos por todo o país e outros assuntos.
A dupla criou um estilo próprio de cantar, compor e criar os arranjos com a ajuda do Rezendinho (acordionista/sanfoneiro), estilo este que os consagrou no gênero individualizando eles das demais duplas, ou seja criaram seu estilo próprio, ao contrário do que vemos hoje nas duplas da atualidade "um copia do outro". Se hoje é difícil imagina naquele tempo, onde quase não tinha eventos nem televisão, o artista para sobressair tinha que criar o seu estilo, porque o grande público da época era mais prestativo em termos de: Melodia, letra e afinação. A partir de 1965 a dupla estreou-se na Gravadora Chantecler (atual Warner Music) com o disco: PRAIÃO & PRAINHA NA CHANTECLER, em 1966 balançou o país com a música Igrejinha da Serra que virou filme anos depois. Em uma das maiores gravadora do país na época gravaram inúmeros LP's de sucessos, algumas regravações e faixas inéditas como: Caminhos de Minha Vida, Casinha onde eu nasci, Catando te conheci, Só resta saudade, Dois amores e um segredo e outras mais. No início dos anos 70 o Praião foi eleito vereador no município de Itumbiara-Go, outra grande prova de popularidade da dupla porém ele falece antes mesmo de tomar posse.
Em 1972 a carreira da dupla foi interrompida de forma triste com a morte do Praião, vitima de acidente de carro no entroncamento de Formosa TO. O mesmo está sepultado em Itumbiara-Go, cidade que o artista mesmo escolheu para que um dia, quando viesse a falecer seria ali sepultado como a própria música Homenagem a Itumbiara (Praião/Prainha) diz "Se um dia eu morrer em outro estado quero ser sepultado em Itumbiara", uma profecia composta e gravada pela dupla. O Prainha ficou só, sem o irmão mais devido a agenda cheia de Shows, e a pedidos de fãs retornou ao mundo da música, com uma nova formação: Praião II & Prainha. Com um gênero diferente de cantar e um dueto de vozes mais grosso, gravaram razoáveis sucessos como: Fatalidade, Droga de Vida, Wisk e Cerveja, Quer Chorar que chore, Mulher volúvel, Mal Agradecida, Motorista Mensageiro, Serenata Pra Lua e outras. A música fatalidade o titulo coincidiu com fato ocorrido, mas o tema era sobre um amor de infância composição de Carlos Praião (Praião II) o que o consagrou como cantor e compositor um jovem com novos ideais abraçando ao novo e velho público pois cantava e canta até hoje fazendo a voz de Ademar o Praião I. Praião II & Prainha cantavam bem, mais moderno, porém não conseguiram obter tanto sucesso como a da 1º formação que criaram um estilo de cantar e compor.
O ano 1992 foi o marco final para a dupla de irmãos (Praião & Prainha), onde infelizmente o Prainha também veio a óbito em Goiânia-Go, por motivos de saúde. O Praião tocava, violão e era compositor que se chamava na verdade: Aguimar Fernandes Balieiro, O Prainha também tocava, violão e compunha, se chamava na verdade: Ademar Fernandes Balieiro. Ambos nascidos em Uberlândia-MG e criados em Ituiutaba-MG.
Já o Praião II toca violão é compositor do grande sucesso gravado com Amado Batista "Amor Perfeito", é natural de Itumbiara Go se chama na verdade Euripedes Carlos da Silva e iniciou sua jornada como 1ª voz antes mesmo, que do óbito de Praião no ano de 1972, escolhido e indicado pelo amigo Praião que se encontrava acamado. E continua sua jornada atualmente como PRAIÃO E PAULINHO, cantam a regravação do Franguinho Na Panela, Vidro Quebrado o Sonho de Um Sertanejo e adora relembrar os modas de Praião e Prainha para matar as saudades.
Moacyr Franco
Começou sua carreira nos anos 60 no programa Praça da Alegria. Interpretando o personagem "Mendigo", emplacou um grande sucesso ao gravar a marchinha de carnaval "Me Dá Um Dinheiro Aí". Estourou com outras músicas, como Suave é a Noite (versão de Tender is the Night), "Pelé agradece", "E tu te vais" , "Pedagio" e Eu Nunca Mais Vou Te Esquecer. Sofreu um sério acidente automobilístico na década de 70, o que lhe prejudicou a carreira. Depois do sucesso que vivenciara na primeira metade da década de 70, nunca recuperou a imensa popularidade que tinha.
Desde então lançou vários discos (fez muito sucesso com a canção Balada número sete, homenagem ao grande jogador de futebol Mané Garrincha), além de trabalhar nas principais emissoras do país apresentando, produzindo, escrevendo e atuando em diversos programas. Continua a seguir paralelamente a carreira de cantor, apresentando-se por todo o Brasil.
Em 1978 explodiu em todo o país com o sucesso "Turbilhão" (A nossa vida é um carnaval...), música mais tocada no carnaval daquele ano.
Nas décadas de 80 e 90 compôs várias músicas no gênero sertanejo, que alcançaram os primeiros lugares nas paradas, tais como: "Dia de Formatura", com Nalva Aguiar, "Seu amor ainda é tudo", "Ainda ontem chorei de saudade" e "Se eu não puder te esquecer", com João Mineiro e Marciano.
Na TV apresentou vários programas como Pequenos Brilhantes, A Mulher é um Show, Concurso de Paródias, Moacyr Franco Show e Moacyr TV, na Rede Globo (sempre tendo como redator o amigo de infância Gilberto Garcia, falecido em 1996) além de atuar nos humorísticos Meu Cunhado, ao lado de Ronald Golias, Ô… Coitado!, A Praça é Nossa (onde interpreta também o homossexual caipira Jeca Gay), SBT Palace Hotel entre outros. Participou também da versão da Rede Globo, Praça da Alegria, apresentada por Luís Carlos Miéli.
No Programa "Moacyr Franco Show", revelou vários artistas como: Isabela Garcia, Guto Franco, Carla Daniel, Nizo Neto, Rosana Garcia, sua afilhada de batismo, entre outros.[1]Em 2011, ganhou o Troféu Menina de Ouro de melhor ator coadjuvante no Festival de Cinema de Paulínia por conta do personagem Delegado Justo no filme O Palhaço, de Selton Mello.[2]Seu filho Guto Franco fez sucesso ao ser lançado ainda criança em programas do pai, chegando a participar como ator da telenovela O Grito produzida e exibida pela TV Globo na década de 1970. Guto participou da Praça interpretando o personagem Dona Guajarina e atualmente é diretor e redator chefe do humorístico A Turma do Didi exibido pela Rede Globo aos domingos. Seu filho mais velho, Moacyr Franco Jr., é comandante dos aviões da TAM e faz voos internacionais. João Vitor, fez programa de televisão ainda novo assim como Guto, participou mais atualmente de Meu Cunhado e hoje com seu nome artístico Johnny Franco segue carreira na área musical, cantando, especificamente músicas com letras em inglês.

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