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quarta-feira, 5 de junho de 2013

Peão Carreiro e Praense 05/06/13

Peão Carreiro e Praense
Praense formou dupla com o Peão Carreiro (o mesmo que também integrou a Dupla "Peão Carreiro e Zé Paulo"). A nova Dupla "Peão Carreiro e Praense" lançaram o seu primeiro LP ("Compositores em Dueto") pela RDG (N° 2034) em 1978, tendo alcançado sucesso com a Música "Nosso Dilema" (Praense - Peão Carreiro).
No ano seguinte, "Peão Carreiro e Praense" gravaram o LP "Autores em Dueto" pelo selo Uirapuru/CBS (N° 350043), produzido por Horácio Faustino. Destaque para a Música "Parede e Meia" (Praense - Peão Carreiro).


E, a convite do famoso radialista Zé Béttio, "Peão Carreiro e Praense" assinaram contrato com a Gravadora Cobapacabana, no ano de 1981, e gravaram o terceiro LP ("Quarto Vizinho" - COELP 41541), produzido por José Homero e Ronaldo Adriano, tendo alcançado uma vendagem surpreendente e obtido bastante sucesso com a Faixa-Título "Quarto Vizinho" (Peão Carreiro - Praense).
Nessa época, a Dupla "Peão Carreiro e Praense" participava também do inesquecível Programa "Linha Sertaneja Classe A" na Rádio Record de São Paulo-SP, apresentado pelo José Russo.
E, após algum tempo no qual a Dupla esteve separada, "Peão Carreiro e Praense" lançaram em 1984 o quarto LP "A Volta", gravado também na Copacabana (COELP 41931), com destaque para "A Funcionária" (Praense), "Sonho Falado" (Praense), "Amor Escondido" (Praense), além da Faixa-Título "A Volta" (Peão Carreiro - Carlos César).
A Dupla "Peão Carreiro e Praense" durou seis anos, de 1978 a 1984. Em 1985, Praense passou a cantar em Dupla com Pinhalão, com quem gravou dois raríssimos LP's na formação que durou até 1987.
Por essa época, entre o final da década de 1970 e início da década de 1980, Praense também vinha se firmando como renomado Compositor, com mais de 400 Composições gravadas por excelentes intérpretes do quilate de Leôncio e Leonel, Tião Carreiro e Pardinho, Belmonte e Amaraí, Mensageiro e Mexicano, Zé Tapera e Teodoro, Lourenço e Lourival, Sérgio Reis, Trio Parada Dura, Milionário e José Rico e muitos outros.
São belíssimas Composições de sua autoria os sucessos "Tchau Amor" (Peão Carreiro - Ado - Praense), "Espinho na Cama" (Praense - Compadre Lima), "Avião das Nove" (Praense - Ado), "Esquecido" (Praense - José Rico), "O Fogo e a Brasa" (Praense - Lourival dos Santos - Tião Carreiro), "Resto de Beijos" (Praense - Mexicano), "Nem Romeu Nem Julieta" (Prado Junior - Praense), "Apagão Aéreo" (Praense - Toni Gomide) (a Música cujo trecho o Apreciador ouve, na interpretação de "Tenório e Praense", ao acessar essa página), "Paixão e Saudade" (João Miranda - Praense) e "Uma Noite Não É Nada" (Praense - Lourival dos Santos - Luiz de Castro), apenas para citar algumas.
(E, no ano de 1989, Praense formou Dupla com Peão do Vale e a Dupla “Peão do Vale e Praense” gravou pela RGE o LP “Par Ou Ímpar” N° 308.6214) e pela Gravadora Tupã, em 1992, o LP "Laçador de Coração" (LPT 1007). A nova Dupla, no entanto, durou pouco, já que o parceiro Peão do Vale também exercia outras atividades no estado do Paraná, o que o impedia de Viajar constantemente.
Nessa época, início da década de 1990, Praense pensava em parar de cantar e viver apenas como Compositor. Mas como "cantar faz parte de sua vida", como o próprio Praense declara, formou novamente a Dupla com o Pinhalão, no entanto, a Dupla não pôde ir prá frente, pois o Pinhalão, sendo Policial, não podia cumprir as viagens contratuais necessárias.
E, no ano de 1998, Praense reatou a Dupla com Peão Carreiro, tendo gravado mais um CD na Gravadora Atração Fonográfica. No entanto, Peão Carreiro já se encontrava bastante doente e sua Voz, já não era mais a mesma. E, em 1999, Peão Carreiro "partiu para o Andar de Cima" e Praense mais uma vez se viu sem parceiro.
No ano 2000, Praense tentou ainda mais um CD com o Pinhalão, que havia adotado o nome artístico de Peão. A Dupla "Peão e Praense" gravou apenas um CD e a própria gravadora não se interessou pelo trabalho.
Com a voz bem parecida com a de seu pai, o filho do Peão Carreiro formou com Praense a Dupla "Carreiro Filho e Praense" dando continuidade ao Estilo de "Peão Carreiro e Praense". A nova Dupla, no entanto, também gravou apenas um CD.
Praense pensava novamente em "pendurar as chuteiras" como Intérprete e atuar apenas como Compositor. Foi quando um dos maiores amigos, Mauro Cassapula, que ainda não havia formado Dupla com ninguém, convidou
Dercídio a formar com ele a Dupla "Tenório e Praense".
Apesar de já se conhecerem há mais de 20 anos, foi a partir de 2005 que Mauro e José Dercídio decidiram formar a Dupla.

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