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quinta-feira, 4 de junho de 2015

Cristiano e Cristalino

Cristiano e Cristalino
Em 1967, com João Antônio Benedutti, o Cristiano, formou a dupla Cristiano e Cristalino, assumindo assim esse nome artístico.
No mesmo período, a dupla Cristiano e Cristalino venceu o Festival de Música Sertaneja da TV Cultura e recebeu como prêmio o direito de gravar pela Chantecler a música "Nossa mensagem", de Goiá. Ganhou também a oportunidade de se apresentar por um ano na Rádio Nove de Julho. Nesse período, composições de sua autoria começaram a fazer sucesso, em gravações de Abel e Caim e Lourenço e Lourival.
Em 1974, trocou seu nome artístico para Smith e formou com Aparecido Tomás de Oliveira, o Scoth, a dupla Smith e Scoth. 


Em 1975, gravaram o primeiro LP, com destaque para três composições da dupla Benedito Siviero e Sebastião Victor, "O abajur", "Minha santa pecadora" e "Deu zebra na minha vida". Em 1976, gravaram também pela Continental um segundo LP, com destaque para "O vento", de Nei e Vitório. No mesmo período apresentaram-se na Rádio Record de São Paulo no programa "Linha sertaneja classe A", no qual se apresentaram entre outros, Lourenço e Lourival.
Em 1978 a dupla mudou seu nome para Tomás e Timóteo e lançou novo disco pela Tapecar, com o sucesso "Inferno da Vida", de Benedito Sevieiro e Tomás.
Em 1978, Paraíso foi convidado pelo violeiro Tião Carreiro para formar dupla com ele em substituição a Pardinho. Mudou então o nome artístico para Paraíso, formando, até 1981 a dupla Tião Carreiro e Paraíso, tendo gravado quatro LPs.
Com o retorno da dupla Tião Carreiro e Pardinho, Paraíso passou a se dedicar mais a composições e produção de discos na área sertaneja. Nesse período, gravou com César e Paulinho, dupla que ele criou o sucesso "Noite Maravilhosa". E, em parceria com José Fortuna, cria músicas que se tornariam clássicos do nosso cancioneiro popular, como "O Ipê e o Prisioneiro".
Como produtor de discos na gravadora Continental, foi o responsável pelo lançamento da dupla João Paulo e Daniel, que fez sucessos com as composições "Fazenda de São Francisco" e "A loira do carro branco", as duas de sua parceria com José Fortuna. Em 1986, formou com João Leôncio a dupla
Mococa e Paraíso. Em seguida, a dupla lançou um LP em que se destacaram as composições "Saco de ouro", de sua autoria e Carlos César, "Orelhão azul", de Morgado e Carlos César, "Os homens não devem chorar", clássico de Mário Zan, e "O ipê e o prisioneiro". Após 1986, Mococa e Paraíso gravaram diversas composições, dentre as quais se destacam "O sinuelo", parceria com José Fortuna e Nhô Morais, "Mãe das mães", de José Vitor, Sebastião de Assis e Sandro Lúcio, "O pulo do gato", de Paiva e Gama, e "Pulôver de lã", com Jesus Belmiro.
Em 1997 teve três composições gravadas pelo jovem violeiro Rodrigo Mattos no CD "Juventude na viola": "Prova do laço", "Relembrando Tião Carreiro", com Jesus Belmiro e "Tô saindo, tô entrando", com José Fortuna.
Continuando em plena atividade também de produtor musical em 2004, reduziu o CD da dupla sertaneja de cantores e violeiros Kaetano e Kadu, merecendo de Inezita Barroso, no programa "Viola minha viola" calorosa mensagem de parabéns pelo trabalho. Também mantendo a dupla com Mococa, em 2005, apresentou-se com o parceiro no programa "Viola minha viola", em edição de homenagem ao compositor Jesus Belmiro, com quem mantém parceria em composições, desde 1975.

Os Angorás
Trio sertanejo. Componentes = Marcelo Meirelles = Gavilan = Itamar.
Marcelo Meirelles é filho do radialista e apresentador de TV, Geraldo Meirelles. Durante 10 anos apresentou com o pai na TV Record o programa sertanejo "Canta Viola". Compõe e toca violão. Gavilan também compõe e toca violão. Fez durante algum tempo uma dupla com a irmã Samara. Itamar por sua vez é compositor, arranjador e guitarrista, já tendo acompanhado alguns artistas. Já no primeiro LP, lançado em 1990, alcançaram sucesso com as composições "Maluco por você", "Caminhoneiro" e "Pinha no pinheiro". O trio encontrou bastantes dificuldades para seguir a carreira, mas mesmo assim gravou com sucesso o segundo disco, que os firmou definitivamente, com destaque para "Meu coração", "Prece ao vento" e "Cowboy do asfalto". No terceiro disco do trio os destaques foram "Preguiçosa" e "Boi ralado" de Itamar, Gavilan e Edi, "Vou virar o mundo, de Altair Freitas e Michael Sullivan, "Promessa", de Roberto e Erasmo Carlos e "Vem me ajudar", uma versão de Rossini Pinto, anteriormente gravada pelo conjunto The Fevers.

Antônio Sertanejo
Poeta. Cantor. Compositor.
Com dez anos de idade começou a tocar pandeiro e a se apresentar pelo sertão potiguar, acompanhando o irmão, o sanfoneiro Zé da Sanfona.
Em 1969, mudou para a cidade de Natal onde passou a residir.

Tendo começado a se apresentar como artista com apenas dez anos de idade, seguiu fazendo forró pé-de serra, voltado para as raízes regionais. Gravou o primeiro disco em 1982, o compacto duplo "Patu", no qual interpretou "Você pode ter raiva de mim", "A tábua da Maria", e "Recanto do meu Rio Grande do Norte", todas de sua autoria. Quatro anos depois, afastou-se temporariamente da carreira artística, retornando em 1990. Em 1998, gravou de forma independente, o CD "O valor do forró - as melhores" no qual interpretou onze forrós de sua autoria: "Apelo", "Carne de boi seca", "Foi você", "Forró dengoso", "Já vou embora", "Me puxa", "Menina da praia", "Terra que nasci", "Vai faltar madeira" e "Valeu apenas pra nós viver". No mesmo ano, o cantor Paulinho de Macau gravou "Gostoso pra dançar", com Paulinho de Macau. No ano seguinte, o forró "A triste partida", com Rakel Oliveira, foi gravado no CD "Cuida de mim", lançado pela Brasidisc/Zan pela cantora Rakel Oliveira. Também em 1999, participou, em São Paulo, do "Programa do Ratinho" no SBT, entre outros.

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