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terça-feira, 30 de setembro de 2014

Zé Belmiro e Paraguay

Zé Belmiro e Paraguay
Tudo começou, em 1994.
Zé Belmiro conheceu o atual parceiro Paraguay, quando este era calouro do programa do bolinha na Rede Bandeirantes.Formaram a dupla,sendo já 2 discos e 4 CDs nesta caminhada.Atualmente,divulgam o mais recente trabalho,o CD volume 6 -No Meio da Mulherada.O Segundo CD vem fazendo sucesso por toda Minas Gerais,destacando-se nas regiões do Vale do Aço,Norte de Minas,Zona da Mata,Sul de Minas e também no Leste de Minas.A faixa 12,'Os corações são iguais"é uma regravação da dupla.Música que foi gravada primeiramente pelo grupo Roupa Nova,esteve por diversas vezes como primeiro lugar da programação de música mais tocada na rádio Ipasom FM em Governador Valadares.A faixa 4,' Peão Espora de Ouro"lançou-se como música de trabalho,abrindo portas para as outras rádios,Paraíso FM en São Sebastião do Paraíso,sendo uma das mais tocadas. A faixa 2, "Lá vou eu" lançou o CD principalmente na rádio liberdade FM de Betim, na grande BH, e outros mais.


Atualmente a dupla trabalha a faixa 14, "Nosso amor tá selado", música mais solicitada no programa Tião Moreno, na rádio Inconfidencial AM 880 de BH. Nas rádios Itatiaia AM e FM detaca-se a música "No meio da mulherada". Na rádio América por várias vezes toca-se a faixa 10, "Melhor assim", entre outras.
A dupla tem se apresentado em diversos programas de televisão de rede nacional e regional. Em 1999 se apresentaram no programa do Ratinho no SBT, com a música "Misturinha" do compositor Sebasthian em rede nacional. No mesmo ano, a dupla se apresentou no programa do Mariozan na Rede Vida, com a música "Não deixo de amar", composição de Mato Grosso. Ainda em 1999 se apresentaram no programa da apresentadora Meire Nogueira, também na Rede Vida, com as músicas "Ribada" de Zé Furtana e "Toque-me", composição de Sebasthian. A dupla também se apresentou por algumas vezes no programa dos amigos Teodoro e Sampaio na rede Record.
Recentemente gravou três programas dos amigos Teodoro e Sampaio na rede Record. Recentemente gravou três programas no Canal do Boi, com o apresentador Tileone Show wm rede parabólica. Várias apresentações no programa do Bader.
Participam semanalmente da programação de rádio. Rádio Inconfidêncial AM 880 no programa do Tião Moreno toda terça-feira de 21:00 às 22:00 horas.
Também vem preparando repertório do novo CD!

Zé Claudio e Fabiano
A dupla Zé Claudio e Fabiano foram formados àlguns anos, onde muito esforço, dedicação e amizade foram indispensáveis para a realização dos trabalhos.
O primeiro CD da dupla foi lançado pela gravadora Pop Music onde a musica carro chefe intitulada “24 horas de amor”, entrou na coletânea que foi divulgada em todo Brasil.
A dupla vem participando de muitas entrevistas em rádios e televisão como os programas No Alto da Serra e Eliane Camargo.
Com um estilo próprio, a dupla se inspira no cotidiano das pessoas, na natureza e no amor para compor suas músicas, o primeiro cd contendo quatorze faixas, traz como título “É PRA VALER” nome da quarta musica e de autoria de ambos, ainda este ano será gravado o segundo que já esta em faze de escolha de repertório.
Outro questão importante,é o fato de que ambos cantam em primeira e segunda voz, backing vocal, e demonstram versatilidade também como músicos.
Atualmente a dupla está fixada em Osasco São Paulo, onde abrange toda região metropolitana em apresentações semanais em diversas casas e com frequência realiza shows em outros estados, interpretando canções próprias e algumas de outros compositores sempre com muita alegria e emoção.
Telefone: 11-6386-6010
Site: www.zeclaudioefabiano.com.br

Zé do Cedro e João do Pinho
José Aparecido Fernandes, o Zé do Cedro, nasceu em Barra Dourada-SP no dia 14 de agosto de 1941; João dos Santos Fernandes, o João do Pinho, nasceu em Mendes Paulista-SP no dia 10 de outubro de 1945. Apesar da pouca duração, formaram uma excelente dupla que faz parte da história da música caipira raiz e não pode jamais deixar de ser mencionada.
Filhos dos lavradores Joaquim Baldoíno Fernandes e Eteovira Maria de Jesus, José e João, junto com mais 11 irmãos, desde criança já demonstravam interesse pela música e seus pais também foram cantadores de viola na década de 1920. Os diversos irmãos se revezavam formando algumas duplas de pouca duração, visto que não podiam deixar de lado o trabalho agrícola, no plantio do café.
José Aparecido, o Zezinho, era quem mais alimentava o sonho de formar uma dupla caipira. João dos Santos, o Joãozinho, com apenas 6 anos de idade, já demonstrava habilidade no toque da viola caipira.
De início, José Aparecido formou uma dupla com seu irmão mais velho, Orlando. Porém devido aos apertos financeiros do pai, tiveram que encerrar as cantorias para pegarem na enxada, no trabalho com 12.000 pés de café na Fazenda Peroba, sob a responsabilidade da família Fernandes. Mas José Aparecido não tirava da cabeça a idéia de cantar em dupla. E seu irmão mais novo, o Joãozinho, às escondidas de todos e, com apenas 6 anos de idade, aproveitava-se dos descuidos de todos "fuçava" a viola "Bernardino" do seu pai Joaquim Baldoíno, num interesse pouco comum pelo tradicional instrumento musical.
Tendo se mudado para Tanabi-SP, a família Fernandes lutava por dias melhores. Foi aí que a dupla juntou-se novamente e se apresentou na emissora de rádio local com o nome de "Landinho e Zezinho"; a dupla, no entanto, novamente se desfez e José Aparecido conheceu um cantor de excelente "primeira-voz" em Poloni-SP, tendo formado com ele a dupla "Santão e Zé da Serra", que obteve bastante destaque na região de São José do Rio Preto-SP. A dupla, porém, novamente foi de pouca duração.
Enquanto isso, Joãozinho, conhecido pelos amigos como "João Capim-Gordura", se destacava tocando violão em serestas na cidade de Monte Aprazível-SP.
Foi nessa época que finalmente José e João formaram a renomada dupla com o nome de "Zé do Cedro e João do Pinho", numa excelente combinação de vozes e instrumentação que se aproximou da perfeição.
Em 1979, Zé do Cedro trabalhava numa marcenaria enquanto que João do Pinho era zelador em um clube e, nos finais de semana, cantavam em rodas de violeiros. Foi nesse ano, no dia 9 de Julho, que a excelente dupla foi vencedora do Festival Arizona de Violeiros, em Barretos-SP, festival esse que contou com a participação de 350 duplas do Estado de São Paulo. Com essa vitória, a dupla gravou o primeiro LP ("A Dupla da Madeira") pela Chantecler, no ano seguinte, 1980. Também pela mesma gravadora, eles participaram em 2 faixas do LP "Festival Arizona", além de uma faixa que também gravaram no LP "Na Boca do Forno".
O segundo LP de Zé do Cedro e João do Pinho foi lançado no início dos anos 80 pela Tocantins, com destaque para "Jacutinga" (Valito e Zé do Cedro), que foi a música de maior sucesso da dupla, que gravou ainda mais dois LP's na mesma gravadora: "Oferta Para Santos Reis" e "Tanakara": destaque para "Amor Precipitado" (Nhô Chico e Taviano), "Fiel Caminhoneiro" (Geraldinho - João Roberto) (a música cujo trecho o Apreciador ouve ao acessar essa página), "Beijo de Judas" (José Fortuna - Paraíso) e a bem humorada faixa-título "Tanakara" (Joaquim Moreira e Dirceu Silveira).
Seguiu-se então um período de 10 anos sem gravar e Zé do Cedro e João do Pinho retornaram às gravações no ano de 1995, gravando pela Midi Records em São José do Rio Preto-SP o LP "Voltando às Raízes". E, em 1996, Zé do Cedro e João do Pinho lançaram seu primeiro CD: "Sertão Querido" pela gravadora RFARAH, também em São José do Rio Preto-SP.
E, no ano de 1998, foi diagnosticado um tumor no cérebro de João do Pinho, que chegou a ser operado em São José do Rio Preto-SP. Querendo evitar que a dupla encerrasse as atividades em definitivo, o próprio João do Pinho convidou um jovem fã (que há mais de um ano viajava com a dupla, acompanhando-a em algumas apresentações) para que os auxiliasse nos shows até a sua total recuperação, que infelizmente não aconteceu... João do Pinho veio a falecer no dia 10 de outubro de 1999.
Esse fã, Aníbal Eugênio Vercesi Filho, o João Pinheiro, que substituiu o João do Pinho na dupla com Zé do Cedro, tinha iniciado sua carreira artística acompanhando as Irmãs Galvão, a quem João Pinheiro chama carinhosamente de "madrinhas". Natural de Campinas-SP, João Pinheiro havia se mudado para Uberlândia-MG em 1990, onde se formou em Veterinária pela Universidade Federal de Minas Gerais. Em 1996 seguiu para Belo Horizonte-MG, onde ingressou no Mestrado em Zootecnia também pela UFMG.
Com coragem e superação, Zé do Cedro e João Pinheiro continuaram a carreira artística, não esquecendo de homenagear o irmão João do Pinho, desaparecido tão prematuramente. A nova Dupla, no entanto, só durou até meados de 2003, quando cada um dos integrantes resolveu seguir diferentes caminhos.
Na residência de Zalo, em Mogi-Mirim-SP, João Pinheiro havia conhecido em 1998 o Luiz Fernando Sousa (nascido em Alfenas-MG, Cirurgião Dentista em Salto-SP), que teve o primeiro contato com a viola caipira aos 17 anos, quando formou com seu conterrâneo Pedrão a dupla "Pedrão e Zé Campina".
Separada a dupla com Zé do Cedro, Zalo incentivou a formação da dupla Luiz Fernando e João Pinheiro que acabou de lançar o primeiro CD, com repertório de autoria de excelentes compositores do quilate de Zé Matão, José Caetano Erba, Goiá e Luiz Faria, além de composições próprias.
Enquanto isso, Zé do Cedro formou nova dupla com Tião do Pinho e lançaram o CD independente "Sereia do Araguaia". Nesse trabalho, "Zé do Cedro e Tião do Pinho" contam também com obras de renomados compositores tais como Tião do Carro, Valdemar Reis, Sulino, José Caetano Erba e Zé Mulato, além do próprio Tião do Pinho que assina a composição de algumas faixas.
Antônio Francisco da Silva, o Tião do Pinho, nasceu em Monte Aprazível-SP no dia 04 de setembro de 1946.
Tião já conhecia o Zé do Cedro, de quem foi grande amigo desde a infância e, de fã da dupla "Zé do Cedro e João do Pinho", passou a ser integrante da dupla "Zé do Cedro e Tião do Pinho", que lançou em 2009 o segundo CD intitulado “Pedaço da Minha Terra”.

Com belíssimas composições de Nilson Nunes de Freitas, Valdemar Reis, Jorge Moret de Oliveira, Moacyr dos Santos, Paraíso, Ademar Braga, Benedito Miguel Tonoli, Joaquim Moreira da Silva e Edevaldo Fernando Rodrigues Mendes, apenas para citar alguns.

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