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domingo, 12 de outubro de 2014

Lambari e Laranjinha:

Lambari e Laranjinha:
A dupla gravou o primeiro disco em 1942 pela Colúmbia, cantando, de autoria da própria dupla, as modas de viola “Caboclo Despeitado” e “Não Fui Feliz”. Em 1945, gravaram pela Continental as modas de viola “Corrida de Dois Córregos”, de Laranjinha, e “Mineiro da Mula Preta”, de Lambari. Em 1946, ainda pela Continental, gravaram a moda de viola “Boiadeiro de Mato Grosso”, de autoria da dupla, e o cateretê “Quatro com Quatro é Oito“, de Laranjinha.
 No mesmo ano, gravaram de Lourival dos Santos a moda de viola “Mula Queimada”. No mesmo período, a dupla se desfez e Laranjinha passou a fazer dupla com Zequinha.
Laranjinha e Zequinha:
A dupla formou-se no fim dos anos 40. Anteriormente, Laranjinha (João Falacci) formara dupla com Lambari. Em 1947, a dupla gravou seu primeiro disco, cantando as modas de viola “Meu Romance”, de Lourival dos Santos e Rielinho, e “Olguinha”, de Rielinho.
Em 1948, lançou de Geraldo Costa e Laranjinha o recortado “Entrei no Trem” e de Lourival dos Santos, a moda de viola “Rutinha”.


 Em 1949, apresentaram as primeiras composições de autoria da dupla, as modas de viola “Quadra de Ás” e “Desejo de um Caboclo”. Em 1950, gravaram de autoria da dupla as modas de viola “Triste Retirada” e “Burro Inocente”. Em 1952, lançaram o primeiro disco pela Odeon, interpretando a moda de viola “Gaúcho Forgazão”, de Raul Torres e Sebastião Teixeira, e a toada “Amanhecer na Roça”, de Serrinha e Caboclinho. No mesmo ano, gravaram, de Laranjinha e Lourival dos Santos, a moda de viola “Sonhei que o Mundo Virou”, e de Lourival dos Santos e Zequinha, a moda de viola “Vingança do Fazendeiro”. Em 1953, lançaram de Tonico e Tinoco a moda de viola “Pião de Fama”, e de Laranjinha e Ado Benatti, o cateretê “Minha Herança”. Em 1954, gravaram a valsa “Aniversário de São Paulo”, de Francisco Lacerda, José Maffei, e o arrasta-pé “Baile do Seu Mané”, de Paulo de Freitas e Manoel Freitas, e o cateretê “Não me Caso em Seis Estados”, de Serrinha e Caboclinho.
Fonte: www.dicionariompb.com.br
Karen e Pâmella Viola
Duas Violeiras de carreira consolidada a nível nacional se uniram para cantarem juntas:
Karen
 Karen vem da formação de Kleuton e Karen (dupla genuinamente caipira em defesa da viola caipira), que constituiu carreira em grandes festivais de música por todo o país, onde com seu antigo parceiro foi vencedora de vários (inclusive no 27ª Violeira Rose Abrão na cidade de Barretos – SP em agosto do ano de 2010).
Karen é brasiliense, cantora, compositora, empresária e caminha para seus 8 anos de carreira profissional com dois discos gravados, que tem como título “Genuinamente Caipira” e “A Viola Permanece” – músicas de sua própria composição -  ambos premiados no Prêmio da Música Brasileira (antigos Prêmio Tim e Sharp – 2012 e 2013) e na Excelência da Viola Caipira (maior premiação da viola caipira – 2011 e 2013).
Participou de inúmeros eventos por todo o país interpretando o estilo caipira utilizando viola e violão, assim conseguiu destaque no cenário da música nacional por ser se tratar de um estilo original, defendendo a bandeira da música sertaneja raiz.
Pâmella Viola
Jovem violeira, cantora e compositora mato-grossense, nascida na cidade de Poxoréu - MT (cidade onde é sediado o maior Encontro de Violeiros do Brasil em sua 11ª edição), com apenas 16 anos de idade tem 6 anos de carreira, e representa a viola caipira Brasil à fora e foi a grande revelação do ano de 2013, a mais jovem violeira do país.
Também participou de festivais de música caipira como segue:
Em 2010 participou do 2° Festival de Violeiros Mirins de Poxoréu, e conquistou o 1° Lugar.
No ano de 2012 concorreu novamente no 4° Festival de Violeiros Mirins, e conquistou o 2° Lugar.            
Em 2013 participou do 1º Festival da música sertaneja de Itaguari – GO e conquistou o 1º lugar.
Pâmella Viola acaba de lançar seu primeiro disco solo intitulado “Parceira Perfeita”, que foi gravado no Studio GR01 em Taguatinga – DF sob a direção e produção de Grillo Rocha.
Disco este que está pré – indicado ao Grammy latino nas categorias melhor nova artista e melhor álbum de músicas raízes brasileiras, e ao 26º Prêmio da Música Brasileira de 2015 como melhor cantora de música regional, ao lado de Zé Mulato e Cassiano e Chico Rey e Paraná.
Foi destaque do 11º e 12º Encontro de Violeiros de Poxoréu - MT como representante da cidade onde nasceu, destacou – se também no 1º Encontro de Violeiros de Alto Taquari – MT, participou do 13º e 14º Encontro de Violeiros de Brazlândia – DF com seu show e do seminário “Panorama da música e viola caipira no Brasil contemporâneo”.
Também do 13º Encontro de Folia de Reis do Distrito Federal em dezembro de 2013 e tornou – se membro do Clube do Violeiro Caipira que tem sede na Candangolândia – DF.                   
Karen e Pâmella Viola juntas continuam a defender a bandeira da Viola Caipira com dedicação e romantismo.

Por se tratar de madrinha e afilhada, há dois anos já vinha desenvolvendo um trabalho paralelo às suas carreiras, Karen ainda ao lado de Kleuton, já fazia shows com Pâmella Viola em vários lugares. Nos shows de Kleuton e Karen Pâmella Viola cantava com Karen e vice e versa. Como o resultado agradou, resolveram se unir em nome da música caipira.

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