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domingo, 21 de fevereiro de 2016

João Carlos e Maurício.

João Carlos e Maurício.
                João Carlos Ponci nasceu em 09 de junho de 1968 na cidade de Poços de Caldas/MG, e Maurício Donizete Felipe, nasceu em 08 de setembro de 1968 na cidade de Botelhos/MG.
Foi alunos de uma escola técnica em 1983, época em que já manifestavam o gosto pela cantoria, pelos instrumentos violão e viola caipira, além do desejo de preservar a autêntica cultura do caipira através de manifestações artísticas.
Ambos sempre foram participantes ativos de comunidade de jovens exercendo papéis de liderança em animações, atuando separadamente em festivais de música sacra e eventos festivos.
A dupla se iniciou no ano de 1992, em um festival de paródias, conquistando o primeiro lugar não só neste ano, mas nos quatro anos subsequentes no mesmo evento.


Uniram seus trabalhos musicais, tendo como linha o estilo sertanejo raiz, sempre dosados de ritmos como: Cururu, guarânia, querumana, pagode de viola, cateretê, toadas, etc. cantando e tocando com o instrumento no peito.
Iniciaram então uma jornada de trabalho seja como compositores, intérpretes e músicos, participantes de festivais de música sertaneja, sacra regional ou em apresentações direcionadas a festas populares e peças teatrais, com repertório objetivando não deixar que o povo esqueça as suas origens, culturas e crenças, já que moram em uma região com pessoas que vieram do meio rural em busca de trabalho e que ainda carregam consigo, o gosto pelas coisas da terra. Esse trabalho abriu as portas para várias apresentações em auditórios, programas de rádio e televisão entre eles, Viola Minha Viola da TV Cultura, várias participações no programa "Caminhos da Roça" da EPTV e também com a Associação de Violeiros de Poços de Caldas neste mesmo programa. Além de várias apresentações, entre eles o Encontro Nacional de Violeiros em várias cidades do interior de São Paulo e o Rodeio de Barretos.
Foram finalistas em cinco Festivais Viola de Todos os Cantos da EPTV. Fato marcante tem sido a parceria com a Orquestra Sinfônica de Poços de Caldas, unindo em grandes eventos a Música Erudita e a Música Caipira, além de estarem ativamente organizando encontros de violeiros juntamente com a Associação de Violeiros de Poços de Caldas, destacando a realização do 1º ao 4º Encontro Regional de Violeiros de Poços de Caldas, com sucesso reconhecido por vários meios de comunicação, pela Prefeitura Municipal e pelo povo desta cidade.
Em 2000, gravaram o 1º CD intitulado “TERRA, VIOLA E POESIA” com 14 músicas valorizando as tradições e a cultura do nosso povo rural, tendo merecido reconhecimento nos locais em que divulgaram o trabalho como uma dupla de música caipira.
Em 08 de março de 2002, com prenúncio de um ano marcante, lançaram o 2º CD da carreira intitulado “VIOLEIRO, VIOLA E CANTORIA”, com 13 músicas que foram e estão sendo executadas em rádios de várias partes do Brasil.
Em 12 de novembro de 2004, lançaram seu 3º CD com 16 músicas, intitulado “NA TRILHA DA VIOLA”, em Poços de Caldas/MG, iniciando assim uma nova fase de apresentações já agendadas no interior de São Paulo e Minas Gerais. Este CD “NA TRILHA DA VIOLA” obteve reconhecimento nacional conquistando o PRÊMIO NACIONAL DE EXCELÊNCIA DA VIOLA CAIPIRA nas categorias melhor CD independente produzido em 2004 e Dupla Revelação da Música Caipira, prêmio esse oferecido pela Revista Viola Caipira de Belo Horizonte/MG.
Em 10 de junho de 2006, lançamento do 4º CD com 15 músicas, intitulado “VELHO CARREIRO”, com repertório valorizando os compositores da nossa região, dando continuidade à filosofia de trabalho da dupla.
Em 20 de dezembro de 2008 em Poços de Caldas, lançamento do 5º CD intitulado “CORDAS DE AÇO” trazendo na sua bagagem 18 músicas selecionadas, também mantendo a linha de trabalho da dupla relativo aos CDs anteriores.
No final de 2010, novamente a dupla conclui um novo CD, uma edição especial, intitulado “As Dez Querumanas”. Este trabalho valoriza a poesia caipira em forma de querumanas que é um dos vários ritmos que compõem a nossa música caipira.
Tem sido marcante para a dupla ver ao contrário do que mostra a mídia em geral, pois nosso povo ainda sente o arrepio ao ouvir o som de uma viola caipira, um dueto de vozes, uma poesia cantada, uma dança de catira. Reconhecidos por onde passam como autêntica dupla caipira pelo seu repertório, vestimenta, modo de interpretar e simplicidade, desejam cada dia mais ver seu trabalho crescer. E que crescer signifique manter acesa a cultura do nosso povo do interior, que traz no sangue o desejo de valorização da família, dos bons costumes, da boa educação dos pais, dos filhos e da comunidade.

Fonte não informado= 

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